Pular para o conteúdo principal

CONEXÃO PARACATU/ARAXÁ: ENTRELAÇAMENTO DAS FAMÍLIAS BOTELHO – JOSÉ DA SILVA – AFONSO DE ALMEIDA - MACHADO DE MORAES E CASTRO - PACHECO DE CARVALHO

Por José Aluísio Botelho
A LONGA JORNADA
O Tenente Gregório José da Silva e Dona Tereza Tomásia de Jesus Botelho, se encontraram em 


1768 na região denominada Campo das Vertentes, MG, ele nascido na região, ela vinda de muito longe em uma longa jornada, desde a ilha Graciosa no Arquipélago dos Açores, concessão portuguesa no oceano Atlântico, passando pelo Rio Grande do Sul, e a saga do casal se prolongaria até Araxá, no sertão da Farinha Podre. Depois de casados, o casal se fixou primeiramente em São José Del-Rei, aonde nasceram os dois primeiros filhos, de um total de doze. Militar de carreira, recebeu a patente de tenente em 1775, e foi caminhando com família em direção ao oeste promissor, a medida que o ciclo do ouro no Campo das Vertentes ia se esgotando. De São José, estabeleceu na chamada picada de Nossa Senhora de Oliveira, com fazenda de criar gado vacum, e na medida do avançar dos anos, iam nascendo os filhos. Pois bem, todos criados e já na idade adulta, o mais velho ordenado padre, os demais casados, influenciados pela forte corrente migratória rumo ao sertão da Farinha Podre, primeiramente para Desemboque, e depois para Araxá (Araxá era filha de Desemboque, que depois rapidamente superou a mãe), com terras propícias para a instalação de grandes fazendas de criar, férteis, água abundante e salobra (o sal sempre foi um problema para a gente do sertão), ideal para o gado, atraiu a família, que para lá se foi definitivamente entre 1812 e 1815, menos um, o capitão José da Silva Botelho, que mesmo obtendo sesmaria no então julgado de Araxá, permaneceu na sua fazenda Cachoeirinha em Carmo da Mata, distrito de Oliveira. Seu latifúndio em Araxá seria administrado inicialmente, talvez por ele em incursões iniciais e esporádicas, em consórcio com seus irmãos e posteriormente pelos filhos mais velhos que lá chegaram por volta de 1830, consolidando o nome da família definitivamente na região. Um dos seus filhos, o coronel Fortunato José da Silva Botelho, se tornaria um homem abastado, um potentado político, chefe liberal que comandava o grupo político da “Mandioca” (alusão ao nome de sua principal propriedade denominada fazenda da Mandioca, localizada nos arredores de Araxá) que incluía diversas famílias que formavam a parentela e outros aliados políticos. A descendência então, ao longo das décadas seguintes se espalhou por toda a região, sendo que um tronco se desgarrou em direção do noroeste de minas, Paracatu. Essa família foi uma mistura de sangue do português açoriano e do continente.
GENEALOGIA
1 Gregório José da Silva, natural e batizado na capela de Nossa Senhora da Glória da Ressaca, da freguesia de Prados, MG, aonde foi batizado aos 02/04/1747, filho legítimo do português Antônio da Silva, natural de Campanhã, junto à cidade do Porto e da açoriana Josefa Maria, natural da freguesia dos Flamengos, ilha do Faial, filha de Antônio Garcia da Maia e de Maria Vieira;
Batismo Gregório
2 Teresa Tomásia de Jesus, natural e batizada na vila de Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, nascida em 16/05/1750, filha legítima do segundo casamento de João Lobão Botelho, nascido por volta de 1690, com Francisca Rosa de Bèttencourt, nascida em 1720, ambos os nubentes naturais dali, cujo matrimônio se deu em 24/09/1740. Veio com os pais para o Brasil ainda criança, com a família se estabelecendo inicialmente em São Pedro do Rio Grande, RS, e posteriormente passando para Minas Gerais.
Batismo Teresa Tomásia
Gregório e Teresa casaram na capela de São Caetano do Paraopeba, filial da matriz de Nossa Senhora da Conceição dos Carijós (Conselheiro Lafaiete) aos 25/06/1768, estabelecendo inicialmente, como já descrevemos, em São José Del-Rei, e de lá rumaram em direção ao oeste, até as novas fronteiras agrícolas que se abriam. Já eram falecidos em 1826, de acordo com o testamento do filho padre Francisco José da Silva, ditado naquele ano.
Casamento Gregório e Teresa Tomásia



As sesmarias

Reprodução - Autor: Valéria Ochoa*
(Extraído do livro "Dona Beja: Desvendando o mito, de Rosa Maria Spinoso de Montandon)


Filhos:
Nota: alguns filhos do casal tronco adotaram o sobrenome José da Silva, outros Silva Botelho.

1 Padre Francisco José da Silva, batizado em 20/01/1770 em São José Del-Rei (Tiradentes); parece ter se ordenado em 1792, não se sabe onde; foi pároco nas redondezas de Oliveira, fundou com outro padre seu parente, por provisão episcopal uma ermida, sob a invocação de Santa Rita, que daria origem a Viçosa; teve filhos sacrílegos que o acompanhariam por toda a vida, reconhecidos e perfilhados em cartório, herdeiros da fortuna que amealhou, proprietário que foi da sesmaria Campo Aberto, nos arredores de Araxá e outros bens. Mas, um padre? Sim, como quase todos os padres de seu tempo; por fim, por volta de 1815, pouco menos, torna-se vigário do nascente Julgado dos Arachás; além da atividade religiosa, tornou-se chefe político inconteste na localidade, que com seus irmãos e correligionários formaram inicialmente o clã ou grupo político dos “José da Silva”, que posteriormente desaguaria no clã da Mandioca, referido acima, na longa batalha política que iria se prolongar ao longo do século dezenove em Araxá; morreu em 08/04/1845;
Filhos descobertos e reconhecidos em cartório:
Com Teresa Amado de São Paulo, mulher solteira:
1.1 Pedro Amado de São Paulo, inventariado em 1868; deixou descendência em Araxá;
1.2 Placidina Maria de Jesus; casado com seu primo Antônio Machado de Moraes e Castro, pais de:
1.2.1 Francisco, com 9 anos em 1832;
1.2.2José, com 7 anos em 1832;
1.2.3 Jerônimo, com 4 anos em 1832;
1.2.4 Maria, com 3 anos em 1832;
1.2.5 Maria, com 1 ano em 1832 (censo)
Com Ana Jacinta de São José, a Dona Beja:
1.3 Teresa Tomásia de Jesus, batizada em 15/02/1819 e falecida em 1852; foram seus padrinhos seu tio Jerônimo José da Silva e sua avó Dona Teresa Tomásia de Jesus; adiante;
2 Maria Josefa de Jesus, nascida em25/03/1773 e batizada em 14/04 do dito ano em São José Del-Rei (Tiradentes); casada na capela de Oliveira em 31/08/1795 com José Machado de Moraes, nascido em 02/04/1774 em Oliveira, MG, filho de Antônio Machado Borges e de Teodora Antônia de Moraes; foram moradores em Araxá; filhos:
2.1 Francisco de Paula Machado de Moraes, nascido em Oliveira aos 06/05/1796; viveu em Araxá;
2.2 Teresa, batizada na capela de Oliveira em 12/11/1798;
2.3 Antônio Machado de Moraes e Castro, batizado na capela de Oliveira em 01/11/1808;
3 Capitão José da Silva Botelho, batizado em 04/05/1775 na capela de Oliveira, MG (Capela de Oliveira - aos 04/05/1775 José, fº de Gregório José da Silva e Teresa Tomásia de Jesus, padr.: José de Faria Morato e Ana Maria de Jesus mulher de Matias Francisco todos desta freguesia); casado em Oliveira aos 27/05/1805 com Teodora Jacinta de Castro, nascida em maio de 1791, batizada em 08/06/1791, e falecida em 30/06/1831 na fazenda Cachoeirinha, Carmo da Mata, termo de Oliveira; era filha de Joaquim Ribeiro de Moraes e Castro, natural de Congonhas do Campo, falecido na freguesia do Pilar, RJ em 21/06/1797, e de Ana Jacinta de Moraes, nascida em 1772 e falecida em 01/06/1791, por complicações no pós-parto; neta paterna de André Ribeiro da Silva, nascido em 1707, natural da freguesia de São Pedro da Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira, e de Arcângela Maria Antônia de Moraes e Castro, de Vila Rica; neta materna de Antônio Machado Borges e de Teodora Antônia de Moraes e Castro, de Vila Rica (as avós eram irmãs); o capitão José da Silva Botelho ainda vivia em 1836; foi homem de abastada fortuna (no inventário de sua mulher em 1832, seu monte mor foi avaliado em 54 contos de réis), proprietário da fazenda Cachoeirinha em Carmo da Mata, e da sesmaria Fundo da Mandioca, de três léguas de comprimento por uma de largura localizada às margens do rio Quebra Anzol, em Araxá.
