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ÍNDICE DA SÉRIE 1811 - VILA DE PARACATU DO PRÍNCIPE

Por José Aluísio Botelho Índice da Série: Os Antigos Moradores de Paracatu – Arruamento Completo de 1811 Bem-vindo(a) à série completa do Arruamento da Vila de Paracatu do Príncipe , transcrito diretamente do documento original de 1º de abril de 1811 , preservado no Arquivo Público Municipal de Paracatu. Aqui você encontra todas as ruas, largos, becos, travessas, chácaras e arraiais da vila com os nomes dos moradores, proprietários e valores dos imóveis da época. São mais de 400 registros que ajudam a reconstruir a Paracatu colonial. Você, caro leitor, certamente irá encontrar seus antepassados que lá viveram há duzentos anos. Clique nos títulos abaixo para acessar cada página: Post 1 -  Os Antigos Moradores de Paracatu: Arruamento Completo das Ruas em 1811: RUA DIREITA (Série - Post 1) A rua principal da vila colonial e sua lista completa de moradores. Post 2 –  Os Antigos Moradores de Paracatu: Arruamento Completo das Ruas em 1811: RUA DAS FLORES (Série – Post 2) Origem do ...
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Dona Beja e os Botelhos de Paracatu

 POR JOSÉ ALUÍSIO BOTELHO Dona Beja e os Botelhos de Paracatu Muito se tem falado, no âmbito familiar e fora dele, acerca do possível parentesco consanguíneo ou por afinidade entre Dona Beja e a família Botelho de Paracatu, ao longo de décadas. Essa dúvida, real ou propositalmente trazida pelos mais velhos — receosos da veracidade do parentesco com a mitológica personagem da história de Araxá, e que levou um dos nossos velhos tios, já falecido, a dizer peremptoriamente certa vez: “Eu não sou parente de uma cortesã” —, persiste até os dias atuais. Ana Jacinta de São José, a mitológica Dona Beja, nasceu em Formiga, Minas Gerais, por volta de 1800, filha natural de Maria Bernarda dos Santos e de pai ignorado. Chegou ao então florescente julgado de São Domingos do Araxá ainda menina, acompanhando a mãe e o irmão Francisco Antônio Rodrigues, talvez à procura de melhores condições de vida, já em princípios do século XIX. Segundo alguns historiadores, ela tornou-se uma mulher bonita, de ...

CRÔNICAS E FATOS HISTÓRICOS DE PARACATU: UMA RETROSPECTIVA PELA IMPRENSA (1900 - 1920

 POR JOSÉ ALUÍSIO BOTELHO Compilação de fontes primárias, inventários e registros da imprensa local “A VELHA JAQUEIRA” Bernardo Caparucho de Melo Franco, o velho, escreveu uma crônica em 1906, publicada no jornal ‘Folha do Povo’ em 1910, em que relata suas reminiscências de infância relativas à “Velha Jaqueira”, palco de suas brincadeiras de criança. Nesta crônica nos foi possível desvendar a origem do nome do lendário Largo da Jaqueira: em fins do século dezoito e durante as três primeiras décadas do século dezenove, lá residiu o grande latinista, responsável pelo ensino da língua latina aos jovens estudantes da cidade da época, padre João Gaspar Esteves Rodrigues, que, segundo Caparucho, certo tempo, plantou uma muda da referida árvore que lá se desenvolveu, tornando-se frondosa, propiciando agradável sombra e frutos aos moradores do lugar, dando o nome ao logradouro público. É importante salientar que o primitivo nome do largo era em referência a um facultativo (médico) que lá...