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SÉRIE - PIONEIROS DO ARRAIAL DO OURO 12 - GONÇALVES TORRES

Por José Aluísio Botelho
Eduardo Rocha


GONÇALVES TORRES


Família iniciada com o casamento do Tenente José Gonçalves Torres, natural da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Torres Novas, Arcebispado de Lisboa (vide imagem do batismo da neta Ana), com Josefa de Jesus Paiva, natural da freguesia de Bonsucesso, Bispado de Mariana.
Filhos descobertos:
1 – Teodora Gonçalves Torres. Casou duas vezes: 1ª vez com Lourenço da Silva Pereira; 2ª vez com o capitão Antonio da Costa Carlos, de quem houve o filho:
1.1 – Antonio, com 13 anos em 1831 (inventário do pai – 2ªVara cx.1830/1832);
2 – Maria Gonçalves Torres, falecida em 18/08/1808; casada com Manoel Vieira Gomes, natural da freguesia de Vieira, São Julião de Valpaços, distrito de Braga, filho de Julião Vieira e de Custódia Gomes;
Inventário: 1ªVara cx. I-01.
Filhos:
2.1 – Leonardo, batizado em 01/11/1774;
2.2 – Ana, batizada em 16/10/1777;
Batismo de Ana
3 – Ana Maria Gonçalves Torres, casada com Bento de Araújo Ferreira; filha descoberta:
3.1 -Tereza Gonçalves Torres; teve a filha natural:
3.1.1 – Ana Francisca, batizada em 16/04/1777;
4 – Josefa Gonçalves Torres, casada com Antonio Ferreira Braga, nascido por volta de 1730 (em 1792 ele declara ter 62 anos), natural da freguesia de Santa Maria de Ferreiros, Arcebispado de Braga, filho legítimo de Pascoal Ferreira e de Custódia Ferreira, casados aos 02/02/1719 e também naturais da dita freguesia; Antonio Ferreira Braga foi homem importante nos tempos do arraial e muito contribuiu para o seu desenvolvimento: empreiteiro, tornou-se, talvez, o maior arrematador de obras públicas, editadas pela Câmara, tais como construções e reparos de calçadas, ruas, prédios públicos, bem com abertura e conservação de estradas e pontes na zona rural;
Senhores e possuidores da fazenda Lavras do Monjolo.
Inventário: 2ªVara cx.1823..
Filhos conhecidos:
4.1 – Claudiana, batizada em 11/07/1776, e falecida em 20/04/1820; casada que foi com Antonio José da Costa; filho descoberto:
4.1.1 – Ivo José da Costa, casado em 17/12/1829 com Maria Rodrigues da Silva, filha natural de Benta Rodrigues da Silva;
4.2 – José Gonçalves Torres (neto);
4.3 – Padre Joaquim Ferreira Braga, nascido por volta de 1777; com Manoela Ferreira da Silva, teve o filho natural:
4.3.1 – Silvério Ferreira Braga, falecido em 26/12/1849.
Inventário: 2ªVara cx.1859.
Casou duas vezes:
1ªvez com Francisca Simões da Cunha;

2ªvez com Maria Delfina de Afonseca Coutinho, de cujo

matrimônio não houve filhos;

Filhos 1º matrimônio:

4.3.1.1 – Joaquina Ferreira Braga, casada com Marçal de Sousa Landim, falecido em 07/04/1853.
Inventário: 2ªVara cx.1865.


Filhos:


4.3.1.1.1 – Gertrudes de Sousa Landim, 26 anos, casada 

com Francisco Nogueira Silvares;

4.3.1.1.2 – Maria de Sousa Landim, 23 anos, casada com

 Mariano de Araújo Ferreira;


4.3.1.1.3 – Francisca de Sousa Landim, 21 anos;

4.3.1.1.4 – Marçal de Sousa Landim, 19 anos;

4.3.1.1.5 – Alexandre de Sousa Landim, 17 anos;

4.3.1.1.6 – Tomásia de Sousa Landim, 15 anos;

4.3.1.1.7 – Salvina de Sousa Landim, 24 anos, casada com 

Modesto dos Reis Calçado, Filho:


4.3.1.1.7.1 – João dos Reis Calçado;


Obs.: idades informadas no inventário;



4.3.1.2 – Gertrudes Ferreira Braga, falecida em 04/08/1890.


