Pular para o conteúdo principal

SÉRIE - PIONEIROS DO ARRAIAL DO OURO 12 - GONÇALVES TORRES

Por José Aluísio Botelho
Eduardo Rocha

Família iniciada com o casamento do Tenente José Gonçalves Torres, natural da freguesia de Nossa Senhora 
da Conceição de Ribeira Branca, distrito de Torres Novas, Arcebispado de Lisboa (vide imagem do batismo da neta Ana), com Josefa de Jesus Paiva, natural da freguesia de Bonsucesso, Bispado de Mariana.
Filhos descobertos:
1 – Teodora Gonçalves Torres. Casou-se com Leonardo Pereira da Silva, natural da Vila de Alcobaça, onde nasceu em 16/10/1725 e falecido em 1781 no arraial de Paracatu, filho de José da Silva e de Josefa Maria da Silva; sem descendência;
2 – Maria Gonçalves Torres, falecida em 18/08/1839; casada com Manoel Vieira Gomes, falecido em 1808, natural da freguesia de Vieira, São Julião de Valpaços, distrito de Braga, filho de Julião Vieira e de Custódia Gomes; sem descendência, em testamento, legou ao sobrinho Antônio de Araújo Ferreira e na sua falta à Antônio de Jesus Barbosa.
Inventário: 1.ª Vara cx. I-01.
Filhos:
2.1 – Leonardo, batizado em 01/11/1774; falecido em tenra idade;
2.2 – Ana, batizada em 16/10/1777; falecida em tenra idade.
Batismo de Ana
3 – Ana Maria Gonçalves Torres, casada com Bento de Araújo Ferreira; filhos descobertos:
3.1 -Tereza Gonçalves Torres; teve a filha natural:
3.1.1 – Ana Francisca, batizada em 16/04/1777.
3.2 Antônio de Araújo Ferreira (ver família Araújo Ferreira), herdeiro universal de sua tia Maria Gonçalves Torres.
4 – Josefa Gonçalves Torres, casada com Antônio Ferreira Braga, nascido por volta de 1730 (em 1792 ele declara ter 62 anos), natural da freguesia de Santa Maria de Ferreiros, Arcebispado de Braga, filho legítimo de Pascoal Ferreira e de Custódia Ferreira, casados aos 02/02/1719 e também naturais da dita freguesia; Antônio Ferreira Braga foi homem importante nos tempos do arraial e muito contribuiu para o seu desenvolvimento: empreiteiro, tornou-se, talvez, o maior arrematador de obras públicas, editadas pela Câmara, tais como construções e reparos de calçadas, ruas, prédios públicos, bem com abertura e conservação de estradas e pontes na zona rural;
Senhores e possuidores da fazenda Lavras do Monjolo.
Inventário: 2.ª Vara cx. 1823.
Filhos conhecidos:
4.1 – Claudiana, batizada em 11/07/1776, e falecida em 20/04/1820; casada que foi com Antônio José da Costa; filho descoberto:
4.1.1 – Ivo José da Costa, casado em 17/12/1829 com Maria Rodrigues da Silva, filha natural de Benta Rodrigues da Silva;
4.2 – José Gonçalves Torres (neto);
4.3 – Padre Joaquim Ferreira Braga, nascido por volta de 1777; com Úrsula Pereira da Silva, teve o filho natural:
4.3.1 – Silvério Ferreira Braga, falecido em 26/12/1849. Comerciante abastado em Paracatu.
Inventário: 2.ª Vara cx. 1859.
Casou duas vezes:
1.ª vez com Francisca Simões da Cunha, falecida em 1830.
2.ª vez com Maria Delfina de Afonseca Coutinho, falecida em 22/04/1868, filha natural de Ana Antônia Simões da Cunha. Deste matrimônio não houve filhos;
Filhos 1.º matrimonio:
4.3.1.1 – Joaquina Ferreira Braga, casada com Marçal de Sousa Landim, falecido em 07/04/1853. 
Inventário: 2.ª Vara cx. 1865.
Filhos:

