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VELHOS TRONCOS PARACATUENSES: LOUREIRO GOMES


PARÓQUIA DE SANTO ANTÔNIO DA MANGA DE PARACATU
Assento de casamento constante da folha 60, do livro de 1852 a 1859 - TRANSCRIÇÃO: “Aos dezesseis de Novembro de mil oitocentos e cinquenta e quatro, feitas as diligências do estillo, depois de confessados e preparados com o Sacramento da Eucaristia, em casa do Senhor Doutor Joaquim Pedro de Melo, o Reverendíssimo Senhor provisor em presença das testemunhas José Thomaz Pimentel Barbosa e Augusto Pimentel Barbosa, juntou em matrimônio por palavras de presente aos Nubentes Antonio Loureiro Gomes e Dona Zenóbia Pimentel Barbosa, o nubente filho legítimo do Sargento Mor Alexandre Loureiro Gomes já falecido e de Dona Ana Santiago Loureiro e nascido e batizado na Freguezia de São José do Norte, Bispado de Goyaz, e a nubente filha legítima do Commendador Joaquim Pimentel Barbosa já falecido e de Dona Anna Maria de Mello Pimentel, e nascida e batizada nesta freguesia de Santo Antonio da Manga, Bispado de Pernambuco e logo lhes deo as Bênçãos Nupciaes na forma do Ritual Romano. Do que para constar mandou fazer este assento em que se assigna.” Cônego Miguel Archanjo Torres. (TRANSCRIÇÃO)
Esse casamento, cuja certidão é transcrita acima, preservando a grafia da época, dá início à família Loureiro em Paracatu, liados aos Pimentéis Barbosa.
Vamos voltar no tempo para contar resumidamente a história do casal.
Na Imperial cidade de Ouro Preto, a 1º de fevereiro de 1835, solenemente se instalou a Assembleia Provincial de Minas gerais.
Conforme informação dos jornais da época constou no programa das festividades a representação da peça teatral intitulada “Zenóbia no Oriente”, alusiva à famosa rainha de Palmira.
Como deputado à legislatura inaugural, o comendador Joaquim Pimentel Barbosa assistiu aquela representação.
Na Vila de Paracatu do Príncipe, dias antes, a 27 de Janeiro de 1835, nasceu à penúltima das filhas do comendador Pimentel Barbosa e de Dona Ana Maria de Melo Franco: um belo nome lhe puseram – ZENÓBIA.
Zenóbia Pimentel Barbosa descendia de velhas estirpes de lusitanos e paulistas, enraizadas na região sertaneja da Capitania do Ouro, desde os primórdios da mineração. Pela linha paterna descendia ela, dos Pimentéis Barbosa e Moura Portela, aparentados dos Soares de Sousa, todos portugueses. Pela materna, descendia dos Melo Franco, portugueses, e dos Oliveira Caldeira, paulistas, aparentados com os Costa e os Pacheco, também paulistas. Dona Zenóbia foi filha do Comendador Joaquim Pimentel Barbosa e de Ana Maria de Melo Franco, neta paterna do Capitão Mor Domingos José Pimentel Barbosa e de Mariana Bárbara de Moura, neta materna de Manoel da Costa Cardoso e de Bárbara de Melo Franco.
Na Matriz de São José do Tocantins (antigo São José do Norte, atual Niquelândia, Goiás), a três de maio de 1820, às cinco horas da tarde, realizou-se o casamento de sargento mor Alexandre Loureiro Gomes, natural de Vila Boa de Goiás, filho de Alexandre Gomes Loureiro, com D. Ana Antonia Santiago. Estes foram os pais de Antonio Loureiro Gomes, também ali nascido a 31 de Março de 1822.
Alexandre Loureiro Gomes descende, provavelmente, de Manuel José Loureiro, português e genearca da família Loureiro em Goiás. D. Ana Antônia Santiago, nascida em São José do Tocantins, a 13 de Junho de 1804, era filha do alferes Antônio Francisco Santiago, já falecido por ocasião do casamento dela, e de D. Áurea Maria dos Anjos, que, segundo tradição oral e avoenga, descendia dos índios Caiapós, que habitaram as margens dos rios Tocantins e Araguaia. D. Áurea faleceu em 1843.
Pois bem, deixando a família em São José do Tocantins, o sargento mor Alexandre Loureiro Gomes veio, com a esposa e filho, para Paracatu, onde adquiriu moradia, que ficava na Rua das Flores, e nela faleceu o sargento mor após ter contraído uma “febre perniciosa” na fazendo Babão, de sua propriedade, banhada pelo ribeirão do mesmo nome, célebre pela produção de ouro na época da mineração.
Faleceu ele a 11 ou 12 de Março de 1853, e foi sepultado na Igreja Matriz.
Na viuvez, D. Ana Santiago adquiriu a fazenda “Brocotó”, uma das melhores da vasta comarca de Paracatu, que pertenceu primitivamente ao tenente-coronel Teodósio Caetano de Moraes, parente de D. Zenóbia. A Fazenda Brocotó foi adquirida em praça pública, vejamos o relato: "Dona Ana Antonia Santiago em virtude do Decreto nº1318 de 30/01/1854 e da Lei nº601 de 19/9/1850 (Lei de Terras), apresenta para registro a fazenda denominada Brocotó, arrematada em juízo nesta cidade em primeiro de julho de 1856 por execução que a fazenda Nacional moveu ao ex- Coletor Domingos José Pimentel Barbosa, data em que era findo o primeiro e segundo prazo para serem registradas as terras, ignorando o arrematante que o primeiro procurador tinha deixado de dar o registro porque não estava presente". O registro foi então firmado devidamente. Faleceu D. Ana Antônia Santiago, em 14 de Fevereiro de 1897, aos noventa e três anos.
Do casamento entre ANTÔNIO LOUREIRO GOMES E ZENÓBIA PIMENTEL BARBOSA, doze foram os seus filhos: 

