Pular para o conteúdo principal

NOTAS GENEALÓGICAS - FAMÍLIA LABOISSIÈRE (LA BOISSIÈRE)

Por Eduardo Rocha e Mauro César Neiva


1- Leon Laboissière, natural de Blois, cidade e capital do departamento central de Loir-Et-Cer, França; emigrou na metade do século dezenove para Paracatu, aonde constituiu família e faleceu 
aos 10/11/1928, nonagenário; casado com Rita de Moura Barbosa (nome de solteira) ou Rita de Moura Laboissière (nome de casada), falecida em 16/05/1895.
Inventários: 1.ª Vara I-90; 1.ª Vara I-15.

Filhos:

1-1 Gustavo Laboissière, nascido em 1869 e falecido em 27/08/1944; foi casado com Julieta Roriz Meireles, com descendência na página dos Paula Sousa, queira ver; 
1-2 Tenente Júlio Laboissière, falecido em 27/08/1944; casado com Ermelinda Rabelo de Sousa, falecida em 18/11/1920; fazendas Santa Rosa, Ambrósio, Boa Esperança, Cabo, Bom Sucesso, Buriti, Piripiri.
Inventário: 2.ª Vara 1945; Inventário: 2.ª Vara 1923;

Filhos: (Obs.: idades fornecidas no inventário da mãe).

1-2-1 Dygdis Laboissière, 24 anos; falecida em 12/1947; casada com Job Vieira Diniz, falecido em 01/11/1946.
Inventário: 2.ª Vara 1948; Inventário: 2.ª Vara 1947.

Filhos:

1-2-1-1 Benedito Vieira Diniz;

1-2-1-2 Luíza Diniz Jordão, casada com Paulo Benedito Jordão;

1-3-1-3 Ermelinda Vieira Diniz;

1-3-1-4 Job Vieira Diniz;

1-2-2 Maria Laboissière, 21 anos, solteira;

1-2-3 Ana Laboissière, 19 anos, solteira; casou com Maurício Wachsmuth falecido em 30/11/1944. Partes nas fazendas Bonsucesso, Ambrósio, Vazantes.
Inventário: 2.ª Vara 1946.

Filhos:

1-2-3-1 Roberto Wachsmuth;

1-2-3-2 Clarice Wachsmuth;

1-2-3-3 Clara Wachsmuth;

1-2-3-4 Lourdes Wachsmuth;

1-2-3-5 Aureliana Wachsmuth;

1-2-4 Benedito Laboissière, 14 anos; falecido em 11/04/1976; casado com Ana Rabelo Laboissière.
Inventário: 2.ª Vara 1976-A.

1-2-4-1 João Benedito Laboissière, casado com Alda Rabelo Laboissière;

1-2-4-2 Júlio Benedito Laboissière, casado com Walkiria Franchi Laboissière;

1-2-4-3 Pedro Laboissière, casado com Verbena Rabelo Laboissière;

1-2-4-4 Paulo Laboissière, casado com Maria do Carmo Laboissière;

1-2-4-5 Dulce Laboissière, casada com José Ivo Vilela;

1-2-4-6 Lúcia Laboissière, casada com Alberto Faria Pereira;

1-2-4-7 Marta Laboissière, casada com João José Teixeira Vasconcelos;

1-2-4-8 Elias Laboissière;

1-2-5 Rita Laboissière, 12 anos; casou com Abílio Moreira Axltcar; residentes em Fróes, distrito de Unaí, MG;

1-2-6 Antônio Laboissière, 10 anos; morador em Pedra Azul, MG;

1-3 Augusto Laboissière, casado com Amélia Batista de Oliveira.

Filho:

1-3-1 Alberto Laboissière, nascido em 31/01/1909; casado com Aída Lisboa Laboissière, nascida em 07/04/1919; fazenda Córrego Rico.
Inventário: 2.ª Vara 1978/1979.

Filhos:

1-3-1 Maria Ângela Laboissière;

1-3-2 Eloísa Helena Laboissière, casada com Maurício Goldemberg;

1-3-3 Carlos Alberto Laboissière, casado com Marta Caputo Laboissière;

1-3-4 Marco Túlio Laboissière;

1-3-5 Lívia Eneida Laboissière;

1-3-6 Mônica de Fátima Laboissière;

1-3-7 Tibério Jaques Laboissière;

1-3-8 Valeria Cláudia Laboissière, casada com Rosileno Magos Oliveira Ulhoa;

1-4 Luís Adolpho Laboissière;

1-5 Jorge Laboissière, falecido em 07/1935; casado com Ernestina Gonçalves Aragão.
Inventário: 1.ª Vara I-45.