Descrição:"Sesmaria concedida a Gregório da Silva Mota em 14/08/1815, nas paragens devolutas chamadas “O Fundo da Mandioca”, confrontando com as sesmarias da Antinha, da Mandioca e com o Rio Quebra-anzol.Em 15 de maio de 1816 foi transferida para o quartel mestre Jerônimo José da Silva e João Vas da Costa que a transferiram, por sua vez, para o capitão José da Silva Botelho, em 22 de setembro do mesmo ano. Foi medida e demarcada em dezembro de 1816 quando já era chamada da Barra do Capivara. O “marco pião” foi colocado “…acima do porto do Rio Capivara, no caminho que segue da casa de Antônio Francisco para a roça do mesmo e que segue também para a casa de Manoel Fernandes…”.

Filhos ( veja imagem abaixo):

Inventário de Teodora Jacinta
Nota: antes do casamento o capitão José da Silva Botelho teve três filhos naturais com Francisca de Tal, cujos nomes se ignora.
3.1 Ana Jacinta de Castro, nascida em Carmo da Mata em 04/05/1807; casada com Antônio Martins Barreiros; moradores em Carmo da Mata;
3.2 Maria Jacinta do Carmo, nascida em Carmo da Mata aos 24/07/1808; casada com Francisco Machado de Moraes; foram moradores em Araxá;
3.3 Joaquim Ribeiro da Silva Botelho, nascido em Carmo da Mata em 24/09/1809 e falecido em Araxá em 1852; casado em 06/01/1833 com sua prima Teresa Tomásia de Jesus, filha perfilhada do padre Francisco José da Silva e de Ana Jacinta de São José, Dona Beja; filhos:
3.3.1 Teodora Fortunata Jacinta da Silva, nascida em 1836 e falecida em 09/11/1856 durante trabalho de parto; foi casada com seu tio coronel Fortunato José da Silva Botelho, sem filhos; sua morte foi o pivô da questão judicial pela herança entre sua avó Dona Beja e o coronel;
3.3.2 Joaquim Ribeiro da Silva Botelho, nascido em 1838 e falecido em 04/06/1899 em Poços Caldas, Minas; foi casado com Maria Sibila de França, pais de pelo menos:
3.3.2.1 Joaquim Ribeiro da Silva Botelho Júnior, falecido em Uberaba aos 04/07/1889;
3.3.2.2 Orozimbo Ribeiro da Silva Botelho (mudou seu nome para Orozimbo Ribeiro), nascido em 15/01/1866 em Araxá e falecido em 20/01/1960 em Uberlândia, na idade provecta de 93 anos; foi casado em Uberaba aos 19/05/1895 com Armênia da Costa Carneiro, natural de Uberaba, filha legítima de Antônio da Costa Carneiro e de Rita Otília Carneiro; Orozimbo foi educado em Uberaba e após o casamento mudou-se para a então São Pedro de Uberabinha, onde, em sociedade com José Veloso montou uma grande casa comercial; posteriormente, tornou-se boiadeiro, dedicando-se ao comércio de gado; filhos, trinetos de Dona Beja:
3.3.2.2.1 Dr. Olavo Ribeiro, médico, casado com Odete de Freitas, com geração;
3.3.2.2.2 Rita Ribeiro, casada com Cláudio Silveira, com geração;
3.3.2.2.3 Maria de Lourdes Ribeiro, casada com José de Ávila, com geração;
3.3.2.2.4 Aloire Ribeiro, casada com o Dr. Érico Magalhães, com geração;
3.3.2.2.5 Maria Dirce Ribeiro, professora e vereadora em Uberlândia;
3.3.2.2.6 Dr. Roosevelt Ribeiro, médico; foi casado com Floripes da Cunha, com geração;
3.3.2.2.7 Nilda Ribeiro, casada com Domingos Ambrósio, com geração;
3.3.2.2.8 Dr. José Bonifácio Ribeiro, médico; foi casado com Zilmar de Freitas, com geração;
3.3.3 Dr. Francisco Ribeiro da Silva Botelho ou Francisco José da Silva Ribeiro: tornou-se bacharel em direito pela faculdade do Largo de São Francisco em 1867; nomeado promotor de sua terra natal, Araxá, foi demitido antes da posse, assumindo então o mesmo posto na comarca de Sapucaia, RJ; daí foi removido para Lavras e não parou mais, até que, em 1879, foi diplomado Juiz pelo Ministério da Justiça do Império, quando assume o posto de Juiz Municipal e de Órfãos de Patrocínio, de Santana dos Patos, e por fim da cidade de Bagagem (Estrela do Sul), falecendo aí no exercício do cargo; foi o testamenteiro de sua avó Dona Beja; casado com Esther de Tal Ribeiro, não conhecemos a descendência do casal;
3.3.4 Saturnino Ribeiro da Silva Botelho, nascido em 1841 e falecido em 1900 em Abadia dos Dourados, MG, onde era morador; em 1883, mudou seu nome para Saturnino Botelho, conforme declaração publicada no Gazeta de Uberaba, edição de 20/01 do dito ano;
3.3.5 José Ribeiro da Silva Botelho;
3.3.6 Major Antônio Ribeiro da Silva Botelho, falecido em 04/03/1900 em Araxá, Mg;
3.3.7 Ana Ribeiro da Silva Botelho;
Joaquim Ribeiro da Silva Botelho teve com Maria Álvares Machado, dona Maricota, um filho natural não reconhecido, mas que era do conhecimento de todos, que adotando o sobrenome materno, forjou um dos mais importantes troncos familiares de Araxá:
3.3.8 Tenente coronel José Porfírio Álvares Machado, falecido em 19/05/1901; com a patente de alferes, comandou em 1865 as tropas de voluntários da Pátria, recrutados entre os moços da região, sendo a maioria de Araxá, e que brilhou na campanha da guerra do Paraguai; casou com Francisca Porfírio da Rocha e Silva, falecida em 1894; pais de:
3.3.8.1 Dr. José Porfírio Álvares Machado Júnior, bacharel em direito pela Faculdade do Largo de São Francisco (USP), foi juiz de direito de Araxá (1890) e de outras comarcas mineiras; foi casado com Hermínia de Araújo, pais de pelo menos:
3.3.8.1.1 Dr. Celso Porfírio de Araújo Machado, nascido em 15/02/1895 em Araxá e falecido em 13/09/1974; advogado, foi delegado de polícia; político foi, várias vezes, deputado estadual e federal, bem como vice-governador do estado de Minas Gerais;
3.3.8.2 Coronel Joaquim Porfírio Álvares Machado, falecido em 01/01/1908; foi casado com Ana Afonso de Almeida, falecida em 1919, filha de Damazo Afonso de Almeida e de Maria da Natividade; com descendência;
3.3.8.3 Francisco Porfírio Álvares Machado, Chico Porfírio, nascido em 15/09/1869 e falecido em 1956; casou com sua parente Áurea de Castro Botelho, filha do coronel Francisco Jacinto da Silva Botelho e de Idalina de Castro; pais de:
3.3.8.3.1 José Porfírio Álvares Machado, casado com Maria Marques Porfírio;
3.3.8.3.2 Francisco Porfírio Álvares Machado Júnior, casado com Argentina de Oliveira Ferreira;
3.3.8.3.3 Edgar Porfírio Álvares Machado, casado com Olga de Araújo;
3.3.8.3.4 Maria Porfírio Álvares Machado, casada com Avenor Teixeira de Carvalho;
3.3.8.3.5 Joaquim Porfírio Álvares Machado, casado com Clotilde Afonso;
3.3.8.3.6 Ana Porfírio Álvares Machado, casada com Idelfonso da Silva;
3.3.8.3.7 Nenê Porfírio Álvares Machado, casada com Teodoro de Andrade Lima;
3.3.8.3.8 Dulce Porfírio Álvares Machado, casada com Joaquim Martins Peres;
3.3.8.3.9 Geraldo Porfírio Botelho, nascido em 29/03/1914, casado com Antônia (Tonica), Porfírio Botelho;
3.3.8.3.10 Eurico Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.3.11 Idalina Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.3.12 Áurea Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.3.13 Adelaide Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.4 Osório Porfírio Álvares Machado, casado em 20/04/1894 com Teodora Porfírio de Afonseca e Silva, nascida em 07/01/1876 e falecida em 18/04/1921; pais de:
3.3.8.4.1 Dr. Osvaldo Porfírio Álvares Machado, nascido em 29/02/1895 e falecido em 29/10/1930; engenheiro;
3.3.8.4.2 Zoraida Porfírio, nascida em 20/04/1897; foi casada com Melquíades Soares da Cunha;
3.3.8.4.3 Francisca, nascida em 28/04/1899; foi casada com Agenor Braga de Araújo;
3.3.8.4.4 Maria Porfírio, nascida em 05/02/1901, casada com Jason de Oliveira;
3.3.8.4.5 General José Porfírio da Paz, nascido em 24/01/1803 e falecido em 27/09/1983; militar de carreira, participou da revolução constitucionalista de 1832 em São Paulo; na política foi deputado estadual paulista duas vezes, vice-prefeito de São Paulo, vice-governador e governador interino; no futebol foi um dos fundadores do São Paulo Futebol Clube; casado com Ana Dinorah;
3.3.8.4.6 Carmem Porfírio, nascida em 24/11/1905; foi casada com Alfeu Fontes;
3.3.8.4.7 Benvinda Porfírio, nascida em 19/09/1907; foi casada com Benedito Neri;
3.3.8.4.8 João Porfírio Álvares Machado, nascido em 15/02/1917; foi casado com Julieta Novaes;
3.3.8.5 Tomé Porfírio Álvares Machado; foi casado com Ana Luíza Carneiro dos Santos;
3.3.8.6 Antônio Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.7 Ana Porfírio da Rocha e Silva;
3.3.8.8 Maria Porfírio da Rocha e Silva, casada com Evaristo Afonso da Silva, com descendência; foram os sogros do memorialista araxaense Sebastião de Afonseca e Silva;
3.3.8.9 Teodora Porfírio;
3.3.8.10 Alzira Porfírio;
3.3.8.11 Alexandre Porfírio Álvares Machado;
3.4 José Jacinto da Silva Botelho, nascido em 1811 em Carmo da Mata, MG; já era falecido em 1856; casado com Áurea Cândida de Castro, natural de Oliveira, MG, filha de Antônio Machado de Santana Tostes e de Flora Cândida de Castro; filhos descobertos:
3.4.1 Capitão Antônio Jacinto da Silva Botelho, casado em Uberaba com Ubaldina de Castro Pinheiro, já falecidos por ocasião do casamento da filha Luísa Etelvina em 1885; filhos:
3.4.1.1 Luísa Etelvina de Castro Pinheiro, casada em Uberaba com o médico Tomás Pimentel de Ulhoa, de Paracatu;
3.4.1.2 Áurea de Castro Pinheiro, sem mais notícias;
3.4.1.3 Franklin Jacinto da Silva Botelho, nascido em 1871;
3.4.1.4 Antônio Jacinto Botelho, nascido em 1873;
3.4.2 Na dúvida, José Jacinto da Silva, casado com Maria Inácia de Jesus; morador em Araxá, MG; filha descoberta:
3.4.2.1 Ana Maria de Jesus, nascida em 1854;
3.4.3 coronel Francisco Jacinto da Silva Botelho, falecido em Araxá em 11/02/1915; genro e herdeiro do coronel Fortunato José da Silva Botelho, casado que foi com Idalina de Castro, filha natural e legitimada do coronel.
Nota: em outubro de 1913, a fazenda da Mandioca é vendida pelo coronel Francisco Jacinto Botelho aos sócios compradores Pio Fernandes, Augusto Frederico e João Jacques Montandon, pondo fim ao último resquício da antiga sesmaria adquirida pelo capitão José da Silva Botelho em 1816.