4.3.1.1.1 – Gertrudes de Sousa Landim, 26 anos, casada 
com Francisco Nogueira Silvares;
4.3.1.1.2 – Salvina de Sousa Landim, 24 anos, casada com Modesto dos Reis Calçado.
Filho:
4.3.1.1.2.1 – João dos Reis Calçado;
4.3.1.1.3 – Maria de Sousa Landim, 23 anos, casada com  Mariano de Araújo Ferreira;
4.3.1.1.4 – Francisca de Sousa Landim, 21 anos;
4.3.1.1.5 – Marçal de Sousa Landim, 19 anos;
4.3.1.1.6 – Alexandre de Sousa Landim, 17 anos;
4.3.1.1.7 – Tomásia de Sousa Landim, 15 anos;
Obs.: idades informadas no inventário.
4.3.1.2 – Gertrudes Ferreira Braga, falecida em 04/08/1890.
Inventário: 2.ª Vara cx. 1891.
Casou duas vezes:
1.ª vez com Benedito dos Reis Calçado, falecido por volta de 1839.
Inventário: 2.ª Vara cx. 1889/1890.
Filhos:
4.3.1.2.1 – Joaquim Ferreira Braga ou Joaquim Ferreira Dantas, falecido em 14/10/1880; casado com Valentina Dantas Barbosa. Moradores na fazenda Alferes das Éguas.
Inventário: 2.ª Vara cx. 1903/1904.
Filhos:
4.3.1.2.1.1 – Maria Ferreira Braga, 40 anos; casada com Firmino Gonçalves Aragão, já falecido em 1903.
Filhos:
4.3.1.2.1.1.1 – Sátiro Gonçalves Aragão;
4.3.1.2.1.1.2 – Miguelina Gonçalves Aragão, casada com Roberto de Sousa Ribeiro;
4.3.1.2.1.1.3 – Teófilo Gonçalves Aragão, casado com Ermelinda da Penha Delgado.
Filhos:
4.3.1.2.1.1.3.1 – Valdemar Gonçalves Aragão;
4.3.1.2.1.1.3.2 – Olendina (Creola) Gonçalves Aragão, falecida solteira sem geração;
4.3.1.2.1.1.3.3 – Nenzinha Gonçalves Aragão;
4.3.1.2.1.1.3.4 – Jandira (Nenzita) Gonçalves Aragão, falecida em 12/2018 aos 94 anos,    
 em Brasília, DF; foi casada com Manoel Ferreira Albernaz, falecido; geração nos Albernaz, queira ver;
4.3.1.2.1.1.3.5 – Valdir Gonçalves Aragão;
4.3.1.2.1.1.3.6 – Jair Gonçalves Aragão;
4.3.1.2.1.1.4 - Francisco Gonçalves de Aragão;
4.3.1.2.1.2 – Gertrudes Ferreira Braga, 35 anos, casada com José Evangelista da Cunha; filha:
4.3.1.2.1.2.1 – Amélia Evangelista; teve os filhos:
4.3.1.2.1.2.1.1 – Maria, 6 anos;
4.3.1.2.1.2.1.2 – Joana, 7 anos;
4.3.1.2.1.3 –Joaquim Ferreira Braga, 32 anos;
4.3.1.2.1.4 – Ana Ferreira Braga, 28 anos;
4.3.1.2.1.5 – Flora Ferreira Braga, 33 anos, casada com Joaquim Monteiro da Silva; moradores na fazenda Moreira; ela falecida em 23/03/1932.
Inventário: 1.ª Vara cx. I-43.
Filhos:
4.3.1.2.1.5.1 – Antônio Monteiro da Silva;
4.3.1.2.1.5.2 –Tereza Monteiro da Silva;
4.3.1.2.1.5.3 – Cristiano Monteiro da Silva;
4.3.1.2.1.5.4 – Maria, 15 anos;
4.3.1.2.1.5.5 – José, 12 anos;
4.3.1.2.1.5.6 – Hermínia, 10 anos;
4.3.1.2.1.5.7 – Laurindo, 6 anos;
4.3.1.2.1.6 – Bertolina Ferreira Braga, 21 anos;
4.3.1.2.1.7 – Antônio, falecido solteiro;
4.3.1.2.1.8 – João, falecido solteiro;
Nota: idades informadas no inventário.
4.3.1.2.2 – Joaquina Ferreira Braga, falecida em 05/03/1866; casada com Domingos de Araújo Ferreira; moradores da fazenda São Sebastião.
Filhos:
4.3.1.2.3.1 – Manoela de Araújo Ferreira;
4.3.1.2.3.2 – Maria de Araújo Ferreira, casada com José Augusto Nogueira Silvares;
4.3.1.2.3.3 – Afonso de Araújo Ferreira;
4.3.1.2.3.4 – Izabel de Araújo Ferreira; foi casada com Pedro Ferreira de Moura;
2ª vez com o coronel José Antônio Dantas Barbosa, nascido em 1821 e falecido em 16/08/1890. Proprietário das fazendas: Aldeia, Claro, Alferes das Éguas e São Sebastião..