Filhos:

1-5-1 Djalmira Aragão Laboissière, nascida em 09/06/1922;

1-5-2 Cerise, nascida em 19/06/1923;

1-5-3 Valdite, nascida em 10/08/1924;

1-5-4 Leon, nascido em 06/01/1926;

1-5-5 Armando, nascido em 05/03/1927;

1-5-6 Tancredo, nascido em 30/04/1928;

1-5-7 Jorge, nascido em 10/08/1929;

1-5-8 Marta, nascida em 29/07/1930;

1-5-9 Milton, nascido em 16/04/1932;

1-6 Leonides Laboissière, casada com o austríaco Sigmund Rubinger.

Filho:

1-6-1 Siegfried (correspondente a Alfredo) Rubinger, falecido em Belo Horizonte em 24/07/1979.
Inumação de Siegfried - BH
 
Casado com Maria Lisboa Rubinger, filha de Alicio Martins Lisboa e de Adelaide Batista de Oliveira; falecida em 08/10/1975, sem descendentes.
Inventários: 1.ª vara I-90; 2.ª vara 1976-B.

1-6-2 Waillant Laboissière Rubinger, casado, com descendência em outra página - Os Santana de Paracatu;

1-6-3 Alírio Laboissière Rubinger, com descendência na página - Os Santana de Paracatu; 

1-6-4 Leon Lucas Rubinger;

1-6-5 Cristóvão Rubinger;

1-6-6 Ludmila Rubinger;

1-7 Fernando Laboissière;

1-8 Georgeta Laboissière;

1-9 Aureliana Laboissière Wachsmuth;

Filhos:

1-9-1 Oscar;

1-9-2 Maurício;

1-9-3 Oto;

1-9-4 Eugênio;

1-9-5 João;

1-9-6 Laura;

1-9-7 Mercedes;

1-9-8 Wilma;

1-10 Alice Laboissière;

Filha:

1-10 Lygia Laboissière;

1-11 Afonso Laboissière, 31 anos; residente na capela dos Correiastermo de Santa Cruz, Goiás.

1-12 Armand Laboissière, 30 anos, solteiro;

1-13 Alberto Laboissière, 32 anos.

Fonte: Arquivo Municipal de Paracatu – inventários referidos no 

texto.



Comentários

Postagens mais visitadas

ULHOA - ESBOÇO GENEALÓGICO

Por José Aluísio Botelho FAMÍLIA ULHOA, DO VALE DO ULLA NA GALÍCIA ATÉ PARACATU EM  MINAS GERAIS Para saber mais, leia neste blog :  Coronel Sancho Lopes de Ulhoa e seus descendentes A) - Origem do apelido: do rio ULLA, na Galícia, que passou a ser Ulló (olho), depois Ulloa e hoje Ulhoa. Também provêm do hebraico hurscha (floresta) e/ou de uxna, forma adaptada ou corrompida de Yehoshua. 1) - Dom Férnan Sanches de Ulló, o primeiro Ulhoa de que se tem notícia e que viveu pelos anos de 756, visigodo, dono das terras n o vale do rio Ulla; 2) - Dom Lopo Ruiz de Ulló (1120);    Vale do Rio Ulla by Isidro Cea 3) - Dom Fernão Lopes de Ulló (1212), casado com Maria Martinez; 4) - Dom Lopo Sanches de Ulló, casado com Mayor Gomes de T rastamara; 5) - Dom Sancho Lopes de Ulloa, rico homem galego, primeiro Senhor de Vilamayor de Ulloa (barão), casado com Urraca Perez de Sotomayor; para saber mais: Clique na imagem abaixo para adquirir o livro na Amazon.com Clique aqui p...

DONA BEJA E AS DUAS MORTES DE MANOEL FERNANDES DE SAMPAIO

Por José Aluísio Botelho A história que contaremos é baseada em fatos, extraídos de um documento oficial relativo a um processo criminal que trata de um assassinato ocorrido na vila de Araxá em 1836. O crime repercutiu no parlamento do império no Rio de Janeiro, provocando debates acalorados entre os opositores do deputado e ex-ministro da justiça, cunhado do acusado, como se verá adiante. Muitos podem perguntar porque um blog especializado em genealogia paracatuense, está a publicar uma crônica fora do contexto? A publicação deste texto no blog se dá por dois motivos relevantes: primeiro, pela importância do documento, ora localizado, para a história de Araxá como contraponto a uma colossal obra de ficção sobre a personagem e o mito Dona Beja, que ultrapassou suas fronteiras se tornando de conhecimento nacional. Em segundo lugar, porque um dos protagonistas de toda a trama na vida real era natural de Paracatu, e, portanto, de interesse para a genealogia paracatuense, membr...