Inventário: 2ªVara cx.1891.



Casou duas vezes:



1ªvez com Benedito dos Reis Calçado, falecido por volta de 

1839
.

Inventário: 2ªVara cx.1889/1890.



Filhos:



4.3.1.2.1 – Joaquim Ferreira Braga ou Joaquim Ferreira 

Dantas, falecido em 14/10/1880; casado com 

Valentina Dantas Barbosa. Moradores na fazenda Alferes 

das Éguas.

Inventário: 2ª Vara cx. 1903/1904.



Filhos:



4.3.1.2.1.1 – Maria Ferreira Braga, 40 anos; casada com

 Firmino Gonçalves Aragão, já falecido em 1903.



Filhos:



4.3.1.2.1.1.1 – Sátiro Gonçalves Aragão;

4.3.1.2.1.1.2 – Miguelina Gonçalves Aragão, casada com 

Roberto de Sousa Ribeiro;

4.3.1.2.1.1.3 – Teófilo Gonçalves Aragão, casado com 

Ermelinda da Penha Delgado.



Filhos:



4.3.1.2.1.1.3.1 – Valdemar Gonçalves Aragão;

4.3.1.2.1.1.3.2 – Creola Gonçalves Aragão;

4.3.1.2.1.1.3.3 – Neusinha Gonçalves Aragão;

4.3.1.2.1.1.3.4 – Nenzita Gonçalves Aragão;

4.3.1.2.1.1.3.5 – Valdir Gonçalves Aragão;

4.3.1.2.1.1.3.5 – Francisco Gonçalves Aragão;





4.3.1.2.1.2 – Gertrudes Ferreira Braga, 35 anos, casada com

 José Evangelista da Cunha; filha:



4.3.1.2.1.2.1 – Amélia Evangelista; teve os filhos:



4.3.1.2.1.2.1.1 – Maria, 6 anos;

4.3.1.2.1.2.1.2 – Joana, 7 anos;





4.3.1.2.1.3 –Joaquim Ferreira Braga, 32 anos;



4.3.1.2.1.4 – Ana Ferreira Braga, 28 anos;



4.3.1.2.1.5 – Flora Ferreira Braga, 33 anos, casada com 

Joaquim Monteiro da Silva; moradores na fazenda Moreira; 

ela falecida em 23/03/1932.

Inventário: 1ª Vara cx. I-43.



Filhos:


4.3.1.2.1.5.1 – Antonio Monteiro da Silva;

4.3.1.2.1.5.2 –Tereza Monteiro da Silva;

4.3.1.2.1.5.3 – Cristiano Monteiro da Silva;


4.3.1.2.1.5.4 – Maria, 15 anos;

4.3.1.2.1.5.5 – José, 12 anos;

4.3.1.2.1.5.6 – Hermínia, 10 anos;

4.3.1.2.1.5.7 – Laurindo, 6 anos;





4.3.1.2.1.6 – Bertolina Ferreira Braga, 21 anos;


4.3.1.2.1.7 – Antonio, falecido solteiro;

4.3.1.2.1.8 – João, falecido solteiro;



Nota: idades informadas no inventário.





4.3.1.2.2 – Joaquina Ferreira Braga, falecida em 05/03/1866;

 casada com Domingos de Araújo Ferreira; moradores da

 fazenda São Sebastião.

Inventário: 2ª Vara cx.1871.



Filhos:



4.3.1.2.3.1 – Manoela de Araújo Ferreira;

4.3.1.2.3.2 – Maria de Araújo Ferreira, casada com José 

Augusto Nogueira Silvares;

4.3.1.2.3.3 – Afonso de Araújo Ferreira;

4.3.1.2.3.4 – Izabel de Araújo Ferreira; foi casada com Pedro

Ferreira de Moura;



2ª vez com o coronel José Antonio Dantas Barbosa, nascido

em 1821 e falecido em 16/08/1890.

