Pular para o conteúdo principal

OUVIDOR FRANCISCO GARCIA ADJUTO

Por José Aluísio Botelho


MAGISTRATURA E POLÍTICA

O Dr. Francisco Garcia Adjuto, Bacharel em Direito Canônico pela Universidade de Coimbra, habilitou-se para os Lugares de Letras, obrigatório para o exercício da Magistratura no Reino Português, em 14 de novembro de 1809 (1). A partir de então exerceu cargos no judiciário de Lisboa no decorrer da década de 1810. Não sabemos a data exata de sua vinda para o Brasil, mas, em 13 de maio de 1821, foi nomeado Ouvidor geral de Vila Rica (Ouro Preto). Contudo, diante das incertezas políticas que antecederam a Independência do Brasil, em 18 de novembro do mesmo ano, ele é suspenso do cargo com as justificativas de “não haver jurado a Constituição e de ter praticado atos anticonstitucionais, bem como se entregado a Escrivães que o dirigiam nos despachos ainda que os mais triviais, e propagava uma doutrina aos seus amigos, que poderia produzir faustíssima consequências na maior parte do povo” (2). No mesmo período ele é apontado como “participando de reuniões secretas, juntamente com o ex-governador Manuel de Portugal e Castro, na casa de um francês de nome Paschoal” (3). Na verdade a sua suspensão do cargo foi revista, pois continua no cargo, e em 1824, com o primeiro Governo Provincial instalado sob a presidência de José Teixeira e Vasconcelos, aliás, o mesmo que o havia demitido anos antes, ele aparece corroborando e apoiando um movimento das Irmandades de Ouro Preto, para a restauração da Igreja da Matriz do Rosário, que se encontrava muito mal conservada. Permaneceu no cargo até 1826. A 12 de outubro deste mesmo ano é nomeado Ouvidor da Vila de Paracatu do Príncipe, tomando posse no início de 1827. Foi o quarto e último ouvidor da Comarca, pois o cargo seria extinto em 1831, com a reforma do poder judiciário e a criação dos cargos de Juízes de Direito. É nesse período que sua atuação como magistrado ganha relevância, em momento de grandes turbulências políticas nas disputas pelo poder na esfera local, a Câmara, e regional, a Presidência da Província. As representações dirigidas pela Câmara de Paracatu ao governo provincial, relatavam diversos problemas envolvendo desde o tabelionato de alguns distritos até, e principalmente, a magistratura, em particular o Ouvidor da Comarca, Dr. Francisco Garcia Adjuto, tido na ótica do Dr. Bernardo Pereira de Vasconcelos como “um dos magistrados mais arbitrários da província”, patrocinando a arbitrariedade de alguns Juízes Ordinários dos julgados setentrionais do Desemboque, Araxá e São Romão. Na tentativa de criação de um bloco regional alternativo, instigada pelo poder judiciário, e até por políticos e proprietários baianos interessados na criação da Província do São Francisco, esses julgados negavam-se a prestar submissão, no que a lei determinava, declarando completa autonomia, tanto em relação ao poder civil municipal, quanto ao poder provincial. Nesse contexto, o Ouvidor Adjuto teve papel preponderante, favoravelmente ao pleito desses julgados, como se pode concluir através dos fatos relatados pelo Juiz de Paz de São Romão e enviados ao Conselho, em que o “Ouvidor Geral e Corregedor da Comarca de Paracatu, entrando com o juiz Ordinário e de Órfãos, com o Fiel do Registro do Rio das Velhas da parte da Província de Goiás, seis soldados da mesma província, e muitos outros, proclamara que esse território não pertence ao Termo da Vila de Paracatu, nem à Província de Minas Gerais, e declarando ter ali vindo para castigar os funcionários públicos nomeados pela Câmara de Paracatu, atacou com ameaças e palavras descompostas ao fiscal Dezidério Mendes dos Santos, prendeu sem culpa formada e conservou em prisão por dez dias ao Procurador Simão Ferreira de Figueiredo, e mandou prender ao Porteiro do Fórum pelo fato de publicar Editais da Câmara de Paracatu”. Apesar da gravidade do caso, a Comissão de Representação fica impossibilitada de arbitrar sobre o assunto por falta de provas (4). O Dr. Francisco Garcia Adjuto reaparecerá no poder judiciário de Paracatu, ao ser nomeado Juiz de Direito substituto pela Câmara Municipal em 1839, permanecendo até 1842. Com o surgimento da Revolta Liberal em Minas Gerais, os adeptos do Partido Liberal, em maioria na Câmara Municipal de Paracatu, o confirmaram no cargo de Juiz de Direito interino da Comarca. A partir daí, com a derrota dos Liberais, e o seu consequente afastamento do cargo, não se obteve mais informações sobre o velho Ouvidor (5).