Filhos:
3.4.3.1 Áurea de Castro Botelho, casada com Francisco Porfírio Álvares Machado. Descendência em 3.3.8.3, acima;
3.4.3.2 Garibaldina de Castro, casada em Araxá com Augusto Frederico Montandon; com descendência;
3.4.3.3 Teófilo Botelho, falecido em Araxá aos 03/11/1908;
3.4.4 coronel Fortunato Jacinto da Silva Botelho, casado em 1872 em Paracatu com Cândida Pimentel de Ulhoa, filha do coronel Domingos Pimentel de Ulhoa e de Cândida de Melo Álvares; filhos:
3.4.4.1 Georgina Ulhoa Botelho, nascida em 15/02/1873 e falecida em 1888;
3.4.4.2 coronel Osório Jacinto da Silva Botelho, nascido em 18/03/1875; casado em julho de 1907 com Maria Carneiro Adjuto, filha do coronel Rodolfo Garcia Adjuto e de Joana Carneiro de Mendonça; o casal teve 14 filhos, nascidos em Paracatu:
3.4.4.2.1 Joaquim Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado em 31/07/1934 com Carmem Carneiro de Mendonça (Pequenina), nascida em 01/11/1911 e falecida em 20/01/1986;
3.4.4.2.2 Cândida Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Rodolfo Carneiro de Mendonça, falecido;
3.4.4.2.3 Dr. Fortunato Adjuto Botelho, médico, falecido em Paracatu, MG; casado com Croce Benilde Lauro, falecida;
3.4.4.2.4 Antônio Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com Augusta Carneiro de Mendonça, falecida;
3.4.4.2.5 Olga Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com José Jacinto Chaves (Fifico), falecido;
3.4.4.2.6 Joana Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Osmar da Silva Neiva, falecido;
3.4.4.2.7 Maria José Adjuto Botelho, nascida em 1917 em Paracatu, e falecida em Brasília, DF; casada com seu primo Vasco Adjuto Botelho, falecido;
3.4.4.2.8 Rodolfo Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com Luci Porto Adjuto, falecida;
3.4.4.2.9 Áurea Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Laerte da Silva Neiva, falecido;
3.4.4.2.10 Tarcísio Adjuto Botelho, nascido em 08/09/1921 e falecido em 31/03/1987 em Paracatu, MG; casado com Zulmira Carneiro de Mendonça, falecida;
3.4.4.2.11 José Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG;
3.4.4.2.12 Josias Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG;
3.4.4.2.13 Giselda Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Sebastião Gonçalves de Carvalho, falecido;
3.4.4.2.14 Nilo Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com Lúcia Pinheiro;
3.4.4.2.15 Jonas Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com Teresinha Lepesqueur;
3.4.4.3 Aníbal Jacinto da Silva Botelho, nascido em 25/04/1876 e falecido em 03/10/1936; casado com sua prima Anita Vilela Botelho; filhos:
3.4.4.3.1 José Botelho Sobrinho nascido e falecido em Paracatu, MG;
3.4.4.3.2 Cândida Vilela Botelho, nascida e falecida em Paracatu, MG; casada com seu primo Joaquim Lima Botelho;
3.4.4.3.3 Fortunato Vilela Botelho nascido e falecido em Paracatu, MG; casado com sua prima Bety Adjuto Botelho;
3.4.4.3.4 Léo Vilela Botelho nascido e falecido em Paracatu, MG;
3.4.4.3.5 Lia Vilela Botelho nascida e falecida em Paracatu, MG;
3.4.4.3.6 Dr. Antônio Vilela Botelho, odontólogo, nascido e falecido em Paracatu, MG;
3.4.4.3.7 Álvaro Botelho (Naim), faleceu solteiro em Paracatu, MG;
3.4.4.3.8 Vera Vilela Botelho nascida e falecida em Paracatu, MG; foi casada com Miguel de Moura Santiago;
3.4.4.3.9 Marieta Vilela Botelho “Maricota” nascida e falecida em Paracatu, MG; casada com Donizete Victor Rodrigues, falecido;
3.4.4.3.10 Cléa Vilela Botelho “Nini”, nascida e falecida em Paracatu, MG; solteira;
3.4.4.4 capitão José Jacinto da Silva Botelho (seu Juca), nascido em 04/04/1878 e falecido em 1948; casado com Idalina Loureiro da Fonseca Lima, filha do Dr. Caetano Alberto da Fonseca Lima e de Maria da Glória Loureiro Gomes, nascida em 1882 e falecida em 1971; filhos nascidos em Paracatu:
3.4.4.4.1 Maria Lima Botelho, nascida em 1903 e falecida em 1954; foi casada com Antônio Arnaldo Loureiro Gomes (seu Moleque), nascido em 06/01/1886 e falecido em 1982 em Brasília;
3.4.4.4.2 Ana de Jesus Lima Botelho, nascida em 04/1904 e falecida em 11/03/1997; foi casada com João de Moura Santiago, nascido em 06/01/1902 e falecido em 27/03/1981 em Brasília, DF;
3.4.4.4.3 Joaquim Lima Botelho, nascido em 1905, e falecido em 2000; foi casado com sua prima Cândida Vilela Botelho, já falecida;
3..4.4.4.4 José Botelho Filho, nascido em 1906 e falecido em 12/05/1970, solteiro, sem descendência;
3.4.4.4.5 Caetano Botelho, nascido em 18/12/1910, e falecido em 17/09/1981 em Brasília, DF; casado com Ceci Trindade de Sousa Botelho, nascida em 27/05/1932;
3.4.4.4.6 Rosa Maria Lima Botelho, nascida em 19/11/1914, e falecida em 30/04/1999 em Belo Horizonte; foi casada com o médico Dr. Renzo Antonini, nascido em 19/08/1915, e falecido em 11/10/1967 em Belo Horizonte, filho de Américo Antonini, natural e batizado em Asciano, província de Pisa, Itália, e de Rosa Fisicaro, natural e batizada na freguesia de Nossa Senhora da Boa Viagem, Belo Horizonte, MG; foram moradores em Belo Horizonte;
3.4.4.4.7 Rute Lima Botelho, nascida em 1916, e falecida em 1999 no Rio de Janeiro; foi casada com seu primo Luís da Fonseca Lima, já falecido, filho de Francisco Alberto da Fonseca Lima e de Ermelinda Meireles Torres; foram moradores no Rio de Janeiro;
3.4.4.4.8 Carlos Alberto Lima Botelho, nascido em 28/10/1918, e falecido em 12/04/1999, no Rio de Janeiro; foi casado com Dolores Sóter, nascida em 19/09/1921; moradora no Rio de Janeiro;
3.4.4.4.9 Fortunato Jacinto Lima Botelho, nascido em 1920, e falecido em Uberlândia em 1986; casado com Elza de Paiva, natural de Formosa, Goiás;
3.4.4.4.10 Mílton Lima Botelho (Baiano), nascido em 1921, e falecido em 1986; casado com Lázara Botelho, já falecida;
3.4.4.4.11 João Lima Botelho, nascido em 1922, e falecido em 27/11/2007 em Belo Horizonte; foi casado com Ana (Anita) Sá Pereira, falecida em 2006 em Belo Horizonte;
