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FAZENDAS ANTIGAS DE PARACATU E SEUS PRIMITIVOS DONOS

1 - SÍTIO DO ESCURO - Sesmaria concedida em 1759 ao Português João Jorge Portela e sua mulher Josefa Bárbara de Moura e Almeida. Desse casal, descendem pelo ramo materno, os Pimentéis Barbosa e Soares de Sousa;

2 - FAZENDA DO FUNDÃO - Sesmaria adquirida por João de Melo Franco em 1762, distante cerca de dez léguas de Paracatu, na chapada do São Marcos. Em 1819, segundo Pohl, se encontrava em ruínas. Passou à descendência;

3 - FAZENDA CÓRREGO RICO - Foi seu primitivo dono Joaquim de Melo Albuquerque( Seu Melo), falecido em 1880. Era filho do pernambucano Joaquim de Albuquerque e de Ana de Melo Franco;

4 - FAZENDA CAETANO - Pertenceu ao casal Manoel Caetano de Moraes e Joana Maria de Moura e anos mais tarde ao Dr. Sérgio Ulhôa;

5 - FAZENDA MOURA - Foi seu primitivo dono Romão de Moura, que se mudou para o Vão do Paranã, em Goiás, onde deixou numerosa descendência. Posteriormente, passou a ser propriedade do Coronel Fortunato Jacinto da Silva Botelho e seus descendentes;

6 - FAZENDA BROCOTÓ - O coronel Teodósio Caetano de Moraes e sua esposa Francisca Soares de Souza, sua prima, foram os primitivos senhores dessa fazenda. Em 1853, foi adquirida pela viúva Ana Santiago Loureiro e que passou a seu filho único Antônio Loureiro Gomes, bem como aos descendentes. Era uma das melhores fazendas de Paracatu, na época;

7 - FAZENDA BABÃO - Por volta de 1850 essa fazenda passou a pertencer ao casal Alexandre Loureiro Gomes e sua mulher Ana Santiago, que vieram de Goiás. Ficava na chapada e era banhada pelo ribeirão do mesmo nome, local de antiga mineração;

8 - FAZENDA ENGENHO VELHO - Foram seus primitivos donos Maria Pimentel Barbosa e Eduardo Antonio Roquete Franco. Maria P. Barbosa era filha do Comendador Joaquim P. Barbosa;

9 - FAZENDA OLHOS D'AGUA - Seus primeiros proprietários foram D. Francisca Pimentel Barbosa( Siá Ci) e Joaquim Antonio Roquete Franco;

10 - FAZENDA DO MOTA - O primitivo dono desta fazenda foi o português José Antonio da Mota, casado em Paracatu com D. Ana Clara Chaves, e que levou o seu nome. Posteriormente, passou a pertencer ao Dr. Joaquim Pedro de Melo ( que era filho natural do Comendador Joaquim Pimentel Barbosa) e a sua esposa, e também sua sobrinha, Josefa Roquete Franco.

Fonte: Folhas Antigas, de Gastão Salazar Pessoa.

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1- Joaquim Lourenço Mundim, casado com Perpetua Leocádia Pereira de Barros, filha legítima do capitão José Pereira de barros, natural da cidade de Braga, Portugal e de Maria Antunes Claro; neta paterna de Manoel Antônio Pereira de Barros e de Antônia da Costa. Família miscigenada na origem em Paracatu.

Filhos descobertos:

1-1 Mathias Lourenço Mundim, falecido em 08/12/1834; casado com Lúcia de Sousa Dias.
Inventário: 2ª Vara 1835/1836.

Filhos:

1-1-1 Maria de Sousa Mundim, 7 anos;

1-1-2 Elias de Sousa Mundim, nascido em 1829 e falecido em 26/09/1879; casado duas vezes: 1ªvez com Maria Leocádia da Conceição em 29/04/1855:
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