Filho do segundo casamento:
4.3.1.2.3 – Josefina Dantas Barbosa, casada com José dos Reis Calçado, filho natural de Messias dos Reis Calçado em dúvida);
4.4 – Antônio Ferreira Braga, nascido por volta de 1779; sem mais notícias;
4.5 – Ana Gonçalves Torres ou Ana Ferreira Braga, nascida 
por volta de 1785; casada com João Lourenço da Silva Neiva;
4.6 – Joaquina Gonçalves Torres ou Joaquina Ferreira Braga, nascida por volta de 1789; casada com Lourenço da Silva Neiva;
4.7 – Josefa Gonçalves Torres;
*Antônio Ferreira Braga teve com a escrava Rita, a filha reconhecida:
4.8 – Catarina Ferreira Braga, casada com João Monteiro dos Santos, inventariado em 1800; natural do arraial de São Luiz e Santana; filhos descobertos:
4.8.1 Antônio Monteiro dos Santos;
4.8.2 José Monteiro dos Santos, já falecido em 1800;
4.8.3 Felipe Monteiro dos Santos, com 15 anos em 1800;
4.8.4 Manoel Monteiro dos Santos, com 12 anos em 1800;
4.8.5 Ana Ferreira Braga, com 11 anos;
4.8.6 Teodora Ferreira Braga, com 10 anos;
4.8.7 João Monteiro dos Santos, com 8 anos;
4.8.8 Maria Francisca, com 3 anos;
4.8.9 Antônia Joaquina com 9 anos em 1809. Póstera.
4.8.10 – Francisco Monteiro dos Santos, batizado em 30/08/1793; 
4.9 - Maximiano Ferreira Braga, nascido em 1785; seguiu a carreira militar;
4.10 - Francisco Ferreira Braga, sem mais notícias;
5 – Na dúvida, Ambrósio Gonçalves Torres, sem mais 
notícias;
6 – Tenente José Gonçalves Torres, falecido entre1855/1856; casado com Ana Pereira Mundim, filha de Joaquim Lourenço Mundim e de Leocádia Pereira de Barros.
Inventário: 1.ª Vara cx. I-03.
Filhos:
6.1– José Gonçalves Torres;
6.2– Francisco Pereira Mundim, casado em 28/11/1877 com Francisca de Afonseca e Silva;
6.3 – Maria Cândida Gonçalves Torres, falecida em 06/1859; casada com o tenente Francisco de Paula Ribeiro, falecido aos 68 anos em 24/03/1881; era irmão de Maria Delfina da Fonseca Coutinho; senhores das fazendas Bandeirinhas e Carapinas.
Inventário: 2.ª Vara cx. 1859-A.
Filhos:
6.3.1 – Jesuína Deolinda de Paula Ribeiro, nascida em 1834; casou em 26/07/1866 com Antônio Alves dos Santos, nascido em 1836, filho de Antônio Alves Barbosa e de Rita de Assunção, naturais de Sordelo do Ouro, bispado do Porto;
6.3.2 – Francisco de Paula Torres, 22 anos;
6.3.3 – Manuela Carolina de Paula Torres, 2o anos;
6.3.4 – Franklina Gonçalves Torres, 18 anos;
6.3.5 – Nestório de Paula Ribeiro, 14 anos;
6.3.6 – José Gonçalves Torres, 11 anos;
6.3.7 – Marçal Gonçalves Torres ou Paula Ribeiro, 16 anos;
6.3.8 – Ana Gonçalves Torres, 6 anos;
Nota: idades informadas no inventário.
6.4 – Francisca Gonçalves Torres;
6.5 -Antônio Gonçalves Torres, nascido em 07/09/1813 e batizado em 29/09/1813;
6.6 – Na dúvida, Joaquim Ferreira Braga, falecido em 1929 
(?); casado com Ana Ferreira Braga, falecida em 1927 (?); moradores na fazenda Alferes das Éguas. Sem descendentes, legaram para irmãos e sobrinhos.
Inventário: 1.ª Vara cx. I-54
7– Rosa Gonçalves Torres, casada com Antônio Ribeiro Braga; filha descoberta:
7.1 – Rosa, nascida em 1772;
8– *Padre Joaquim Gonçalves Torres, falecido em 24/08/1824; senhor e possuidor das fazendas Monjolo, Claro e Moinho do Diniz.
Provisão de casamento de Joaquim Gonçalves Torres