3.4.4.4.12 Célia Lima Botelho, nascida em 31/08/1924, e falecida em 15/10/2011 em Brasília, DF; foi casada com Aclício Ulhoa, já falecido;
Registro: em 11/03/1914, o capitão José Jacinto obteve a concessão de posse de um terreno (jazigo) no cemitério Santa Cruz por cinquenta anos, a partir de 1916 e 1918, onde estavam sepultados os seus filhos, menores de 7 anos:
3.4.4.4.13 Emanoel Lima Botelho;
3.4.4.4.14 Maria Cândida Lima Botelho;
3.4.4.5 Anísio Jacinto da Silva Botelho, nascido em 11/04/1880 e falecido em 19/08/1941; casado em 1908 com Zélia Porto, nascida em 07/05/1887 e falecida em 14/06/1967; filhos:
3.4.4.5.1 Geraldo Porto Botelho nascido em 11/04/1909 em Paracatu, MG, e falecido em 10/02/1966 em Patos de Minas, MG;
3.4.4.5.2 Rui Porto Botelho nascido em 20/11/1910 em Paracatu, MG, e falecido em 06/05/1931 em Paracatu, MG;
3.4.4.5.3 Maria de Lourdes Porto Botelho nascida em 17/07/1912 e falecida em 05/09/2002 em Paracatu, MG;
3.4.4.5.4 Gil Porto Botelho nascido em 10/11/1913 e falecido em 13/01/2005 em Paracatu, MG;
3.4.4.5.5 Caio Porto Botelho nascido em 1915 e falecido em 30/10/1986 em Paracatu, MG;
3.4.4.5.6 Noemi Porto Botelho nascida em 25/04/1917 e falecida em 10/04/2008 em Paracatu, MG;
3.4.4.5.7 Ida Porto Botelho nascida e falecida em 16/12/2004 em Paracatu, MG;
3.4.4.5.8 Lucas Porto Botelho nascido em 04/12/1921 e falecido em 06/07/2004 em Paracatu, MG;
3.4.4.5.9 Rutá Porto Botelho nascida em 22/05/192 e falecida em 05/10/1947 em Paracatu, MG;
3.4.4.6 coronel Francisco Jacinto da Silva Botelho, nascido em Paracatu em 11/03/1882 e falecido em 01/01/1943 no Rio de Janeiro; casado com Maria Antônia Loureiro Adjuto (Dondona), nascida em 1892 e falecida em 10/05/1977 em Brasília; filhos:
3.4.4.6.1 Branca Adjuto Botelho nascida em 23/08/1911 em Paracatu e falecida solteira em 24/08/1934 no Rio de Janeiro, RJ, aonde está sepultada;
3.4.4.6.2 Beatriz Adjuto Botelho nascida em 10/10/1912 em Paracatu, MG, e falecida em 1992 em Brasília, DF, aonde está sepultada;
3.4.4.6.3 Diogo Adjuto Botelho nascido em 1914 em Paracatu, MG, e falecido em 1971 em Brasília, Distrito Federal, aonde está sepultado; foi casado com Alice Botelho, sem descendência
3.4.4.6.4 Vasco Adjuto Botelho nascido em 1915 em Paracatu, MG, e falecido em 1994 em Brasília, DF, aonde está sepultado; foi casado com sua prima Maria José Adjuto Botelho. Com descendência;
3.4.4.6.5 Clara Adjuto Botelho nascida em 1917 em Paracatu, MG, e falecida em 1981 em Brasília, DF. Aonde está sepultada; foi casada com descendência;
3.4.4.6.6 Pero Adjuto Botelho nascido em 03/09/1920 em Paracatu, MG, e falecido em 01/03/1971 em Madri, Espanha; foi sepultado em Paracatu, MG;
3.4.4.6.7 Egas Adjuto Botelho nascido em 1922 em Paracatu, MG, e falecido em 1995 em Brasília, DF, aonde está sepultado; foi casado com Geni de Almeida e Silva, falecida; com descendência;
3.4.4.6.8 Lopo Adjuto Botelho nascido em 1923 e falecido em 1966 em Paracatu, MG; solteiro, sem descendência;
3.4.4.6.9 Diniz Adjuto Botelho nascido em 1925 em Paracatu, MG, e falecido em Brasília, DF;
3.4.4.6.10 Mem Adjuto Botelho nascido em 1931 e falecido em 1967 em Paracatu, MG; casado com Raquel Salustiano Pereira, com descendência;
3.4.4.7 Mariana Ulhoa Botelho, nascida em 06/05/1884 em Paracatu e falecida em 03/08/1955 em Belo Horizonte, MG; casada com Antônio de Moraes Brochado; filhos:
3.4.4.7.1 Maria de Lourdes Botelho Brochado nascida em 1913 em Paracatu, MG, e falecida em 01/03/2005 em Belo Horizonte, MG; foi casada com Joaquim de Moura Santiago, falecido;
3.4.4.7.2 Lígia Botelho Brochado nascida em 1914 em Paracatu, MG, e falecida em 09/11/2004 em Belo Horizonte, MG; foi casada com Alcir Víctor Rodrigues, falecido em Belo Horizonte;
3.4.4.7.3 Dora Botelho Brochado nascida em 30/01/1923 em Paracatu, MG, e falecida em 26/02/2012 em Barbacena, MG; foi casado com Eugênio Dutra Câmara, natural de Barbacena, aonde foi prefeito; falecido;
3.4.4.7.4 Paulo Brochado, nascido em 1/09/1924 e faleceu em 15/04/2015; casado que foi com Mariângela Lepesqueur Botelho Brochado;
3.4.4.8 Raul Jacinto da Silva Botelho, nascido em 27/01/1886; casado com Augusta Carneiro Adjuto, filha do coronel Rodolfo Garcia Adjuto e de Joana Carneiro de Mendonça; o casal teve dez filhos nascidos em Paracatu:
3.4.4.8.1 Waldemar Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado que foi com Lúcia Botelho Brochado, falecida;
3.4.4.8.2 Saul Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com sua prima Ida Porto Botelho;
3.4.4.8.3 Zilda Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Duguay Costa, falecido;
3.4.4.8.4 Bety Adjuto Botelho, falecida em 2010 em Paracatu, MG; casada com seu primo Fortunato Vilela Botelho;
3.4.4.8.5 Raul Botelho Filho, falecido em 2003 em Paracatu, MG; casado que foi com Carmem de Sá;
3.4.4.8.6 Elza Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada que foi com Moacir Silveira dos Santos, falecido;
3.4.4.8.7 Joana Adjuto Botelho, falecida em 2008 em Paracatu, MG; casada com Aclineu Ulhoa, já falecido;
3.4.4.8.8 Rui Adjuto Botelho, falecido em Belo Horizonte, MG;
3.4.4.8.9 Ceci Adjuto Botelho, falecida em Belo Horizonte, MG; casada que foi com Marcos Hermínio de Araújo Milton, falecido em Belo Horizonte;
3.4.4.8.10 Ivo Adjuto Botelho; casado com Teresa Costa;
3.4.4.9 Maria Ulhoa Botelho, nascida em 04/02/1898 e falecida em 08/02/1953; casada com o médico Dr. Joaquim de Moraes Brochado;
3.4.4.9.1 Helena Botelho Brochado nascida e falecida em Paracatu, MG; falecida solteira;
3.4.4.9.2 Marta Botelho Brochado nascida em 19/07/1918 em Paracatu, MG; falecida em Paracatu; foi casada com Dr. Alaor Porto Adjuto, já falecido;
3.4.4.9.3 Domingos Botelho Brochado nascido em Paracatu, MG, e falecido em Unaí, MG;
3.4.4.9.4 Carmem Botelho Brochado nascida em Paracatu, MG; foi casada com Petrônio Costa;
