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DR. FRANCISCO DE SOUSA CIRNE LIMA - BARÃO DE SANTA CÂNDIDA

  Por José Aluísio Botelho                             BREVE NOTA BIOGRÁFICA (Nota: o Barão de Santa Cândida foi primo legítimo do Dr. Caetano Alberto da Fonseca Lima, Juiz em Paracatu, onde deixou descendência. Daí o motivo da elaboração do texto.) Primeiro e único barão de Santa Cândida, agraciado pelo governo monárquico português, através do Decreto de 28 de julho de 1882,  concedida pelo Rei de Portugal, Dom Luís I; foi um magistrado brasileiro. Na cidade do Recife, Pernambuco, nasce em 09 de setembro de 1824 e é batizado na igreja do Santíssimo Sacramento da Boa Vista no ano seguinte. Órfão, foi criado pela tia Dona Francisca de Assis Gama, e tutelado pelo avô materno Coronel Francisco Casado de Lima Júnior, que custeou seus estudos. Já em 1843, aos dezenove anos, deixa transparecer seu viés antiescravagista ao libertar uma escrava de doze anos de nome Sabina, procedimento que se repete ao logos d...

PARACATUENSE NA IMPRENSA - FRANKLIN JOSÉ DA SILVA BOTELHO

Transcrito do jornal diário"O Pharol" que circulava em Juiz de Fora, Minas Gerais, edição de 2/12/1905. Fonte: Hemeroteca Digital brasileira - Biblioteca Nacional. O Dr. Franklin Botelho era irmão do Coronel Fortunato Jacinto da Silva Botelho, e foi casado com Dona Cândida Ulhoa Vilela.

PARACATUENSE NA IMPRENSA -1905

 Biografia escrita pelo jornalista paracatuense Nestório de Paula Ribeiro, publicada em 1905 na Revista da Semana, editada no Rio de Janeiro. Fonte: Hemeroteca Digital Brasileira.

FILHA DE DONA BEJA - EDITAL DE PROCLAMAS

NOTÍCIA DE JORNAL PUBLICADO PELO JORNAL ASTRO DE MINAS, EDITADO EM SÃO JOÃO DEL REI -  24 de janeiro 1832, nº650 NOTAS EXPLICATIVAS: 1 - JOSÉ DA SILVA BOTELHO ERA IRMÃO DO VIGÁRIO FRANCISCO JOSÉ DA SILVA. PORTANTO, OS NOIVOS ERAM PRIMOS; 2 - A MÃE DA NOIVA, ANA JACINTA DE SÃO JOSÉ, ERA A LENDÁRIA DONA BEJA DE ARAXÁ; 3 -  JOSÉ DA SILVA BOTELHO FOI O AVÔ AVOENGO DOS BOTELHOS DE PARACATU; 4 - O COMENTÁRIO ABAIXO REFLETIA A OPINIÃO DO EDITOR DO JORNAL; FONTE: EXTRAÍDO DE IMAGEM DIGITALIZADA DO JORNAL DE PROPRIEDADE DA HEMEROTECA DIGITAL DA BIBLIOTECA NACIONAL DO BRASIL.

MARECHAL PEDRO DE ALCANTARA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE

Por José Aluísio Botelho Nascido em 26 de novembro de 1883 em Salvador, Bahia. Filho do Desembargador Francisco Manoel Paraíso Cavalcante de Albuquerque e Aragão, dos Caramurus da Bahia, também natural de Salvador, e de Dona Ana Pimentel de Ulhoa, natural de Paracatu, Minas Gerais. Fez o curso primário, a começo em Salvador, depois na capital de Goiás, novamente em Salvador, e, por fim, em Uberaba, no estado de Minas Gerais. A razão explicativa desse ciclo do seu curso primário está em que, Desembargador da Relação da Bahia, foi seu pai em 1887 removido para a Relação de Goiás, donde retornou a da Bahia em 1889, aposentando-se em seguida e indo residir em Uberaba, onde faleceu em 1899. Justiça una no tempo do Império, os magistrados ficavam sujeitos a tais remoções, enfrentando os maiores sacrifícios dadas às distâncias a vencer, sem meios rápidos de locomoção. Vale salientar que seu pai fez-se acompanhar de sua mãe e seus filhos nessas longas viagens. Terminados os estudos ...

CAPITÃO JOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA VILELA

Por José Aluísio Botelho José Gonçalves de Oliveira Vilela Júnior nasceu em Pimenta, oeste de Minas, e veio para Paracatu por volta de 1860. Aí casou com Adelina Pimentel de Ulhoa, filha do abastado fazendeiro e chefe político local, o tenente-coronel Domingos Pimentel de Ulhoa, a 30 de novembro de 1861. Desse consórcio houve os filhos: 1 – Cândida casada com Franklin José da Silva Botelho; 2 – Luís Vilela; 3 – Estefânia casada com o Dr. Sérgio Ulhoa, filho do capitão Romualdo Gonçalves de Andrade e de Franscelina Pimentel de Ulhoa (1836-1909); 4 – Augusta casada com Estanislau Loureiro Gomes; foram os pais da poetisa Zenóbia Vilela Loureiro; 5 – Arthur casado com Luísa Loureiro Gomes. Comerciante de tecidos acompanhou o sogro na política, tendo sido vereador municipal por duas legislaturas entre os anos de 1873 e 1880. Capitão da 7ª companhia da Guarda Nacional sediada na cidade, foi um dos fundadores do Partido Republicano local em 1889, sendo eleito seu primeiro pres...

MUNÍCIPIO DE PARACATU - ANOS 1860/1869

  IMAGES TRANSCRITAS DO ALMANAK ADMINISTRATIVO, CIVIL E INDUSTRIAL DE MINAS GERAIS RELATIVO AOS ANOS DE 1860 -1869, COM A RELAÇÃO DOS HOMENS PÚBLICOS, PRINCIPAIS COMERCIANTES E PRODUTORES RURAIS DE PARACATU E SEUS DISTRITOS. SITE: htpp://memoria.bn.br - HEMEROTECA DA BIBLIOTECA NACIONAL DO BRASIL. Nota: as datas de criação da vila e da cidade de Paracatu estão equivocadas: onde se lê 1758, leia-se 1798, e onde se lê 1849, leia-se 1840.

GUARDA NACIONAL EM PARACATU - 1864 - 1874

Esse post elenca duas listas elaboradas e editadas em épocas distintas, dos ocupantes de postos de comando na Guarda Nacional do município de Paracatu, entre 1864 e 1874.Além de ocuparem cargos nas chefias militares da corporação, eram também chefes políticos na região, e se revezavam nos respectivos cargos, tanto no poder legislativo quanto no executivo, bem como detinham o poder econômico local. Oriundos das principais famílias da cidade desde os descobertos do ouro, formavam a elite social de então. (Imagens digitalizadas extraídas do site - http://memoria.bn.br - periódicos - Almanack de Minas - Biblioteca Nacional do Brasil. José Aluísio Botelho Julho de 2012