Proprietário das Fazendas: Aldeia, Claro, Alferes das Éguas 

e São Sebastião.

Filho do segundo casamento:



4.3.1.2.3 – Josefina Dantas Barbosa, casada com José dos 

Reis Calçado, filho natural de Messias dos Reis Calçado ( em dúvida);


4.4 – Antonio Ferreira Braga, nascido por volta de 1779;

sem mais notícias;

4.5 – Ana Gonçalves Torres ou Ana Ferreira Braga, nascida 

por volta de 1785; casada com João Lourenço da Silva 

Neiva;

4.6 – Josefa Gonçalves Torres, nascida por volta de 1789;



4.7 – Joaquina Gonçalves Torres ou Joaquina Ferreira

 Braga, nascida por volta de 1789; casada com Lourenço da 

Silva Neiva;



*Antonio Ferreira Braga teve com a escrava Rita, a filha

 reconhecida:



4.8 – Catarina Ferreira Braga, casada com João Monteiro 

dos Santos, natural do arraial de São Luiz e Santana; filho 

descoberto:



4.8.1 – Francisco, batizado em 30/08/1793;

4.9 - Maximiano Ferreira Braga, nascido em1785; seguiu a 

carreira militar;

4.10 - Francisco Ferreira Braga, sem mais notícias;


5 – Na dúvida, Ambrósio Gonçalves Torres, sem mais 


notícias;






6 – Tenente José Gonçalves Torres, falecido entre

1855/1856; casado com Ana Pereira Mundim, filha de

Joaquim Lourenço Mundim e de Leocádia Pereira de

Barros.


Inventário: 1ª Vara cx.I-03.

Filhos:


6.1– José Gonçalves Torres;

6.2– Francisco Pereira Mundim, casado em 28/11/1877 com 

Francisca de Afonseca e Silva;

6.3 – Maria Cândida Gonçalves Torres, falecida em 06/1859;

casada com o tenente Francisco de Paula Ribeiro, falecido

aos 68 anos em 24/03/1881; senhores das fazendas 

Bandeirinhas e Carapinas.


Inventário: 2ª Vara cx.1859-A.

Filhos:



6.3.1 – Jesuína Deolinda de Paula Ribeiro, nascida em 

1834; 

casou em 26/07/1866 com Antônio Alves dos Santos, 

nascido em 1836, filho de Antônio Alves Barbosa e de Rita 

de Assunção, naturais de Sordelo do Ouro, bispado do 

Porto;

6.3.2 – Francisco de Paula Torres, 22 anos;

6.3.3 – Manuela Carolina de Paula Torres, 2o anos;

6.3.4 – Franklina Gonçalves Torres, 18 anos;

6.3.5 – Nestório de Paula Ribeiro, 14 anos;

6.3.6 – José Gonçalves Torres, 11 anos;

6.3.7 – Marçal Gonçalves Torres, 16 anos;

6.3.8 – Ana Gonçalves Torres, 6 anos;


Nota: idades informadas no inventário.


6.4 – Francisca Gonçalves Torres;


6.5 -Antonio Gonçalves Torres, nascido em 07/09/1813 e

batizado em 29/09/1813;

6.6 – Na dúvida, Joaquim Ferreira Braga, falecido em 1929


(?); casado com Ana Ferreira Braga, falecida em 1927 (?); 

moradores na fazenda Alferes das Éguas. Sem
 
descendentes, legaram para irmãos e sobrinhos.


Inventário:1ª Vara cx. I-54



7– Rosa Gonçalves Torres, casada com Antonio Ribeiro

 Braga; filha descoberta:



7.1 – Rosa, nascida em 1772;


8– *Padre Joaquim Gonçalves Torres, falecido em
 
24/08/1824; senhor e possuidor das fazendas Monjolo, Claro

 e Moinho do Diniz.

Provisão de casamento de Joaquim Gonçalves Torres


Inventários:


Tereza de Faria Leite: 2ª Vara cx.1818.