GENEALOGIA

A) - Origem dos Sobrenomes:

Garcia – Apelido patronímico derivado do nome próprio Garcia, que no idioma godo significa: ”príncipe de vista agraciada”;
Adjuto – Do latim “adjuctus”, que significa “ajudado por Deus”.

B) - Costados – Francisco Garcia Adjuto nasceu em 16 de Janeiro de 1787, batizado a 21 do mesmo mês na Igreja de Santa Engrácia, freguesia do mesmo nome, Campo de Santa Clara, Lisboa, Portugal, filho de Francisco Garcia, natural do Reino da Galiza, Espanha, e de Dona Anna do Carmo, natural de Lisboa; neto paterno de outro Francisco Garcia e de Dona Maria Delfina, ambos naturais daquele Reino da Galiza, neto materno de Francisco Vitorino [ilegível], natural de Vila Nova de Cerveira, Viana do Castelo, Portugal, e de Dona Germana Rosa, natural de Lisboa, Portugal.

                                     Batismo - Francisco Garcia Adjuto

C) - Casamento e descendência – Francisco Garcia Adjuto casou com Gertrudes de Oliveira Campos em 1828, filha de Inácio de Oliveira Campos e de Bárbara Umbelina de Sá e Castro; neta paterna do Mestre de Campo Inácio de Oliveira Campos (1744-1804) e de Joaquina Bernarda de Abreu Castelo Branco (1752-1824), a lendária Dona Joaquina do Pompeu. Filhos do casal:

  A - Capitão Francisco Garcia Adjuto, nascido em 1829 e falecido em 08/08/1879 em Paracatu; consorciou - se com sua prima Ana Cornélia de Abreu Castelo Branco, falecida em 1918; imagem ilustrativa:                                      

                                    Óbitos - Matriz de Santo Antonio - Paracatu


           

Filhos:
1 - Mariana Garcia Adjuto, nascida em 23/01/1854; sem mais notícias;
2- Josefina Luiza Garcia Adjuto, 1857 - 1922;  falecida solteira, sem descendência;
3 – Coronel Rodolfo Garcia Adjuto, abastado fazendeiro em Paracatu, falecido em 31/07/1918; casou com Joana Carneiro de Mendonça. Filhos: 
3.1 - Francisco Carneiro Adjuto. Casou em 1903 com sua prima Zaíra Adjuto Victor Rodrigues, filha do médico dr. Josias Leopoldo Victor Rodrigues, natural de Catalão, Goiás e falecido precocemente em Sacramento, Minas Gerais, e de Amélia Garcia Adjuto;
3.2 - Lindolfo Carneiro Adjuto,casado com Angélica Porto, nascida em 1894, filha do coronel Ricardo Serafim da Costa Porto e de sua segunda mulher Júlia Batista Franco Ribeiro;
3.3 - Maria Carneiro Adjuto. Foi casada com Osório Jacinto da Silva Botelho;
3.4 - Augusta Carneiro Adjuto. Foi casada com Raul Jacinto da Silva Botelho;
3.5 - José Carneiro Adjuto. Foi casado com Djalmira Lepesqueur;
Obs.: todos com descendência;

