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GENERAL ARMANDO CAVALCANTI - COSTADOS PARACATUENSES

UM DOS GRANDES DA MPB
Armando Cavalcanti de Albuquerque desde a infância mostrou interesse pela música, mas, talvez influenciado pelo pai, seguiu a carreira militar e foi reformado como General. Considerado um dos expoentes do grupo dos capitães da música popular brasileira, jovens oficiais do Exército nos anos de 1950 e 60 dedicados à MPB. Na década de 1940, começa sua carreira musical e em parceria com Klécius Caldas cria canções de grande sucesso na época e também nas décadas seguintes. A maioria de suas composições foi em parceria com Klécius Caldas, sendo que a primeira “O velho bar”, foi lançada por Francisco Alves e gravada por Helena de Lima.
De sua vasta obra musical, seus maiores sucessos foram a canção “Feliz natal” e as marchas “Maria candelária”; “Maria escandalosa”; “A lua é dos namorados”; “A lua é camarada”; “Cigarro de paia”; “Boiadeiro”; “Máscara da face”; “Piada de salão” e “Somos dois”. Gravaram suas canções, dentre outros, Francisco Alves, Dick Farney, Helena de Lima, Linda e Dircinha Batista, Ângela Maria, Blecaute e Luiz Gonzaga.
GENEALOGIA
Armando Cavalcanti era filho do também General de Exército Pedro Cavalcanti de Albuquerque e de Dona Carolina Ulhoa Albuquerque, neto paterno do Dr. Francisco Paraíso Cavalcante de Albuquerque, natural da Paraíba, e de ANA PIMENTEL DE ULHÔA, natural de Paracatu, Minas Gerais, e por esta, bisneto do Tenente Coronel DOMINGOS PIMENTEL DE ULHÔA e de DONA CÂNDIDA DE MELO ÁLVARES. Nasceu em 19/04/1914, em Recife, Pernambuco e faleceu em 15/05/1964, aos 50 anos de idade, no Rio de Janeiro.
Fonte: Dicionário Cravo Albin da MPB.
Texto elaborado por José Aluísio Botelho, em março de 2007.

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Texto José Aluísio Botelho
Pesquisas Eduardo Rocha 
Colaboração Mauro César da Silva Neiva


Família iniciada em Paracatu com o casamento do tenente Joaquim José de Santana e Dona Maria Peixoto. Não descobrimos a data em que se deu o enlace, bem como não sabemos a naturalidade e ascendência do casal. Filho descoberto:
1 – Capitão João José de Santana, nascido por volta de 1814, pouco mais ou menos, criado e educado com esmero pela tia paterna Dona Florência Maria de Santana, tornou-se um rico capitalista, comerciante na Rua do Calvário e fazendeiro; foi vereador do município; falecido em abril de 1895. Esparramado genearca, casou três vezes, deixando 14 filhos dos três leitos.
Com Luiza de Jesus de Afonseca Costa, nascida em 21/06/1816, filha de Antonio Joaquim da Costa, falecido em Araxá aos 31/12/1839, e de Caetana de Afonseca e Silva, 

  teve os filhos:

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