1 – Ana Leonor Loureiro Gomes (1855 - 13/02/1880), foi a primeira esposa do Desembargador João Emílio de Resende Costa, (1845 - 1911); filhos:

1.1 - Josefa Leonor de Rezende Costa, 1876 - 1898;
1.2 - Arnoldo de Rezende Costa, militar e fazendeiro;
1.3 - Argemiro de Rezende Costa, advogado e político mineiro, 1878 - 1965;
1.4 - Lídia de Rezende Costa, 1879 - 1927;
1.5 - Ana Eleonora de Rezende Costa (?); 

2 – Maria da Glória Loureiro Gomes, esposa do Dr. Caetano Alberto da Fonseca Lima (Tejipió, Recife,1848 - Paracatu, 1883); foi Juiz Municipal em Paracatu; filhos: 

2.1 - Francisco Alberto da Fonseca Lima, 1877 - 1914; casado com Ermelinda de Siqueira Torres; ver descendência Aqui;
2.2 - Julieta Margarida de Lima, ? - 1956; faleceu solteira, sem descendentes;
2.3 - Antonio da Fonseca Lima, nascido em 1881 e falecido em 1908, solteiro, sem descendentes;
2.4 - Idalina Cândida de Lima, 1882 - 1971; foi casada com o capitão José Jacinto da Silva Botelho; ver descendência Aqui;

3 - Estanislau Loureiro Gomes, casado com a professora D. Augusta Ulhoa Vilela; filhos:

3.1 - Paulo Vilela Loureiro, falecido solteiro, sem sucessão;
3.2 - Ana Vilela Loureiro, falecida solteira, sem sucessão;
3.3 - Zenóbia Vilela Loureiro, falecida solteira, sem sucessão;
3.4 - Adelina Vilela Loureiro, falecida solteira, sem sucessão;

4 – Urbana Loureiro Gomes, Paracatu,1860 - Rio de Janeiro,1948; foi a segunda esposa do Desembargador João Emílio de Resende Costa; filhos:

4.1 - Maria de Rezende Costa, 1855 - 1959;
4.2 - Adelaide de Rezende Costa, 1866-1968;
4.3 - Mariana de Rezende Costa, falecida em 1972;
4.4 - João de Rezende Costa, 1889 - 1972;
4.5 - Mercedes de Rezende Costa, 1890 - 1965;
4.6 - José de Rezende Costa, 1891 - ?;
4.7 - Urbano de Rezende Costa, 1893 - 1983;
4.8 - João Baptista de Rezende Costa, 1896 - 1968;
4.9 - Dolores de Rezende Costa, 1897 - 1993;
4.10 - Abel de Rezende Costa, 1899 - 1963;
4.11 - Josefa de Rezende Costa, 1900 - 1986;


5 - Paulina Benigna Loureiro Gomes, Paracatu, 22/06/1862 - Rio de Janeiro, 1950; foi casada com o Dr. Pedro Salazar Moscoso da Veiga Pessoa ( Recife, 1864 - Araguari,1923), Juiz em Paracatu; filhos:

5.1 - Gastão Salazar Pessoa, 1888 - 1972;
5.2 - Pedro Salazar Pessoa Filho, falecido em Uberlândia em 30/06/1981;
5.3 - José Maria Salazar Pessoa, 1891 - 1963;
5.4 - Joaquim Pedro Salazar Pessoa;
5.5 - Mário Salazar Pessoa;
5.6 - Antonio Loureiro Salazar Pessoa, 1896 - 1963 ;
5.7 - Maria José Salazar Pessoa;
5.8 - Paulo Salazar Pessoa;
5.9 - Maria de Lourdes Salazar pessoa; 

6 - Professor Antônio Loureiro Gomes Junior, Paracatu, 27/03/1864 - Belo Horizonte,1936; foi casado com Ana Deolinda Vieira Loureiro, falecida em Paracatu em 1903; filhos:

6.1 - Antonio Arnaldo Loureiro Gomes (sô Moleque), 01/06/1886 - 1983;
6.2 - Maria Loureiro Gomes, falecida em 1953;
6.3 - Ana Leonor Loureiro Gomes, 1902 - 1973;
6.4 - Manoel Loureiro Gomes, 1903 - 1977; 
6.5 - Mercedes Loureiro Gomes (Baninha);
6.6 - Geni Loureiro Gomes;

7 – Alexandrina Loureiro Gomes, nascida cerca de 1866, casada com o capitão Francisco Garcia Adjuto, nascido em 1860, e falecido em 1915; filhos:

7.1 - Otávio Loureiro Garcia Adjuto, Paracatu, 1886; foi casado com Florinda Durães Brochado, com sucessão;
7.2 - José Luiz Loureiro Garcia Adjuto, Paracatu, 15/06/1888 - Unaí, 01/04/1983; foi casado com Zulmira Durães Brochado, com sucessão;
7.3 - Maria José Loureiro Garcia Adjuto, Paracatu,1889 - Belo Horizonte, 27/04/1972; foi casada com Frederico de Oliveira Campos, com sucessão;
7.4 - Maria da Conceição Loureiro Adjuto, Paracatu,1892 - Brasília, 1977; foi casada com Francisco Jacinto da Silva Botelho, com sucessão;
7.5 - Lídia Loureiro Adjuto, Paracatu, 1893 - 1993; foi casada com Mário do Nascimento Botelho, com sucessão;
7.6 - Ana Loureiro Adjuto, Paracatu, 1895 - Belo Horizonte, 23/02/1956; solteira sem sucessão;

7.7 - Antonio Loureiro Adjuto, major Loureiro; solteiro sem sucessão;
7.8 - Teresa Loureiro Adjuto, Paracatu,1905 - Belo Horizonte,1978; foi casada com seu primo Jair de Rezende Dantas, (1904 - 1961), com sucessão;