3.4.4.9.5 Cláudio Botelho Brochado nascido em Paracatu, MG, e falecido em Unaí, MG; casado com Maria José Macedo Brochado, já falecida;
3.4.4.9.6 Hugo Botelho Brochado nascido em 08/01/1924 em Paracatu, MG, e falecido em 05/04/1990 em Paracatu, MG;
3.4.4.9.7 Lúcia Botelho Brochado, já falecida; foi casada com seu primo Waldemar Adjuto Botelho, já falecido;
3.4.4.10 Mário do Nascimento Botelho, nascido em 25/12/1892 e falecido em 17/02/1970; foi casado com Lídia Loureiro Adjuto, nascida em 1893 em Paracatu; ela faleceu em 1993 em Belo Horizonte, MG; filhos:
3.4.4.10.1 Dr Celso Adjuto Botelho, nascido em 1915 e falecido em 08/outubro/1959 em Belo Horizonte; 
3.4.4.10.2 Zaida Adjuto Botelho, nasceu em Paracatu, MG e faleceu em Belo Horizonte, MG;
3.4.4.10.3 Hélio Adjuto Botelho, nascido em Paracatu, MG, e falecido em Brasília, Distrito Federal; solteiro, sem descendentes;
3.4.4.10.4 Sílvio Adjuto Botelho, nascido e falecido em Paracatu, MG;
3.4.4.10.5 Mário Adjuto Botelho nasceu em 24/11/1921 em Paracatu, MG. Ele faleceu em Belo Horizonte, MG; foi casado sem descendentes;
3.4.4.10.6 Job Adjuto Botelho nasceu em Paracatu, MG; casado;
3.4.4.11 Domingos Jacinto da Silva Botelho, falecido na infância;
3.4.5 Engenheiro Franklin José da Silva Botelho, nascido por volta de 1850 em Araxá, e falecido em 1818 em Paracatu, MG, onde casou com Cândida Ulhoa Vilela, nascida em 19/04/1864 e falecida em 1911, filha de José Gonçalves de Oliveira Vilela e de Adelina Pimentel de Ulhoa; filhos:
3.4.5.1 Anita Vilela Botelho, falecida em 26/05/1943; casada com seu primo Aníbal Jacinto da Silva Botelho;
3.4.5.2 Áurea Vilela Botelho, falecida em 25/02/1934; foi casada com Etienne Lepesqueur;
3.4.5.3 Olga Vilela Botelho;
3.4.5.7 Rosa Vilela Botelho;
3.4.5.8 professor Franklin Botelho, nascido em 1907(?) e falecido solteiro e sem descendentes em 18/06/1981 em Patrocínio, MG; Professor de vasta cultura intelectual, exerceu o magistério em Patrocínio a partir dos anos de 1930 até sua morte; dominava a línguas francesa com fluência; foi também mestre em geografia e canto orfeônico; músico, tocava violino com maestria; também foi radioamador e de seus aparelhos comunicava com o mundo todo; foi também compositor bissexto e teatrólogo nas horas vagas; 
3.4.5.9 Dora Vilela Botelho;
3.5 coronel Fortunato José da Silva Botelho, nascido em 1812 em Carmo da Mata, MG, e falecido em 04/05/1890; foi casado com sua sobrinha Teodora Jacinta Fortunata, sem filhos.
Filha natural legitimada:
3.5.1 Idalina de Castro, casada com o coronel Francisco Jacinto da Silva Botelho (vide item 3.4.3);
3.6 Antônio Teodoro da Silva Botelho, nascido em 1814 em Carmo da Mata, MG; casado com Tereza Maria do Carmo; filhos descobertos:
3.6.1 Antonio Teodoro da Silva Botelho Júnior, casado com Mariana Izabel Botelho; filhos:
3.6.1.1 Thiers Botelho; empreendedor em várias frentes. Foi um importante pecuarista, selecionador da raça zebuína; alavancou o turismo da região com o beneficiamento e exploração das Fontes Hidrominerais do Barreiro; construtor de estradas  e de redes de telefonia, colocando Araxá na vanguarda da comunicação no estado; teve dez filhos de dois casamentos - 1ªvez com Teodora de Castro:
3.6.1.1.1 José de Castro Botelho;
3.6.1.1.2 Maria de Lourdes de Castro Botelho;
3.6.1.1.3 Antônio de Castro Botelho;
2ªvez com Sílvia de Magalhães Botelho:
3.6.1.1.4 Helena Botelho;
3.6.1.1.5 José Reinaldo de Magalhães Botelho;
3.6.1.1.6 Marta Botelho Ede;
3.6.1.1.7 Maria Sílvia Botelho;
3.6.1.1.8 Maria Clélia Botelho;
3.6.1.1.9 Luís de Magalhães Botelho;
3.6.1.1.10 Maria Zélia Botelho;
3.6.1.2 Garibaldi Botelho, falecido prematuramente;
3.6.1.3 José Botelho;
3.6.1.4 Fortunato Botelho. falecido prematuramente;
3.6.2 José Teodoro da Silva Botelho, casado com Mariana Resende e Oliveira; moradores em Araxá, MG;
3.7 coronel Francisco José da Silva Botelho, nascido em Carmo da Mata, MG em 1815; casado com Maria do Carmo de Castro; moradores em Estrela do Sul, MG; com descendência;
3.8 Luísa Jacinta de Castro, nascida em 1817, Carmo da Mata, MG; 
3.9 Teresa Jacinta de Castro, nascida em 1819, Carmo da Mata, MG;
3.10 Teodora Jacinta de Castro, nascida em 1820 em Carmo da Mata e falecida em Araxá em 1916; foi casada com seu primo Antônio José da Silva Botelho Sobrinho; moradores em Araxá; Pais dos filhos descobertos:
3.10.1 Antônio Teodoro da Silva Botelho Sobrinho, falecido em 26/04/1885, assassinado pelo seu parente Inácio Afonso de Almeida; foi casado com sua parente Maria Cândida de Castro, filha de Inácio Afonso de Almeida e de Belizária Custódia de Castro; pais de:
3.10.1.1 Maria Vieira de Castro, casada com José Vieira Machado;
3.10.1.2 João Batista da Silva Botelho;
3.10.1.3 Josefina de Castro, casada com Joaquim de Paula Barreto;
3.10.1.4 Elisa Jovita de castro, casada com Azarias Alves Ferreira, tronco dos Castro Alves; pais de:
3.10.1.4.1 Maria Eliza de Castro;
3.10.1.4.2 Antônio de Castro Alves;
3.10.1.5 Luíza Cândida de Castro, segunda esposa de Azarias Alves Ferreira (família Castro Alves); pais de 18 filhos:
3.10.1.5.1 Hermantina de Castro Alves, casada com Salomão Drumond, filho de Alberto Marques Drumond e de Raimunda genuína de Sousa, naturais de Floriano, Piauí; pais de:
3.10.1.5.1.1 Maria Drumond, foi casada com sucessão;
3.10.1.5.1.2 Maria Dora Drumond;
3.10.1.5.1.3 José Alberto Drumond;
3.10.1.5.1.4 Dr. Olavo Drumond (31/08/1925- 08/05/2006), casado com Sandra Almeida, com sucessão; Olavo Drumond, advogado, ministro dos tribunais de Contas de São Paulo e da União, jornalista, trabalhou em vários jornais e revistas, escritor (poeta e contista), deputado estadual, e,por fim, prefeito de Araxá, aonde faleceu;
3.10.1.5.1.5 Azarias Drumond;
