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SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DE PARACATU - O COMEÇO DE UMA BELA HISTÓRIA

Por José Aluísio Botelho
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SÉRIE DOCUMENTOS HISTÓRICOS - NOMEAÇÃO DO VIGÁRIO MELO FRANCO - 1805

Por José Aluísio Botelho
Pouco se sabe sobre a preparação para Aplicação Sacerdotal do padre Joaquim de Melo Franco, o vigário Melo, que comandou os desígnios da igreja católica de Paracatu durante 36 anos. Filho de família abastada, não foi à Coimbra estudar, como seu irmão mais velho, Dr. Francisco de Melo Franco. Segundo Afonso Arinos, “fez estudos preliminares no arraial de Paracatu, sendo seus professores o latinista padre Francisco Moreira Rebordões e o solicitador de causas de São Romão José Guedes da Silva Porto”, que na idade madura também se tornaria padre. Segue Afonso Arinos: “Joaquim de Melo Franco não fez regularmente os estudos eclesiásticos”. Tanto no seminário de Olinda, quanto no de Mariana, não se encontrou nenhuma referência a seu nome; o mesmo ocorreu na arquidiocese de São Paulo, que ordenava, à época, padres do sertão mineiro; porém hoje se sabe que as investigações de genere e moribus, na maioria das vezes eram realizadas pelo Juiz de Genere dos arraiais e vila…

NOTAS GENEALÓGICAS - MARTINS TEIXEIRA

Por Eduardo Rocha
Família pioneira estabelecida no antigo arraial de São Sebastião, iniciada com o casal:
1- Mathias Martins Teixeira, falecido em 10/03/1835;
casado com Joana Paula, moradores no arraial de São Sebastião.
Inventário: 2ª Vara 1835/1836.
Filhos:
1-1 Justiniana Martins Teixeira casada com Manoel da Silva, sem filhos.Filhas descobertas de Justiniana no estado de solteira:
1-1-1 Ana Teixeira casada com Antonio da Silva Freitas:"Aos vinte e dois de janeiro de mil oitocentos e trinta e sette na capella do Amparo, filial da Matriz desta Frequesia de Santo Antonio da Manga De Paracatu, corridos os banhos, e sem empedimento algum canonico, em presença do reverendo coadjutor Francisco Pereira Tavares se recebeo em matrimonio por palavras de presente Antonio da Silva de Freitas, filho legitimo de Manoel da Silva de Freitas, e sua mulherLauriana de Sousa ja falecidos com Anna Teixeira, filha natural de Justiniana Martins Teixeira, ambos naturais destafrequesia, e lhes deo as ben…

NOTAS GENEALÓGICAS - PEREIRA MUNDIM

Por Eduardo Rocha
Família originária de Mondim de Bastos, Vila Real, norte de Portugal.

1- Joaquim Lourenço Mundim, casado com Perpetua Leocádia Pereira de Barros, filha legítima do capitão José Pereira de barros, natural da cidade de Braga, Portugal e de Maria Antunes Claro; neta paterna de Manoel Antônio Pereira de Barros e de Antônia da Costa. Família miscigenada na origem em Paracatu.

Filhos descobertos:

1-1 Mathias Lourenço Mundim, falecido em 08/12/1834; casado com Lúcia de Sousa Dias.
Inventário: 2ª Vara 1835/1836.

Filhos:

1-1-1 Maria de Sousa Mundim, 7 anos;

1-1-2 Elias de Sousa Mundim, nascido em 1829 e falecido em 26/09/1879; casado duas vezes: 1ªvez com Maria Leocádia da Conceição em 29/04/1855:
"Aos vinte e nove de abril de mil oitocentos e cincoenta e cinco feitas as diligencias do estillo na igreja matriz desta freguesia de Santo Antonio da Manga Bispado de Pernambuco, o reverendissimo senhor provissor em presença das testemunhas Vicente Jose Chispiniano e João Caetan…

NOTAS GENEALÓGICAS – PINHEIRO DA COSTA - SUBTÍTULOS: PINHEIRO PESSOA/FRANÇA PINHEIRO/BORJA FURTADO

José Aluísio Botelho
Eduardo Rocha
1 Custódio Pinheiro da Costa, português do Porto, imigrou para as Minas do Paracatu nos seus primórdios e em 1756 era considerado um dos 