7.9 - Odete Loureiro Adjuto, nascida em 03/04/1900; foi casada com o Dr. Dionysio Silveira e Sousa, jornalista, Procurador da República; filhos:
7.9.1 - José Adjuto Silveira (Zé Silveira), casado com descendência;
7.9.2 - Carmen Adjuto Silveira, casada com o General Jorge de Sá Freire Pinho, nascido em 1920; com descendência;
7.9.3 - Lourdes Adjuto Silveira, casada com o General Fábio Lemgruber; com descendência;
7.9.4 - Aluísio Adjuto Silveira, casado com Fúlvia Silveira;
7.9.5 - Dionysio Adjucto Silveira, nascido em 20/08/1926; casado com Orita Bello Lage; filhos:
7.9.5.1 - Mônica Lage Silveira, advogada; filha:
7.9.5.1.1 - Thaís Lage da Silveira Oliveira, nascida em 16/08/2000;
7.9.5.2 - Marta Lage Silveira Pereira, casada com Ataualpa Antonio Pereira Filho;
7.9.5.3 - Ronaldo Lage Silveira, falecido em 05/09/2015;
7.9.5.4 - Maurício Lage Silveira, casado com Jussara Justen Silveira; filhos:
7.9.5.4.1 - Gustavo Justen Silveira, falecido em 05/03/2009;
7.9.5.4.2 - André Justen Silveira, nascido em 21/10/1992;

8 – Luísa Loureiro Gomes, nascida em 1870 em Paracatu e falecida em 16/08/1943 em Belo Horizonte, casada com Arthur Vilela nascido em Paracatu em 1871 e falecido em Belo Horizonte aos 28/03/1936, comerciante; filhos:

8.1 - Maria José Loureiro Vilela, falecida em 1966, Belo Horizonte;
8.2 - Luiz Gonzaga Loureiro Vilela, falecido em 1985, Belo Horizonte;
8.3 - Rosa Loureiro Vilela, falecida em 1987, Belo Horizonte;
8.4 - Paulina Vilela, falecida em 1992, Belo Horizonte;
8.5 - Maria da Glória Loureiro Vilela, falecida em 2006, Belo Horizonte;
8.6 - José do Patrocínio Vilela, nascido em 1907 e falecido aos 23/04/1999, Belo Horizonte;

9 – Julieta Carolina Loureiro Gomes, falecida em 1935; casada com Trajano Antonio Roquete Franco, negociante, nascido em 1858 e falecido em 27/03/1891; filhos:

9.1 - Elvira Loureiro Roquete, nascida em Paracatu em 1887 e falecida solteira em Belo Horizonte aos 17/05/1975;
9.2 - Julieta Loureiro Roquete, nascida em Paracatu em 1889 e falecida solteira em Belo Horizonte aos 16/05/19739;
9.3 - Engenheiro Santos Roquete, nascido em 1891; infortunado, em 1934, assassinou seu primo o tabelião Joaquim Álvares da Silva Campos, motivado por litígio de terras; a última notícia que dele tivemos foi sua condenação em fevereiro de 1936, com internação no manicômio judiciário de Barbacena; foi casado com Júlia Adjuto Pinheiro;


10 – Alexandre Loureiro Gomes, solteiro, sem sucessão;

11 – Zulmira Loureiro Gomes, nascida em Paracatu em 1875, e falecida em Belo Horizonte aos 14/04/1943; casou em 1890 com o Dr. Martinho Álvares da Silva Campos, nascido em Pitanguy, aos 16/09/1857, e falecido em Paracatu aos 05/06/1922, onde exerceu o cargo de Juiz de Direito por 30 anos ininterruptos; filhos:

11.1 - Francisco Álvares da Silva Campos, nascido em 14/10/1891 em Paracatu; foi casado com Ana Torres Brochado, sem sucessão;
11.2 - Iná Álvares da Silva Campos, natural de Paracatu, solteira; 
11.2 - Carlos Álvares da Silva Campos - Paracatu, 02/02/1893 - Belo Horizonte,26/05/1955; foi casado com Maria das Dores Brochado, falecida em 1980;
11.3 - Maria Álvares da Silva Campos - Paracatu, 11/3/1898 - Belo Horizonte, 22/03/1973; foi casada com Antonio Carneiro de Abreu, 1885 - 13/02/1957 ;
11.4 - Joaquim Álvares da Silva Campos - Paracatu, 4/10/1899 - 12/12/1934; foi casado com Anita de Moura Santiago, com sucessão;
11.5 - Manoel Álvares da Silva Campos - Paracatu, 01/07/1901;
11.6 - Martinho Álvares da Silva Campos - Paracatu, 13/11/1902; foi casado com Elizeta Bueno, com sucessão;
11.7 - Ana Álvares da Silva Campos - Paracatu, 2/7/1906 - Belo Horizonte,09/02/2001; foi casada com Carlos Ferreira Tunes, com sucessão;
11.8 - José Domingos Álvares da Silva Campos - Paracatu, 4/8/1907 - ?; foi casado com Nadir Mendonça Campos, com sucessão;
11.9 - Geraldo Álvares da Silva Campos - Paracatu, 30/10/1908 - 15/3/1982; foi casado com Joviana Neiva, com sucessão;
11.10 - Antonio Álvares da Silva Campos - Paracatu, 1911 - Belo Horizonte, 02/03/1997; foi casado com Maria do Espírito Santo Fernandes, falecida em 15/7/2009, com sucessão;
11.11 - Zulmira Álvares da Silva Campos, Paracatu, 6/2/1912 - ?; foi casada com Guilherme dos Reis Jr., com sucessão;

11.12 - Salvador Álvares da Silva Campos - Paracatu, 11/10/1916 - Belo Horizonte,11/07/1970; solteiro;
11.13 - Bento Álvares da Silva Campos - Paracatu, 14/4/1918 - Montes Claros, 3/9/1984; foi casado com Teresinha Peres, com sucessão;
11.14 - Jacinto Álvares da Silva Campos - Paracatu, 24/11/1920 - ?; foi casado com Estela de Araújo Campos, com sucessão;
11.15 - Iná Álvares da Silva Campos (?), natural de Paracatu, falecida solteira ;
11.16 - Zenóbia e José, falecidos na primeira infância;

12 – Professora Olindina Loureiro Gomes, nascida em Paracatu, aos  07/04/1877; faleceu solteira em Belo Horizonte aos 29/05/1965; sem geração.
                                                            ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Finalizando a breve história de vida do casal, após a morte da mãe, e sendo filho único, Antônio Loureiro Gomes assumiu a administração da fazenda Brocotó, para onde se mudou após a queda da monarquia de que era partidário, não se conformando com o novo regime. Viveu sua última década de vida insulado na fazenda, aonde viria falecer no alvorecer do século vinte, a 31 de Dezembro de 1901, com setenta e nove anos de idade, sendo sepultado em 1º de Janeiro de 1902, no Cemitério de Santa Cruz, em Paracatu.
D. Zenóbia sobreviveu-lhe 22 anos, vindo a falecer aos oitenta e oito anos de idade, a 30 de maio de 1923, sendo sepultada no jazigo da família, no Cemitério de Santa Cruz..

Nota 1 - curiosa e coincidentemente, cinco filhas do casal casaram com homens com formação universitária, todos eles eram bacharéis em direito e se tornaram juízes no decorrer da vida profissional, propiciando que alguns de seus descendentes se sobressaíssem nas diversas áreas do saber, bem assim na política.
Nota 2 - O sobrenome Loureiro Gomes se extinguiu em Paracatu, apesar da enorme descendência que continua nos dias atuais;
Nota 3 - Por se tratar de pesquisas genealógicas, esse artigo é revisado periodicamente, com correções e acréscimos. 

Para saber mais: leia nesse blog os artigos:
Professor Antonio Loureiro Gomes Junior 
Por José Aluísio Botelho, em Novembro de 2009. Última atualização em março de 2017.

Fonte principal: Folhas Antigas (manuscritos) , de Gastão Salazar Pessoa, 1970.

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