Inventários:
Tereza de Faria Leite: 2.ª Vara cx. 1818.
Joaquim Gonçalves Torres: 2.ª Vara cx. 1830/1832.
*Nota 1: após a morte da esposa, ele ordenou-se padre, mas, viveu pouco tempo no exercício do sacerdócio. Casou em 1779 com Teresa de Faria Leite, falecida em 03/03/1818, com quem teve os filhos legítimos:
Nota: Nos itens marcados com asterisco, ocorrem duplicidade de sobrenomes nos inventários dos pais.
*8.1 – Teodora Inocência de Faria Leite e/ou Teodora Gonçalves Torres, 54 anos, casada com João de Castro Guimarães; filha descoberta:
8.1.1 – Ana de Castro Guimarães, casada em 10/04/1834 com Francisco Gonçalves Torres, filho legítimo de Francisco Gonçalves Torres ou Francisco de Paula Aragão e de Victória Baptista da Silva;
8.2 – Joaquina Gonçalves Torres, 42 anos, casada com Antônio de Sousa;
8.3 – José Gonçalves de Aragão, falecido em 1836; com Fulana de Tal, teve os filhos:
8.3.1 Antônia Aragão, com 18 anos em 1836;
8.3.2 Teresa Aragão, com 17 anos;
8.3.3 José Aragão, com 15 anos;
8.3.4 Maria Aragão, com 12 anos;
8.3.5 Ana Aragão, com 10 anos;
8.3.6 Manoel Aragão, com 8 anos;
8.3.7 Ignácia, com 7 anos.
8.4 – Saturnino Gonçalves de Aragão, falecido em 05/05/1862; casado com Maria do Rosário Dantas Barbosa, parda forra, filha de Manoel Dantas Barbosa e de Josefa da Costa e Silva, parda forra, sem descendência;
Inventário: 1.ª Vara cx. I-04.
 *8.5 – Joaquim Gonçalves de Aragão ou Joaquim Gonçalves 
Torres, 45 anos; falecido em 04/05/1847; foi casado com Francisca Pereira da Silva, falecida em 09/1841.
Inventário: 2.ª Vara cx. 1848. 
Filhos:
8.5.1 – Catarina, 10 anos;
8.5.2 – Caetano, 12 anos, falecido;
*8.6 – Josefa Gonçalves Torres ou Josefa de Paiva de Jesus, 49 anos; casada com Maximiano de Araújo Caldas;
*8.7–Tereza de Faria Leite ou Tereza Umbelina Gonçalves Torres, casada com Gonçalo de Sá Guimarães; vide – Sá Guimarães, neste blog.
*8. 8 – Francisco Gonçalves Torres ou Francisco de Paula Aragão, 41 anos, já falecido no inventário do pai; casado com Vitória Batista da Silva, falecida em 1823.
Inventário: 2ª Vara cx.1823. 
Filhos:
8.8.1 – Francisco, 11 a 12 anos;
8.8.2 – José, 09 anos;
8.8.3 – Manoel, 07 anos; nascido em 30/03/1815;
8.8.4 – Ana, de 01 a 11 meses;
Nota: idades referidas no inventário.