Joaquim Gonçalves Torres: 2ª Vara cx.1830/1832.

*Nota 1: após a morte da esposa, ele ordenou-se padre, 

mas, viveu pouco tempo no exercício do sacerdócio.

Casou em 1779 com Teresa de Faria Leite, falecida em 


03/03/1818, com quem teve os filhos legítimos:


Nota: Nos itens marcados com asterisco, ocorrem 

duplicidade de sobrenomes nos inventários dos pais.



*8.1 – Teodora Inocência de Faria Leite e/ou Teodora

 Gonçalves Torres, 54 anos, casada com João de Castro

 Guimarães; filha descoberta:

8.1.1 – Ana de Castro Guimarães, casada em 10/04/1834 

com Francisco Gonçalves Torres, filho legítimo de Francisco

 Gonçalves Torres ou Francisco de Paula Aragão e de 

Victória Baptista da Silva;

8.2 – Joaquina Gonçalves Torres, 42 anos, casada com 

Antonio de Sousa;

8.3 – José Gonçalves de Aragão, 50 anos; falecido entre

 1838/1839;

8.4 – Saturnino Gonçalves de Aragão, falecido em 

05/05/1862; casado com Maria do Rosário Dantas Barbosa, 

sem descendência;


Inventário: 1ª Vara cx.I-04.

*8.5 – Joaquim Gonçalves de Aragão ou Joaquim Gonçalves

 Torres, 45 anos; falecido em 04/05/1847; foi casado com 

Francisca Pereira da Silva, falecida em 09/1841.

Inventário: 2ª Vara cx.1848.


Filhos:

8.5.1 – Catarina, 10 anos;

8.5.2 – Caetano, 12 anos, falecido;


Nota: idades fornecidas no inventário.


*8.6 – Josefa Gonçalves Torres ou Josefa de Paiva de 

Jesus, 49 anos; casada com Maximiano de Araújo Caldas;

*7.7–Tereza de Faria Leite ou Tereza Umbelina Gonçalves 

Torres, casada com Gonçalo de Sá Guimarães; vide – Sá

 Guimarães, neste blog.


*8. 8 – Francisco Gonçalves Torres ou Francisco de Paula

 Aragão, 41 anos, já falecido no inventário do pai; casado 

com Vitória Batista da Silva, falecida em 1823.


Inventário: 2ª Vara cx.1823.


Filhos:

8.8.1 – Francisco, 11 a 12 anos;

8.8.2 – José, 09 anos;


8.8.3 – Manoel, 07 anos; nascido em 30/03/1815;

8.8.4 – Ana, de 01 a11 meses;



Nota: idades referidas no inventário.

8.9 – Rita Gonçalves Torres, nascida em 1798, e falecida em

 20/11/1880; casada com Antonio Dantas Barbosa; 

moradores na fazenda Alferes das Éguas.


Inventário: 2ª Vara cx.1881-B.

Filhos:

8.9.1 – Padre João Da Cruz Dantas Barbosa, falecido e

14/02/1890 na cidade de Estrela do Sul;
 



O padre João da Cruz Dantas Barbosa foi vigário por muitos anos em Uberabinha. Visionário, empreendedor e formador de opinião, lutou pelo seu desenvolvimento, dando ares de cidade ao velho povoado.
Doente, João da Cruz foi tratar–se na Bagagem onde acabou falecendo. Para o seu lugar veio o padre Pio, que também era Dantas Barbosa. Foi um padre benquisto, alegre, brincalhão, jogava entrudo com as famílias na época do carnaval, foi vereador, fazia um primor de missa cantada. Na crise que envolveu os Pereira e os Rodrigues da Cunha contra o juiz dr. Duarte e o Agente Executivo Augusto César, o padre Pio foi um valioso mediador que não deixou as coisas derramarem. Tinha um grande defeito: gostava de namorar. Trecho transcrito da crônica – Primeiros padres, de Antonio Pereira, Correio de Uberlândia, de 06/04/2014.




