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Mostrando postagens de Abril, 2017

PIONEIROS DO ARRAIAL DO OURO 22 - MENDES TEIXEIRA

Por José Aluísio Botelho e Eduardo Rocha


Sobrenome originário do Concelho de Amarante, distrito do Porto. João Mendes Teixeira, da freguesia de Santa Maria de Fregim, casado em 13/04/1722 na igreja de São João Batista de Louredo, com Joana Teixeira, natural desta freguesia de

LENDAS DO BRASIL CENTRAL 8 - CRÔNICAS INÉDITAS DE OLYMPIO GONZAGA

Por José Aluísio Botelho

Resgatamos, após minuciosas pesquisas, alguns escritos de Olympio Gonzaga que se encontravam desaparecidos, dentre eles, crônicas que escreveu para seu livro não publicado, Lendas do Brasil Central, transcritas na grafia original, tal como ele as concebeu, sem correções ortográficas e gramaticais. Nos seus textos, as vezes ele não discerne fatos históricos e ficção, personagens fictícios e reais, mostra incoerência narrativa e comete equívocos históricos importantes. Aos nossos leitores cabe avaliar a qualidade dos textos e sua importância para a história de Paracatu.
CRÔNICA (transcrição)
Para a Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro Paracatu, 21 de outubro de 1947 - Do amigo Olympio Gonzaga
Navegação aérea de Paracatu pela AEROVIA MINAS GERAES S/A; e 6 aviões pertencente aos pilotos do AEREO CLUB PARACATUENSE. Está resolvido o maior problema de transportes. TODOS OS PARACATUENSES DEVERIAM FAZER A PROPAGANDA DOS AVIÕES E DAS VIAGENS AEREAS, QUE ECONOMISAM TEMPO E DI…

LENDAS DO BRASIL CENTRAL 7 - CRÔNICAS INÉDITAS DE OLYMPIO GONZAGA

Por José Aluísio Botelho


Resgatamos, após minuciosas pesquisas, alguns escritos de Olympio Gonzaga que se encontravam desaparecidos, dentre eles, crônicas que escreveu para seu livro não publicado, Lendas do Brasil Central, transcritas na grafia original, tal como ele as concebeu, sem correções ortográficas e gramaticais. Nos seus textos, as vezes ele não discerne fatos históricos e ficção, personagens fictícios e reais, mostra incoerência narrativa e comete equívocos históricos importantes. Aos nossos leitores cabe avaliar a qualidade dos textos e sua importância para a história de Paracatu.
Crônica (transcrição)
AS LAVOURAS DE MESSIAS DOS REIS CALÇADO, NA SERRA DO TOMBADOR, EM PARACATU, MINAS GERAES O comercio de Paracatu com a Corte do Rio de Janeiro com as tropas de mulas e carros de bois, conduzindo a escrava Teresa Mina, com 14 anos, dentro de uma panela de alambique, no anos de 1820. CHRONICA para o livro-- “LENDAS DO BRASIL CENTRAL” por OLYMPIO GONZAGA, autor de varias obras que f…

LENDAS DO BRASIL CENTRAL 6 - CRÔNICAS INÉDITAS DE OLYMPIO GONZAGA

Por José Aluísio Botelho

Resgatamos, após minuciosas pesquisas, alguns escritos de Olympio Gonzaga que se encontravam desaparecidos, dentre eles,crônicas que escreveu para seu livro não publicado, Lendas do Brasil Central, transcritas na grafia original, tal como ele as concebeu, sem correções ortográficas e gramaticais. Nos seus textos, as vezes ele não discerne fatos históricos e ficção, personagens fictícios e reais, mostra incoerência narrativa e comete equívocos históricos importantes. Aos nossos leitores cabeavaliar a qualidade dos textos e sua importância para a história de Paracatu. Crônica (transcrição) A ruina completa do milionario Felisberto Caldeira Brant, o descobridor de Paracatu (sic – grifo nosso); duelo, prisao sequestro de seus bens, riquissimas baixelas de ouro, diamantes, etc. Todos os membros da família CALDEIRA BRANT FOI EXPOLIADA DE SEUS BENS E REDUSIDA À MISÉRIA.
Tenho presente velhissimos documentos dos arquivos desta lendaria cidade, sequestro dos bens do desc…