8.9 – Rita Gonçalves Torres, nascida em 1798, e falecida em 20/11/1880; casada com Antônio Dantas Barbosa, pardo forro, filho de Manoel Dantas Barbosa e de Josefa da Costa e Silva, crioula forra; moradores na fazenda Alferes das Éguas.
Inventário: 2.ª Vara cx. 1881-B.
Filhos:
 8.9.1 – Padre João Da Cruz Dantas Barbosa, falecido e
14/02/1890 na cidade de Estrela do Sul;
O padre João da Cruz Dantas Barbosa foi vigário por muitos anos em Uberabinha. Visionário, empreendedor e formador de opinião, lutou pelo seu desenvolvimento, dando ares de cidade ao velho povoado.
Doente, João da Cruz foi tratar–se na Bagagem onde acabou falecendo. Para o seu lugar veio o padre Pio, que também era Dantas Barbosa. Foi um padre benquisto, alegre, brincalhão, jogava entrudo com as famílias na época do carnaval, foi vereador, fazia um primor de missa cantada. Na crise que envolveu os Pereira e os Rodrigues da Cunha contra o juiz dr. Duarte e o Agente Executivo Augusto César, o padre Pio foi um valioso mediador que não deixou as coisas derramarem. Tinha um grande defeito: gostava de namorar. Trecho transcrito da crônica – Primeiros padres, de Antonio Pereira, Correio de Uberlândia, de 06/04/2014.
8.9.2 – Padre Pio Dantas Barbosa, falecido em 18/03/1917 em Uberlândia, onde era vigário–geral;
8.9.3 – Padre Saturnino Dantas Barbosa, nascido em 1833, e falecido em 1905 na cidade de Estrela do Sul; foi deputado provincial mineiro;
8.9.4 – Padre Manoel Dantas Barbosa, foi padre na paróquia de Santa Juliana, Minas Gerais; faleceu em Estrela do Sul em 05/10/1894;
8.9.5 – Francisco Dantas Barbosa, nascido em 1830, e falecido em 07/06/1913; casado em Uberlândia com Teresa Alves de Jesus;
Inventário: 1ª Vara cx.I-65.
Filhos nascidos e batizados em Uberlândia:
8.9.5.1 – Maria Dantas Barbosa Sobrinha, nascida em 20/07/1871 e falecida em 20/07/1951; filhos:
8.9.5.1.1 – João Rocha Figueiras, casado com Ana Vieira Rocha;
8.9.5.1.2 – Alfredo Dantas Barbosa, solteiro;
8.9.5.1.3 – Maria Lourdes de Freitas, casada com Ciclamínio Custódio de Freitas;
8.9.5.1.4 – Leontina Dantas Rocha, casada com Juvenal Alves de Sousa, residentes em Goiatuba, Goiás;
8.9.5.2 – Francisca Dantas Barbosa, nascida em 16/11/1872, e falecida em 08/05/1946 em Uberlândia; foi casada duas vezes: 1.ª vez em 29/04/1893 com João Ricarte de Oliveira; 2.ª vez com o Dr. Duarte Pimentel de Ulhoa, Juiz de Direito da então Comarca de São Pedro de Uberabinha; falecido em 01/01/1928 em Uberlândia.