8.9.2 – Padre Pio Dantas Barbosa, falecido em 18/03/1917

 em Uberlândia, onde era vigário–geral;

8.9.3 – Padre Saturnino Dantas Barbosa, nascido em 183,

 e falecido em 1905 na cidade de Estrela do Sul; foi

 deputado provincial mineiro;

8.9.4 – Padre Manoel Dantas Barbosa, foi padre na paróquia

 de Santa Juliana, Minas Gerais; faleceu em Estrela do Sul

 em 05/10/1894;

8.9.5 – Francisco Dantas Barbosa, nascido em 1830, e 

 falecido em 07/06/1913; casado em Uberlândia com Teresa

 Alves de Jesus;

Inventário: 1ª Vara cx.I-65.

Filhos nascidos e batizados em Uberlândia:



8.9.5.1 – Maria Dantas Barbosa Sobrinha, nascida em 

20/07/1871 e falecida em 20/07/1951; filhos:

8.9.5.1.1 – João Rocha Figueiras, casado com Ana Vieira


Rocha;

8.9.5.1.2 – Alfredo Dantas Barbosa, solteiro;

8.9.5.1.3 – Maria Lourdes de Freitas, casada com Ciclamínio

Custódio de Freitas;

8.9.5.1.4 – Leontina Dantas Rocha, casada com Juvenal 

Alves de Sousa, residentes em Goiatuba, Goiás;


8.9.5.2 – Francisca Dantas Barbosa, nascida em 16/11/1872,

 e falecida em 08/05/1946 em Uberlândia; foi casada duas 

vezes: 1ªvez em 29/04/1893 com João Ricarte de Oliveira; 

2ªvez com o Dr. Duarte Pimentel de Ulhoa, Juiz de Direito 

da então Comarca de São Pedro de Uberabinha; falecido 

em 1928 em Uberlândia;

Filhos do segundo casamento:


8.9.5.2.1 – Adelina Ulhoa Maluf, falecida em 21/05/1980; foi 

casada com Wadih Maluf, residentes em Campinas,São

 Paulo;

7.9.5.2.2.– Duartina Pimentel de Ulhoa Palis, casada com 

William Palis;

8.9.5.2.3 – Benedita Pimentel de Ulhoa Rocha, nascida em

 Uberlândia em 13/07/1907; casada com Luiz Rocha, com

 descendência;

8.9.5.2.4 – Dr. Domingos Pimentel de Ulhoa, médico

 pediatra, nascido em 30/07/1908 em Paracatu, e falecido 

solteiro em Uberlândia em 14/04/1993; foi um dos 

fundadores da Faculdade de Medicina da Universidade 

Federal de Uberlândia;



8.9.5.3 – Rita, nascida em 15/06/1874; falecida solteira em

 16/04/1948;

8.9.5.4 – Antonia, nascida em 14/11/1876;

8.9.5.5 – Josefa Dantas Barbosa, nascida em 28/11/1879;



8.9.5.6 – João, nascido em 06/08/1884; João Dantas 

Barbosa, casado com Adélia França Barbosa;

8.9.5.7 – Maria Dantas Barbosa, nascida em 23/10/1887; 

casada com Joaquim de Oliveira, falecido em 1946.


Inventário: 1ªVara cx. I-65.



Filhos:


8.9.11.2.1 – José de Oliveira;

8.9.11.2.2 – Rui Barbosa de Oliveira;

8.9.11.2.3 – Maria de Oliveira;

8.9.11.2.4 – Joaquim de Oliveira Filho, casado com Alcídia

 Moricegue (sic) de Oliveira;

8.9.11.2.5 – Francisca de Oliveira;

8.9.11.2.6 – Geraldo de Oliveira, casado;

8.9.11.2.7 – Jeová de Oliveira, casado com Maria Aparecida

 de Oliveira;


8.9.11.2.8 – Terezinha de Oliveira, casada com Pedro José 

da Silva;

8.9.11.2.9 - Evodio de Oliveira, casado;

8.9.11.2.10 - Dalva de Oliveira, casada com Antonio

Carvalho;