3.10.1.5.1.6 Antônio Carlos Drumond (Araxá,14/01/1936 - Brasília, 23/03/2018), o Toninho Drumond como ficou conhecido nos meios jornalísticos e políticos de Brasília; pioneiro do telejornalismo, implantou o jornalismo na Rede Globo Brasília, onde foi seu diretor por longos anos;
3.10.1.5.2 Olavo de Castro Alves;
3.10.1.5.3 Nestor Castro Alves;
3.10.1.5.4 Olga Castro Alves;
3.10.1.5.5 Angelina Castro Alves;
3.10.1.5.6 Romeu castro Alves;
3.10.1.5.7 Ronan Castro Alves;
3.10.1.5.8 Dário Castro Alves;
3.10.1.5.9 Walter Castro Alves;
3.10.1.5.10 César castro Alves;
3.10.1.5.11 Paulo Castro Alves;
3.10.1.5.12 Virgílio Castro Alves;
3.10.1.5.13 Alberto Castro Alves;
3.10.1.5.14 Valda Castro Alves;
3.10.1.5.15 Maria Aparecida Castro Alves;
3.10.1.5.16 Elmo Castro Alves;
3.10.1.5.17 Orlando Castro Alves;
3.10.1.5.18 Sebastião Castro Alves;
Fonte: Revista "O Trem da História",12 edição; Fundação Calmon Barreto;, Araxá, Minas Gerais;
3.10.2 Joaquim Antônio da Silva Botelho, filho mais velho; casado com Maria das Dores de Ávila, nascida em 1851; pais de:
3.10.2.1 Maria Dolores de Ávila, casada com Elias Porfírio de Azevedo, com geração;
3.11 Mariana Jacinta de Castro, nascida em 1821, Carmo da Mata, MG; foi casada com o major José Gregório Pereira da Silva, falecido em 14/06/1881 na sua fazenda das Furnas; deixaram descendência em Estrela do Sul;
3.12 Cândida Jacinta de Castro, nascida em 1823, Carmo da Mata, MG; era moradora na vila da Bagagem em 1857;
3.13 Carolina Jacinta de Castro, nascida em 1825, Carmo da Mata, MG; foi casada com o major Gregório José Pereira da Silva, moradores em Estrela do Sul; filhos descobertos:
3.13.1 José Gregório Pereira da Silva Sobrinho, nascido em 21/11/1854, em Estrela do Sul;
3.13.2 Marfisa, nascida em 10/12/1856 e batizada em 30/03/1857 na matriz de Nossa Senhora Mãe dos Homens de Estrela do Sul;
3.14 Pedro José da Silva Botelho, nascido em 1826, Carmo da Mata, MG; casado com Ana Jacinta de Moraes, falecida em 1866 em Carmópolis de Minas; filho descoberto:
3.14.1 José, nascido em 1864 em Carmópolis de Minas;
3.15 Placidina Jacinta de Castro, nascida em 1827, Carmo da Mata, MG; foi casada com o alferes Vicente Fernandes de Castro, nascido ca. 1811 em Oliveira, Mg, filho legítimo de Luiz Fernandes de Castro, batizado em 07/01/1760 em Santo Amaro (atual Queluzito), termo de Queluz (Congonhas do Campo), filho de Pedro Fernandes de Castro, natural de Castro Verde, Torre de Moncorvo, Braga, Portugal, e de Inácia Ferreira de Jesus, natural de Santo Amaro; Luiz casou em 16/02/1795 na capela de Nossa Senhora de Oliveira com Ana Felizarda de Jesus, filha de Francisco da Costa e de Feliciana Maria da Conceição. Nota: o casal comparece ao censo de 1831/32 da vila de Patrocínio e informam suas idades e dos filhos solteiros: ele com 60 anos (sic), branco, negociante; ela com 50 anos, branco, do lar; Luiz Fernandes de Castro faleceu em 1853, ano da abertura de seu inventário. As idades aproximadas dos filhos seguem abaixo. Luiz e Placidina foram pais, dentre outros, de:
3.15.1 coronel José Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1843 (declara ter 51 anos em 1894); foi casado com Antônia Ferreira de Novaes, falecida em 01/07/1904; o casal não deixou descendentes;
3.15.2 Major Antônio Fernandes de Castro, nascido em 19/11/1845 e falecido em 27/10/1902, solteiro e sem descendentes; advogado (rábula?), foi homem da governança de Patrocínio: vereador e agente executivo municipal, delegado de polícia, promotor público e juiz municipal;
3.15.3 coronel Joaquim Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1852 (declara ter 42 anos em 1894);
3.15.4 Honorato Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1854 (declara ter 40 anos em 1894); foi casado com Eudóxia de Arantes;
3.15.5 Honório Fernandes da Silva Botelho, nascido ca.1858 (declara ter 36 anos em 1894); faleceu solteiro em Estrela do Sul, aonde estava em tratamento de sua doença, em 27/01/1909; deixou quatro filhos legitimados, dos quais descobrimos o nome de dois deles: 
3.15.5.1 José;
3.15.5.2 Anita de Castro, casada com José Augusto de Faria;
3.15.6 Fortunato Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1860 (declara 34 anos em 1894);
3.15.7 Teófilo Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1868 (declara ter 26 anos em 1894);
3.15.8 Francisco Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1871 (declara ter 23 anos em 1894); foi casado com Maria da Mota;
3.15.9 Eduardo Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1871 (declara ter 23 anos em 1894), provável gêmeo de Francisco;
3.15.10 Teodora Jacinta de Castro, falecida em Patrocínio aos 08/04/1908; 
3.15.11 Maria Jacinta de Castro, casada com Antônio Jacinto da Silva Botelho;
3.16 Miquelina Jacinta de Castro, nascida em 1828, Carmo da Mata, MG; casada com seu primo Antônio José da Silva Damaso (descendência em 7.6, abaixo);
4 Joaquina Cândida Florinda do Sacramento (obs.: em documentos de família em Araxá ela aparece como Joaquina Cândida de Jesus), batizada em 18/02/1777 na capela de São Francisco de Paula, termo de Tamanduá; casada com Manoel Afonso de Almeida, batizado em 10/02/1766 na capela de Oliveira, filho de outro Manoel Afonso de Almeida, natural da Praça Forte de Almeida, Guarda, Portugal, e de Francisca Clara da Silva, nascida em 1738 no lugar de Redondo da freguesia de Congonhas do Campo, e falecida em 20/07/1897 em Oliveira; Senhores e possuidores da sesmaria do Taquaral em Araxá. Manoel Afonso de Almeida faleceu em Araxá em 1848. Tiveram quatorze filhos, a seguir:
Batismo: São José Del-Rei, MG e capelas filiadas, batismos - aos 18/02/1777 Oliveira, Joaquina, fª Gregório José da Silva e Teresa Tomásia de Jesus, padr.: Cel. José Ferreira Villa Nova por pp que mandou a Antônio José Pereira de Miranda, e Francisca Rosa de Bitancurt. Este batismo foi feito na capela de S. Francisco de Paula filial da freguesia do Tamanduá e todos moradores nesta freguesia de São José.