4 – Alonso Garcia Adjuto, nascido e batizado na freguesia de Santana dos Alegres (atual João Pinheiro), distrito de Paracatu, em 1865, e falecido no Rio de Janeiro em 05/12/1897; intelectual erudito, advogado, filósofo. Notável linguista, dominava 14 idiomas fluentemente; professor de grego e inglês; casado em 15/06/1892 no Outeiro da Glória, com Carolina Eliza de Sousa Adjuto, nascida e batizada na freguesia da Candelária, Rio de Janeiro em 1870 e falecida em 24/09/1954, filha de Antonio Teixeira da Costa e Sousa e de Eliza Flausina Duarte e Sousa. 
                                                                                                 Casamento Alonso Adjuto e Carolina


Filha descoberta:
4.1 - Eugênia Adjuto Porto, casada  em 20/06/1918 com o médico Mário Faustino Porto, natural do Recife, filho do professor comendador José Faustino Porto, abolicionista, político, industrial, e lente de inglês no antigo Ginásio Pernambucano, em Recife, falecido no Rio de Janeiro em 13/04/1918 e de Maria Luiza Vaz Porto, falecida no Rio de Janeiro em 1927; filhos descobertos:
4.1.1 - José Adolfo Faustino Porto, médico;
4.1.2 - Fernando Faustino Porto, médico;
4.1.3 - Antonio Faustino Porto Sobrinho, advogado; 
4.1.4 - Mário Faustino Porto Filho, engenheiro;

5 – Antônio Garcia Adjuto, nascido em 7 de março de 1867, advogado formado em 1890 em São Paulo, jornalista foi promotor público em Araxá, onde casou a 23 de janeiro de 1891 com Ana Severiana da Rocha, filha do coronel Severiano Raimundo da Cunha ( Araxá, 1836 - Uberaba, 1906), filho de Domingos Raimundo da Cunha e de Maria Cândida de Jesus, naturais de Sacramento, e de Dona Ana Tereza Botelho Rocha, falecida em 09/07/1918 em Uberaba, filha de Tomé Francisco da Silva Botelho, tio-avô do Coronel Fortunato Botelho, de Paracatu, e de outra Ana Tereza da Rocha. Posteriormente, radicou-se em Uberaba, onde foi jornalista, vereador e prefeito municipal; eleito Deputado Federal pelo sexto distrito em 1909, mudou-se para o Rio de Janeiro onde residiu durante o mandato. Por último radicou no então estado de Mato Grosso, inicialmente em Corumbá onde advogou para o Município. Por fim, fixou residência em Cuiabá, capital do estado, onde se notabilizou como jurista: advogado liberal, foi fundador da seccional da OAB, professor da Faculdade de Direito de Cuiabá e membro do Tribunal Regional Eleitoral. Faleceu em Corumbá, onde estava em tratamento de doença grave, aos 15/10/1935. Filho que descobri:

5.1 - Dr. Aníbal Garcia Adjuto, nascido a 26/02/1905 em Uberaba, médico, radicado em Itu, São Paulo;

Nota: outros filhos do Coronel Severiano Raimundo da Cunha, ainda vivos em 1906: 

1 - Joaquim Raimundo Botelho, assassinado em Uberaba em 1910;
2 - Virgílio Raimundo Botelho;
3 - Frederico Raimundo da Cunha;
4 - José Raimundo Botelho;
5 - Maria Severiana da Rocha da Silva, casou aos vinte anos, a 21/04/1884 em Santa Juliana, com o Capitão Augusto Teixeira Álvares, natural de Araxá, falecido em 1899; viúvo de Balbina da Afonseca e Silva; em 1912, vivia com os filhos em Uberaba, MG;
6 - Teodora Severiana da Rocha, casada em 1894 com o coronel Antonio Moreira de Carvalho;
   
6 – Capitão Francisco Garcia Adjuto (Seu Zuto), por seu casamento com Alexandrina Loureiro Gomes, é o tronco dos Adjuto de Unaí – Mg; faleceu em 1915 aos 54 anos.