 
8.9.6 – Joaquim Félix Dantas Barbosa, casado com

 Teodora Monteiro da Silva;

8.9.7 – Antonio Dantas Barbosa;

8.9.8 – Rita dos Reis Dantas Barbosa, casada com

 Francisco dos Reis Calçado;

8.9.9 – Tenente Coronel José Antonio Dantas Barbosa, 62

 anos, casado 2ªvez com Gertrudes Ferreira Braga; filha:


8.9.9.1 – Josefina Dantas Barbosa, casada com José dos 

Reis Calçado;


8.9.10 – Maria Dantas Barbosa, 51 anos, solteira;

8.9.11 – Tereza Dantas Barbosa, 42 anos; falecida em 

23/04/1881; foi casada com Elias Martins da Silva.


Filhos:


8.9.11.1 – Joaquim,11 anos;

8.9.11.2 – Maria, 6 anos;



8.10 – Francisca de Paula Gonçalves Torres ou Francisca 

Gonçalves Torres,31 anos; sem descendência conhecida;

8.11—Manoel Luiz de Aragão, 30 anos; casado com Maria

 José de Oliveira e Silva;

8.12 – Umbelina Tereza de Jesus, 32 anos; sem mais 

notícias.


Fontes:




1 – Livros Paroquiais da matriz de Santo Antonio de
 
 Paracatu;


2 – Arquivo Público Municipal de Paracatu:


2.1 – Inventários diversos da família;


2.2 – Livros Paroquiais (fragmentos) da matriz de Santo 

Antonio de Paracatu.





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1 - SÍTIO DO ESCURO - Sesmaria concedida em 1759 ao Português João Jorge Portela e sua mulher Josefa Barbosa de Moura e Almeida. Desse casal, descendem pelo ramo materno, os Pimentéis Barbosa e Soares de Sousa;

2 - FAZENDA DO FUNDÃO - Sesmaria adquirida por João de Melo Franco em 1762, distante cerca de dez léguas de Paracatu, na chapada do São Marcos. Em 1819, segundo Pohl, se encontrava em ruínas. Passou à descendência;

3 - FAZENDA CÓRREGO RICO - Foi seu primitivo dono Joaquim de Melo Albuquerque( Seu Melo), falecido em 1880. Era filho do pernambucano Joaquim de Albuquerque e de Ana de Melo Franco;

4 - FAZENDA CAETANO - Pertenceu ao casal Manoel Caetano de Moraes e Joana Maria de Moura e anos mais tarde ao Dr. Sérgio Ulhôa;

5 - FAZENDA MOURA - Foi seu primitivo dono Romão de Moura, que se mudou para o Vão do Paranã, em Goiás, onde deixou numerosa descendência. Posteriormente, passou a ser propriedade do Coronel Fortunato Jacinto da Silva Botelho e seus descendentes;

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Para saber mais, leia neste blog: Coronel Sancho Lopes de Ulhoa e seus descendentes

A) - Origem do apelido: do rio ULLA, na Galícia, que passou a ser Ulló (olho), depois Ulloa e hoje Ulhoa. Também provêm do hebraico hurscha (floresta) e/ou de uxna, forma adaptada ou corrompida de Yehoshua.

1) - Dom Férnan Sanches de Ulló, o primeiro Ulhoa de que se tem notícia e que viveu pelos anos de 756, visigodo, dono das terras no vale do rio Ulla;

2) - Dom Lopo Ruiz de Ulló (1120);

                                       Vale do Rio Ulla by Isidro Cea

3) - Dom Fernão Lopes de Ulló (1212), casado com Maria Martinez;

4) - Dom Lopo Sanches de Ulló, casado com Mayor Gomes de Trastamara;

5) - Dom Sancho Lopes de Ulloa, rico homem galego, primeiro Senhor de Vilamayor de Ulloa (barão), casado com Urraca Perez de Sotomayor;

6) - Dom Sancho Sanches de Ulloa, segundo Senhor de Vilamayor, casado com Mór Rod…

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