LENDAS DO BRASIL CENTRAL 5 - CRÔNICAS INÉDITAS DE OLYMPIO GONZAGA

Por José Aluísio Botelho
Resgatamos, após minuciosas pesquisas, alguns escritos de Olympio Gonzaga que se encontravam desaparecidos, dentre eles, crônicas que escreveu para seu livro não publicado, Lendas do Brasil Central, transcritas na grafia original, tal como ele as concebeu, sem correções ortográficas e gramaticais. Nos seus textos, as vezes ele não discerne fatos históricos e ficção, personagens fictícios e reais, mostra incoerência narrativa e comete equívocos históricos importantes. Aos nossos leitores cabe avaliar a qualidade dos textos e sua importância para a história de Paracatu.
Crônica (Transcrição)
EXALTAÇÃO POLÍTICA EM PARACATU NO ANO DE 1864 O Samba bate-moleque em casa do Major Pina Nota: à época em deu-se o evento, o samba não existia enquanto gênero musical, e sim ritmos musicais, que iriam no alvorecer do século vinte, propiciar o surgimento do mesmo. Como o texto foi escrito na década de 1940, tempo em o que o samba já era unanimidade nacional, o autor optou por usar…

LENDAS DO BRASIL CENTRAL 4 - CRÔNICAS INÉDITAS DE OLYMPIO GONZAGA

Por José Aluísio Botelho

Resgatamos, após minuciosas pesquisas, alguns escritos de Olympio Gonzaga que se encontravam desaparecidos, dentre eles, crônicas que escreveu para seu livro não editado, Lendas do Brasil Central, transcritas na grafia original, tal como ele as concebeu, sem correções ortográficas e gramaticais, para que nossos leitores avaliem a qualidade dos textos e sua importância para a história de Paracatu.
Crônica (transcrição)
OS CANGACEIROS CELEBRES DOS SERTÕES DO URUCUIA
Considerações
Para as Lendas do Brasil Central, pelo historiador Olympio Gonzaga, membro da associação de Imprensa, dos Institutos Historicos e Geograficos Nacional, de Minas Geraes, Genealogico de São Paulo, etc. Cidade de Paracatu em Minas Geraes. Exposto à venda com o autor. Na luta pela vida, de posse de meu titulo de Normalista pela Escola Normal de Paracatu, Em 1º de Junho de 1898, na casa que hoje me pertence, junto com meu amigo e colega Manoel da Silva Neiva Neneco, fui nomeado professor publico p…

LENDAS DO BRASIL CENTRAL 3 - CRÔNICAS INÉDITAS DE OLYMPIO GONZAGA

Por José Aluísio Botelho
Resgatamos, após minuciosas pesquisas, alguns escritos de Olympio Gonzaga que se encontravam desaparecidos, dentre eles, três crônicas que escreveu para seu livro não editado, Lendas do Brasil Central, transcritas na grafia original, tal como ele as concebeu, sem correções ortográficas e gramaticais, para que nossos leitores avaliem a qualidade dos textos e sua importância para a história de Paracatu.

(Transcrição)
A CHÁCARA DO VIGÁRIO TORRES EM 1885
Reminiscencias dos tempos de criança. Eu vi a grande roda de socar ouro trabalhando; eu vi a forma de fundição do grande sino da Igreja do Rosario, que pesa mais de quarenta arrobas e de outros sinos, quando eu tinha oito anos de edade. Eu vi a grande prosperidade de culturas das lavouras e pomares da Chacara do Vigario, com aquele rego de agua, parecendo um ribeirão, vindo do Espalha. Cronica escrita por Olympio Gonzaga. Paracatu, 21 de Setembro de 1947. Quanto é belo, agradavel e sedutor, as recordações, as saudades dos…