CONEXÃO PARACATU/ARAXÁ: ENTRELAÇAMENTO DAS FAMÍLIAS BOTELHO – JOSÉ DA SILVA – AFONSO DE ALMEIDA - MACHADO DE MORAES E CASTRO - PACHECO DE CARVALHO

Por José Aluísio Botelho
A LONGA JORNADA
O Tenente Gregório José da Silva e Dona Tereza Tomásia de Jesus Botelho, se encontraram em 

PARACATUENSES DE ANTANHO - DR. DUARTE PIMENTEL DE ULHOA

A Morte do Dr. Duarte
Antônio Pereira da Silva*
No dia 2 de janeiro de 1928, como era seu costume, o dr. Duarte Pimentel de Ulhoa, nosso primeiro magistrado, levantou-se cedo e dirigiu-se a um salão para barbear-se. Cruzou, no caminho, com o jornalista Agenor Paes, que se dirigia à redação de “A Tribuna” que ficava na praça Clarimundo Carneiro.
Cumprimentaram-se. Agenor via-o com um certo constrangimento. O dr. Duarte, há algum tempo, mostrava-se combalido. Perdera o passo firme, o “aplomb”, como se dizia na época. A prodigiosa memória já mostrava lapsos.
O telefone da redação tocou às onze horas. Alguém informava que o dr. Duarte sofrera um “acesso” e passava mal. Alguns minutos depois novamente o telefone chamou. O dr. Duarte acabara de falecer.
Duarte Pimentel de Ulhoa nascera em Paracatu, aos 15 de abril de 1858. Fora nomeado Juiz para a Comarca de Uberabinha pelo Presidente da Província, José Cesário de Faria Alvim, aos 23 de dezembro de 1891. Prestou juramento e empossou-se no …

NOTAS GENEALÓGICAS - FAMÍLIA LABOISSIÈRE (LA BOISSIÈRE)

Por Eduardo Rocha e Mauro César Neiva

1- Leon Laboissière, natural de Blois, cidade e capital do departamento central de Loir-Et-Cer, França; emigrou na metade do século dezenove para Paracatu, aonde constituiu família e faleceu por volta de 1928; casado com Rita de Moura Barbosa (solt.) ou Rita de Moura Laboissière (cas.), falecida em 16/05/1895. Inventários: 1ª Vara I-90; 1ª Vara I-15.
Filhos:
1- 1 Gustavo Laboissière, nascido em 1869 e falecido em 27/08/1944; foi casado com Julieta Roriz Meireles, com descendência na página dos Paula Sousa, queira ver;
1-2 Tenente Júlio Laboissière, falecido em 27/08/1944; casado com Ermelinda Rabelo de Sousa, falecida em 18/11/1920; fazendas Santa Rosa, Ambrósio, Boa Esperança, Cabo, Bom Sucesso, Buriti, Piripiri. Inventário: 2ª Vara 1945; Inventário: 2ª Vara 1923;
Filhos:
(Obs.: idades fornecidas no inventário da mãe).
1-2-1 Dygdis Laboissière, 24 anos; falecida em 12/1947; casada com Job Vieira Diniz, falecido em 01/11/1946.
Inventário: 2ª Vara 1948; Invent…

NOTAS GENEALÓGICAS - PEREIRA DA COSTA

Por José Aluísio Botelho e Eduardo Rocha

1 Joaquim Pereira da Costa, nascido em 1833 no arraial de Traíras, Província de Goiás, filho de Manoel Pereira da Costa e de Teodósia Alves Ribeiro, veio para Paracatu na adolescência, por volta de 1848, aonde se fixou definitivamente e lá faleceu em 26/01/1921; foi casado com Franklina de Pina e Vasconcelos, filha natural de Izabel de Pina e Vasconcelos e de pai incógnito (Pedro da Serra?); neta materna do major João de Pina e Vasconcelos e de Teodora Maria de Melo.
Transcrição do assento do casamento: “Aos oito de maio de mil oitocentos e cincoenta e oito feitas as diligências de estillo em casas de morada do sr. Major João de Pina e Vaasconcelos em presença das testemunhas Francisco de Paula Carneiro Franco e Joõa Crysostomo Marques de Oliveira, o reverendissimo parocho desta freguesia de santo Antonio da Manga Miguel Archanjo Torres juntou em matrimonio por palavras de presente o nubente Joaquim Pereira da Costa de idade de vinte e cinco anno…