Para saber mais, leia AQUI;

  7- Gabriela Garcia Adjuto, que foi casada com Antonio Pinheiro; filhos:

7.1 - Eutália Adjuto Pinheiro, casada com descendência:
7.2 - Jaqueline Adjuto Pinheiro;
7.3 - Alderico Adjuto Pinheiro, casada com Blandina Gonçalves de Ulhoa, com descendência;
7.4 - Zenaide Adjuto Pinheiro;
7.5 - Antonio Adjuto Pinheiro, casado em 1921 com Lídia Carneiro de Mendonça, natural de São Paulo, filha do coronel João Carneiro de Mendonça e de Mariana de Abreu Castelo Branco;
7.6 - Del Duque Adjuto Pinheiro;
7.7 - Valdemiro Adjuto Pinheiro;
7.8 - Ana Adjuto Pinheiro;
7.9 - Júlia Adjuto Pinheiro, casada com Santos Loureiro Roquete, sem descendência;

  8- Amélia Garcia Adjuto, foi casada com o Dr. Josias Leopoldo Vítor Rodrigues, falecido em Sacramento, Minas Gerais; filhos:
8.1 - Dirceu Adjuto Victor Rodrigues, radicado em São Paulo;
8.2 - Zaíra Adjuto Victor Rodrigues, casada com seu primo Francisco Carneiro Adjuto - 3.1;
8.3 - Marieta Adjuto Victor Rodrigues, falecida solteira;

  9- Júlia Garcia Adjuto, foi casada com José Veloso de Resende; filhos:

9.1 - Átila Adjuto Veloso de Resende;
9.2 - Ário Adjuto Veloso de Resende;
9.3 - Azária Adjuto Veloso de Resende;
9.4 - Armênia Adjuto Veloso de Resende;
9.5 - Anita Adjuto Veloso de Resende;
9.6 - Anúbis Veloso de Resende; estudou durante o ano de 1898 no Seminário Santa Cruz, em Goiás Velho; foi retirado pelo pai em novembro do mesmo ano, com justificativa de estar mudando com a família para São Paulo;


  B - Inácio Garcia Adjuto, nascido em Paracatu aos 07/09/1830. Casou em São Romão, MG, com Florinda Joaquina de Macedo, nascida em 14/03/1833. Dessa união, houve as filhas:

1 - Idalina Garcia Adjuto, nascida em 21/03/1857; com descendência;
2 - Gertrudes Garcia Adjuto, com descendência.

Nota - consta ter sido ele assassinado em São Romão.


Fontes: 
 
(1) – Processo de Habilitação de Genere – Núcleo Leitura de Bacharéis, letra F, maço 23, doc. 18 – Torre do Tombo, Lisboa, Portugal;
(2) – “Ofício para o Soberano Congresso das Côrtes”, pela Junta Provisória de Governo, in Revista do Arquivo Público Mineiro, CD-ROOM nº2;
(3)- (4) – Artigo: De Comunidades a Nação. Regionalização do poder, localismos e construções identitárias em Minas Gerais (1821-1831), Ana Rosa Coclet da Silva, Almanack Braziliense, novembro de 2005.
(5) – Gastão Salazar, in Folhas Antigas, Rj, 1970. 

Escrito em maio de 2007.
Atualização em janeiro de 2016.

Postagens mais visitadas

NOTAS GENEALÓGICAS - PEREIRA MUNDIM

Por Eduardo Rocha
Colaboração José Aluísio Botelho
Família originária de Mondim de Bastos, Vila Real, norte de Portugal, representada nas minas do Paracatu por Antônio Lourenço Mundim (vide imagem), que obteve sesmaria no ano de 1748 às margens do Ribeirão São Pedro.


1- Joaquim Lourenço Mundim, casado com Perpetua Leocádia Pereira de Barros, filha legítima do capitão José Pereira de barros, natural da cidade de Braga, Portugal e de Maria Antunes Claro; neta paterna de Manoel Antônio Pereira de Barros e de Antônia da Costa. Família miscigenada na origem em Paracatu.

Filhos descobertos:

1-1 Mathias Lourenço Mundim, falecido em 08/12/1834; casado com Lúcia de Sousa Dias.
Inventário: 2ª Vara 1835/1836.