Filhos do primeiro casamento com João Ricarte de Oliveira:

8.9.5.2.1 - Terezinha Dantas Sigadães. nascida em 07/02/1894, casada com Adolfo Sigadães, moradores em Uberlândia;
8.9.5.2.2 - Orlando Barbosa, nascido em 30/11/1896, morador em São Paulo, capital.

Filhos do segundo casamento:

8.9.5.2.3 – Adelina Ulhoa Maluf, nascida em 31/06/1900 e falecida em 21/05/1980; foi casada como sírio Wadih Maluf, residentes em Campinas, São Paulo;
7.9.5.2.4– Duartina Pimentel de Ulhoa Palis, nascida em 05/12/1904 e falecida em 04/06/1974; casada com o sírio William Palis; residentes em São Paulo, capital.
Filhos:
8.9.5.2.3.1 - Nadua Ulhoa Palis;
8.9.5.2.3.2 - Gilka Ulhoa Palis.

8.9.5.2.5 – Benedita Pimentel de Ulhoa Rocha, nascida em Paracatu em 15/07/1907 e falecida em 12/01/2003; casada com Luiz Rocha, com descendência;
8.9.5.2.6 – Dr. Domingos Pimentel de Ulhoa, médico pediatra, nascido em 30/07/1908 em Paracatu, e falecido solteiro em Uberlândia em 14/04/1993; foi um dos fundadores da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia;
8.9.5.3 – Rita, nascida em 15/06/1874; falecida solteira em 16/04/1948;
8.9.5.4 – Antônia, nascida em 14/11/1876;
8.9.5.5 – Josefa Dantas Barbosa, nascida em 28/11/1879;
8.9.5.6 – João, nascido em 06/08/1884; João Dantas Barbosa, casado com Adélia França Barbosa;
8.9.5.7 – Maria Dantas Barbosa, nascida em 23/10/1887; casada com Joaquim de Oliveira, falecido em 1946.
Inventário: 1.ª Vara cx. I-65.
Filhos:
8.9.5.7.1 – José de Oliveira;
8.9.5.7.2 – Rui Barbosa de Oliveira;
8.9.5.7.3 – Maria de Oliveira;
8.9.5.7.4 – Joaquim de Oliveira Filho, casado com Alcídia Moricegue (sic) de Oliveira;
8.9.5.7.5 – Francisca de Oliveira;
8.9.5.7.6 – Geraldo de Oliveira, casado;
8.9.5.7.7 – Jeová de Oliveira, casado com Maria Aparecida de Oliveira;
8.9.5.7.8 – Terezinha de Oliveira, casada com Pedro José da Silva;
8.9.5.7.9 - Evódio de Oliveira, casado;
8.9.5.7.10 - Dalva de Oliveira, casada com Antônio Carvalho;
 
8.9.6 – Joaquim Félix Dantas Barbosa, casado com Teodora Monteiro da Silva;
8.9.7 – Antônia Dantas Barbosa;
8.9.8 – Rita dos Reis Dantas Barbosa (não é citada na página dos herdeiros da mãe); casada com
 Francisco dos Reis Calçado;
8.9.9 – Tenente Coronel José Antônio Dantas Barbosa, 62 anos, casado 2.ª vez com Gertrudes Ferreira Braga; filha:
8.9.9.1 – Josefina Dantas Barbosa, casada com José dos Reis Calçado; José  Dantas  Barbosa foi  pai do padre  João Dantas Barbosa. 
8.9.10 – Maria Dantas Barbosa, 51 anos, solteira;
8.9.11 – Tereza Dantas Barbosa, 42 anos; falecida em 
23/04/1881; foi casada com Elias Martins da Silva. 
Filhos:
8.9.11.1 – Joaquim,11 anos;
8.9.11.2 – Maria, 6 anos;
8.9.12 - Valentina Dantas Barbosa, viúva de Joaquim Ferreira Braga;
8.10 – Francisca de Paula Gonçalves Torres ou Francisca Gonçalves Torres,31 anos; sem descendência conhecida;
8.11—Manoel Luiz de Aragão, 30 anos; casado com Maria José de Oliveira e Silva;
8.12 – Umbelina Tereza de Jesus, 32 anos; sem mais notícias.