O CORONEL MANOEL FERREIRA ALBERNAZ E SEUS DESCENDENTES

Por Eduardo Rocha Mauro Cézar da Silva Neiva Colaborou José Aluísio Botelho (Última atualização em 23/09/2024: 1 A família inicial 2 Outros Albernazes, in fine). Família iniciada em Paracatu na era de 1830, quando lá se estabeleceu o alferes/capitão Manoel Ferreira Albernaz, vindo da região de Aiuruoca, sul de Minas, com esposa e filhos, adquirindo a fazenda da Capetinga. Manoel Ferreira Albernaz, o velho (vamos chamá-lo assim), era natural de Taubaté, São Paulo, onde nasceu em 1780, pouco mais (declarou 49 anos em 1832, branco, negociante em processo matrimonial no Porto do Turvo, onde era morador). Tem ascendência ainda ignorada, embora se possa afirmar ser ele descendente do mestre de campo Sebastião Ferreira Albernaz. Casou na capela de Santana do Garambéu, termo de Barbacena, porém ligado ao Turvo (30 km), com Mariana Victória de Jesus, por volta de 1810. Mariana Vitória de Jesus, nascida e batizada na capela de Santana do Garambéu,  filha de Vitoriano Moreira de Castil...

MESTRE DE CAMPO MANUEL NUNES VIANA - CONTRIBUTO À GENEALOGIA DO SERTÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

Por José Aluísio Botelho Manoel Nunes Viana foi um personagem lendário que viveu em Minas Gerais no período colonial, retratado em vasta literatura histórica, que estuda a trajetória deste português nos sertões mineiros, notadamente, no norte de Minas, às margens direita do Rio São Francisco em direção dos currais da Bahia e Pernambuco. Na Web, encontra-se uma profusão de narrativas a seu respeito e a seus feitos, sendo que algumas delas são eivadas de episódios épicos sem nenhuma comprovação documental, dando ao personagem epítetos mitológicos. Manoel Nunes Viana veio para o Brasil na última década do século dezessete, e parece ter inicialmente aportado em Salvador, de onde passou para os sertões mineiros, mais precisamente, para a freguesia de Barra do Rio das Velhas, termo de Serro do Frio, comarca de Sabará. Nesta região, amealhou bens de raiz, como por exemplo, a lendária fazenda Tábua ou Jequitaí, sempre em sociedade universal com seu parente Manoel Rodrigues Soares * , f...

GUARDA-MOR JOSÉ RODRIGUES FRÓES

Por José Aluísio Botelho             INTRODUÇÃO  Esse vulto que tamanho destaque merece na história de Paracatu e de  Minas Gerais, ainda precisa ser mais bem estudado. O que se sabe é que habilitou de genere em 1747 (o processo de Aplicação Sacerdotal se encontra arquivado na Arquidiocese de São Paulo), quando ainda era morador nas Minas do Paracatu, e embora fosse comum aos padres de seu tempo, aprece que não deixou descendentes*. Que ele foi o descobridor das minas do córrego Rico e fundador do primitivo arraial de São Luiz e Santana das Minas do Paracatu, não resta nenhuma dúvida. De suas narrativas deduz-se também, que decepcionado com a produtividade das datas minerais que ele escolheu, por direito, para explorar, abandonou sua criatura e acompanhou os irmãos Caldeira Brandt, que tinham assumido através de arrematação o 3º contrato de diamantes, rumo ao distrito diamantino. Documento de prova GENEALOGIA  Fróis/Fróes -...

FRAGMENTOS DE GENEALOGIAS

Por José Aluísio Botelho Diante da falta quase completa de documentos primários, reunimos indivíduos que viveram nos tempos do arraial e da vila, e que carregavam os sobrenomes transmitidos a descendência, abaixo assinalados: OS LOPES DE OLIVEIRA Nos tempos de arraial Inicia-se a família Lopes de Oliveira, com a presença de Manoel Lopes de Oliveira, já miscigenad a, com a união de Manoel Lopes de Oliveira com Catarina, negra mina; o casal teve um filho nascido nas Minas do Paracatu, que descobrimos: Antônio Lopes de Oliveira, que com Marcelina Ribeira, filha de Francisco Vaz Salgado, natural do Porto, Portugal e de Maria Ribeira, negra mina, continuaram o processo de caldeamento da família com o nascimento de seus filhos; Descobrimos dois filhos nos assentos de batismos do arraial: 1 Tereza, nascida em 18/6/1774 e batizada aos 26 do dito mês e ano; Tereza Lopes de Oliveira, casada ca. 1787 com Custódio Pinto Brandão, com registro de provisão de casamento no Ca...