Filhos:

1-1-1 Maria de Sousa Mundim, 7 anos;

1-1-2 Elias de Sousa Mundim, nascido em 1829 e falecido em 26/09/1879; casado duas vezes: 1ªvez com Maria Leocádia da Conceição em 29/04/1855:
"Aos vinte e nove de abril de mil oitocentos e cincoenta e cinco feitas as diligencias do estillo na …

DONA BEJA E O TESTAMENTO DO PADRE

O vigário Francisco José da Silva foi um padre típico do sertão mineiro: fazendeiro abastado, político influente, e mulherengo, como quase todos os padres de seu tempo. Teve participação decisiva na evolução político-administrativo e social da Araxá na época em que lá viveu, entre 1815 e 1845, ano de seu falecimento. Participou, mesmo que discretamente, da Revolução Liberal em Araxá, apoiando seus sobrinhos liberais, liderados pelo coronel Fortunato José da Silva Botelho, no embate político que se travava em Minas nos anos de 1842. Legitimou em cartório em 1831, três filhos, a saber: Pedro Amado de São Paulo, Placidina Maria de Jesus, e Teresa Thomásia de Jesus. Antes, em Dezembro de 1826, ele dita seu testamento escrito pelo advogado paracatuense João de Pina e Vasconcelos, onde declara não ter herdeiros descendentes (sic) e/ou ascendentes por serem falecidos seus pais, e que nomeava como seus herdeiros Antonio Machado de Morais, Pedro Amado de São Paulo, e Teresa Thomásia de Jesus, …

CONEXÃO PARACATU/ARAXÁ: ENTRELAÇAMENTO DAS FAMÍLIAS BOTELHO – JOSÉ DA SILVA – AFONSO DE ALMEIDA - MACHADO DE MORAES E CASTRO - PACHECO DE CARVALHO

Por José Aluísio Botelho
A LONGA JORNADA
O Tenente Gregório José da Silva e Dona Tereza Tomásia de Jesus Botelho, se encontraram em 

OS SANTANA DE PARACATU - MG

Texto José Aluísio Botelho
Pesquisas Eduardo Rocha e Mauro César da Silva Neiva
Família iniciada em Paracatu com o casamento do tenente Joaquim José de Santana e Dona Maria Peixoto.

O CAPITÃO MANOEL PINTO BROCHADO E SEUS DESCENDENTES (Para Paulo Brochado - in memorian)

JOSÉ ALUÍSIO BOTELHO e                                                                 EDUARDO ROCHA                   
O DISTRITO DE RIO PRETO
A povoação do Rio Preto era antiga. Denominada de Ribeira do

FAMÍLIA GONZAGA

GENEALOGIA DA FAMÍLIA GONZAGA – TRONCO DE PARACATU Essa família iniciou-se em 1790, pelo casamento do Capitão Luiz José Gonzaga de Azevedo Portugal e Castro, fiscal da fundição do ouro em Sabará – MG, em 1798, no Rio de Janeiro, com Anna Joaquina Rodrigues da Silva, natural do mesmo Rio de Janeiro, e tiveram oito filhos, listados abaixo: F1 – Euzébio de Azevedo Gonzaga de Portugal e Castro; F2 – Platão de Azevedo Gonzaga de P. e Castro; F3 – Virgínia Gonzaga; F4 – Florêncio José Gonzaga; F5 – VALERIANO JOSÉ GONZAGA; F6 – Luiz Cândido Gonzaga; F7 – José Caetano Gonzaga; F8 – Rita Augusta Gonzaga.

F5 - Valeriano José Gonzaga, natural de Curvelo,Mg, nascido em 21.07.1816 e falecido em 1868 em Paracatu, casou em 21.07.1836, com Felisberta da Cunha Dias, nascida em 15.08.1821 e falecida em 10.08.1910, natural de Curvelo; foi nomeado Tabelião de Paracatu, tendo mudado para o lugar em 1845, aonde tiveram os filhos: N1 - Eusébio Michael Gonzaga, natural de Curvelo, nascido em 21.07.1842 e falecido em 04…