Fontes:
1 – Livros Paroquiais da matriz de Santo Antônio de Paracatu;
2 – Arquivo Público Municipal de Paracatu:
2.1 – Inventários diversos da família;
2.2 – Livros Paroquiais (fragmentos) da matriz de Santo 
Antônio de Paracatu.





Comentários

Postagens mais visitadas

ÍNDICE DA SÉRIE 1811 - VILA DE PARACATU DO PRÍNCIPE

Por José Aluísio Botelho Índice da Série: Os Antigos Moradores de Paracatu – Arruamento Completo de 1811 Bem-vindo(a) à série completa do Arruamento da Vila de Paracatu do Príncipe , transcrito diretamente do documento original de 1º de abril de 1811 , preservado no Arquivo Público Municipal de Paracatu. Aqui você encontra todas as ruas, largos, becos, travessas, chácaras e arraiais da vila com os nomes dos moradores, proprietários e valores dos imóveis da época. São mais de 400 registros que ajudam a reconstruir a Paracatu colonial. Você, caro leitor, certamente irá encontrar seus antepassados que lá viveram há duzentos anos. Clique nos títulos abaixo para acessar cada página: Post 1 -  Os Antigos Moradores de Paracatu: Arruamento Completo das Ruas em 1811: RUA DIREITA (Série - Post 1) A rua principal da vila colonial e sua lista completa de moradores. Post 2 –  Os Antigos Moradores de Paracatu: Arruamento Completo das Ruas em 1811: RUA DAS FLORES (Série – Post 2) Origem do ...

GUARDA-MOR JOSÉ RODRIGUES FRÓES

Por José Aluísio Botelho             INTRODUÇÃO  Esse vulto que tamanho destaque merece na história de Paracatu e de  Minas Gerais , ainda precisa ser mais bem estudado. O que se sabe é que habilitou de genere em 1747 (o processo de Aplicação Sacerdotal se encontra arquivado na Arquidiocese de São Paulo ), quando ainda era morador nas Minas do Paracatu, e embora fosse comum aos padres de seu tempo, aprece que não deixou descendentes*. Que ele foi o descobridor das minas do córrego Rico e fundador do primitivo arraial de São Luiz e Santana das Minas do Paracatu , não resta nenhuma dúvida. De suas narrativas deduz-se também, que decepcionado com a produtividade das datas minerais que ele escolheu, por direito, para explorar, abandonou sua criatura e acompanhou os irmãos Caldeira Brandt , que tinham assumido através de arrematação o 3º contrato de diamantes, rumo ao distrito diamantino . Documento de prova GENEALOGIA  Fróis/F...

OS SANTANA DE RIO NOVO E BARBACENA

 Por José Aluísio Botelho "Esta é obra de genealogia, sujeita a correções e acréscimos". “ Os Santana de Rio Novo, termo de Barbacena, Tenente Joaquim José de Santana e sua mulher Maria Emerenciana de Jesus, casados em 1799”. Casamentos em Barbacena – Capela do Curral, aos 13/08/1799 casaram Joaquim José de S. Anna exposto em casa de Izidora Maria de Menezes, n/b na freguesia de S. João Del-Rei; = Maria Emerenciana de Jesus, f.l. de Francisco Ribeiro Nunes e Joana Maria da Conceição, n/b nesta. (original) Sobre o Tenente Joaquim José de Santana: natural do arraial de Bom Sucesso atrás da Serra do Ibituruna, onde foi batizado em 01/04/1781, filho de pais incógnitos, exposto em casa da viúva Izidora Maria de Menezes, moradora no mesmo arraial de Bom Sucesso, então termo de São João Del-Rei, província eclesiástica de Barbacena. No seu testamento ele não faz referência aos pais biológicos. Veja imagem abaixo: Batismo de Joaquim Ibituruna, a primeira povoação de Minas Gerais, con...

DONA BEJA E OS BOTELHOS DE PARACATU

 POR JOSÉ ALUÍSIO BOTELHO Dona Beja e os Botelhos de Paracatu Muito se tem falado, no âmbito familiar e fora dele, acerca do possível parentesco consanguíneo ou por afinidade entre Dona Beja e a família Botelho de Paracatu, ao longo de décadas. Essa dúvida, real ou propositalmente trazida pelos mais velhos — receosos da veracidade do parentesco com a mitológica personagem da história de Araxá, e que levou um dos nossos velhos tios, já falecido, a dizer peremptoriamente certa vez: “Eu não sou parente de uma cortesã” —, persiste até os dias atuais. Ana Jacinta de São José, a mitológica Dona Beja, nasceu em Formiga, Minas Gerais, por volta de 1800, filha natural de Maria Bernarda dos Santos e de pai ignorado. Chegou ao então florescente julgado de São Domingos do Araxá ainda menina, acompanhando a mãe e o irmão Francisco Antônio Rodrigues, talvez à procura de melhores condições de vida, já em princípios do século XIX. Segundo alguns historiadores, ela tornou-se uma mulher bonita, de ...

DONA BEJA E O TESTAMENTO DO PADRE

  Por José Aluísio Botelho (Edição atualizada) O Vigário Francisco José da Silva e o Mito de Dona Beja Liberal em Araxá, apoiou seus sobrinhos liberais, liderados pelo coronel Fortunato José da Silva Botelho, no embate político que se travava em Minas nos anos de 1842, tendo participado, mesmo que discretamente, da Revolução Liberal. O vigário Francisco José da Silva foi um padre típico do sertão mineiro: fazendeiro abastado, político influente e mulherengo, como quase todos os padres de seu tempo. Teve participação decisiva na evolução político-administrativa e social de Araxá na época em que lá viveu, entre 1815 e 1845, ano de seu falecimento. Liberal em Araxá, apoiou seus sobrinhos liberais, liderados pelo coronel Fortunato José da Silva Botelho, no embate político que se travava em Minas nos anos de 1842, tendo participado, mesmo que discretamente, da Revolução Liberal. Testamento e Perfilhamento dos Filhos Antes, em dezembro de 1826, o vigário ditou seu testamento, escrito pe...

ACHEGAS AS "MEMÓRIAS GENEALÓGICAS E HISTÓRICAS DA FAMÍLIA CALDEIRA BRANT"

Por José Aluísio Botelho Pedro Caldeira Brant, conde de Iguaçu (leia sobre ele in fine), escreveu na segunda metade do século XIX, obra manuscrita até hoje não publicada, intitulada “Memórias Genealógicas e Históricas da Família Caldeira Brant e Outras Transcripcõens e Originaes”, em que descreve a genealogia e a história da família desde sua origem na Bélgica no século XIV, passando por Portugal até chegar no Brasil em fins do século dezessete, início do dezoito. O conde linhagista em seu códice, teve o cuidado de fazer transparecer a verdade genealógica em s uas pesquisas: discorre sobre a origem dos Van Brant em Anvers (francês) = Antuérpia, baseada em fontes secundárias, faz conjecturas acerca do nome Van Brant em analogia aos duques de Brabant e a possível origem bastarda, ilegítima dos Brant . Com breves referências sobre o tronco português, passa ao Brasil, aonde aprofunda as investig ações de seu ramo genealógico paterno , bem com o dá ênfase à s suas orig...