Casamento: São José Del-Rei, MG e capelas filiadas, Oliveira – em 31/08/1795 Manoel Affonço de Almeida, fº Manoel Affonso de Almeida e Francisca Clara da Silva, natural da vila de São José Del-Rei, casou com Joaquina Candida Florinda do Sacramento, fª do tenente Gregório Joséph da Silva e Teresa Thomazia de Jesus; n. São José Del-Rei.
Batismo: São José Del-Rei, MG e capelas filiadas, Oliveira - aos 10/02/1766 foi batizado Manoel, fº Manoel Affonço de Almeida e Francisca Clara, padr.: João Antônio da Silva e s/m Violante do Sacramento.
Filhos:
4.1 Joaquim Afonso de Almeida, nascido em 22/08/1797 e batizado em 31/08/1797; casado com Ana Florinda de Jesus, com descendência;
São José Del-Rei, MG e capelas filiadas, batismos – Oliveira aos 31/08/1797 Joaquim n. aos 22, fº Manoel Affonço de Almeida e Joaquina Candida Florinda do Sacramento, np Manoel Affonço de Almeida n. da Praça de Almeida e Francisca Clara da Silva n. da freg. de Congonhas do Campo deste bispado, nm Ten. Gregório José da Silva n. da freg. dos Prados deste mesmo bispado e Teresa Tomásia de Jesus n. da Ilha Graciosa do Bispado de Angra, padr.: o dito Tenente Gregório José da Silva e Violante Antônia da Silva, solteira.
4.2 Pedro Afonso de Almeida, batizado em 20/11/1799; casado com descendência;

4.3 Inácio Afonso de Almeida, nascido em 26/11/1801 e batizado em 10/12 do dito ano; foi casado com Belizária Custódia de Castro, pais de pelo menos:
4.3.1 Maria Cândida de Castro, casada com seu primo Antônio Teodoro da Silva Botelho Sobrinho;
4.3.2 Luíza Jacinta de Castro;
4.3.3 Antônio Afonso de Almeida;
4.4 Maria Felizarda de Jesus, batizada em 25/07/1804; casada por volta de 1819 com Antônio Pedro da Cunha, falecido em 29/08/1874 em Sacramento, MG; filhos descobertos com idades aproximadas informadas no inventário do pai:
4.4.1 Teresa Tomásia de Jesus, 41 anos, casada com Manoel José Alves do Nascimento, falecido em 06/05/1774 aos 50 anos e sepultado no adro da igreja do Rosário em Sacramento; filhos descobertos:
4.4.1.1 Antônia Maria, nascida em 1852; casada com seu parente Joaquim Antônio Afonso;
4.4.1.1.João, nascido em 1861;
4.4.1.2 Maria Leocádia, nascida em 1862;
4.4.1.3 Manoel José Alves do Nascimento Júnior;
4.4.1.4 Joaquim;
4.4.1.5 Teresa Amélia de Espírito Santo, casada em 07/03/1886 com seu primo João da Cunha Rodovalho;
4.4.1.6 Presciliana Alves das Dores, casada em 07/03/1886 com seu primo Teófilo de Paiva e Cunha, filho de Pedro Afonso da Cunha e de Ambrosina de Paiva Teixeira;
4.4.1.7 José Alves do Nascimento;
4.4.2 Luísa Maria de Jesus ou de Todos os Santos, 35 anos, casada em 04/01/1863 em oratório particular na fazenda do pai, na freguesia de Sacramento, com Joaquim José Naves, natural de Santana do Rio das Velhas (Indianópolis) filho de José Francisco Naves e de Ana Rosa de Jesus;
4.4.3 Joana Maria de Jesus ou Antônia da Cunha, 29 anos, casada em 15/04/1863 em oratório da fazenda do pai, com Daniel Joaquim Rodovalho;
4.4.4 Maria Januária de Abadia, 24 anos, casada em 16/04/1863 no oratório da fazenda do pai, com João Naves Damasceno, natural de Santana do Rio das Velhas (Indianópolis), filho de José Francisco Naves e de Ana Rosa de Jesus;
4.4.5 Pedro Afonso da Cunha, já era falecido em 1875; casado 1ªvez com sua sobrinha Inês Jacinta da Conceição, filha de Modesto Ferreira de Figueiredo e de Rita de Cássia de Jesus; filha descoberta:
4.4.5.1 Maria Jacinta da Conceição, casada 16/04/1863 com João Joaquim Rodovalho; filhos:
4.4.5.1.1 Ambrosina;
4.4.5.1.2 Maria;
4.4.5.1.3 José;
4.4.5.1.4 Angélica;
4.4.5.1.5 Osório;
2ªvez com Ambrosina Cristina de Paiva Teixeira; esta, viúva, casou em 1875 com João Fernandes de Sampaio, filho de Manoel Fernandes de Sampaio e de Ana Felizarda de Resende;
Casamento

Nota: João Fernandes de Sampaio não é citado no inventário do pai Manoel Fernandes de Sampaio que foi personagem relevante na história "romanceada" de Dona Beja;
Encontramos um filho deste casal:
1 Luiz de Paiva Teixeira, nascido em 1876; casou em Catalão, Goiás aos 03/05/1896 com Ermelinda Evangelista da Rocha, de 16 anos, natural de São Miguel da Ponte Nova, MG, filha de João Evangelista da Rocha e de Maria Angélica de Jesus;
Filhos de Pedro Afonso da Cunha e Ambrosina Cristina de Paiva Teixeira:
4.4.5.1.2 Antônio Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.3 Manoel Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.4 Saturnino Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.5 Herculano Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.6 José Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.7 Joaquim Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.8 Bernardino Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.9 Teófilo Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.10 Anacleta;
4.4.5.1.11 Maria;
4.4.5.1.12 Ana;
4.4.5.1.13 Presciliana;
4.4.5.1.14 Pedro Teixeira da Cunha;

4.4.6 Feliciana Maria de Jesus, 39 anos; já era falecida em 1890; casada com João de Sousa Dias;
4.4.7 Francisco de Paula e Cunha, 37 anos; casou duas vezes: 1ªvez com sua sobrinha Maria Joaquina da Conceição, filha de Modesto Ferreira de Figueiredo e de Rita de Cássia de Jesus; 2ªvez casou em 25/01/1886 na capela da Senhora da Conceição, filial da matriz de São Domingos do Araxá, com Luísa Carolina do Carmo, filha do capitão José Vicente Carneiro e de Teodora Carolina do Carmo;
4.4.8 Rita de Cássia de Jesus, 54 anos; casada com Modesto Ferreira de Figueiredo, filho de Simão Ferreira de Figueiredo ( eles comparecem ao censo de 1832: Simão de 44 anos, viúvo, lavrador; Modesto, com 8 anos de idade; filhos descobertos:
4.4.8.1 Inês Jacinta da Conceição, casada com seu tio Pedro Afonso da Cunha;
4.4.8.2 Maria Joaquina da Conceição, casada com seu tio Francisco de Paula e Cunha;
4.4.8.3 Ana Jacinta da Conceição;
4.4.8.4 Maria Luíza da Conceição, casada em 1863 com José Joaquim Naves;
4.4.8.5 Mariana Feliciana de São José, casada em 02/06/1862 com Ananias Nunes de Avelar;
4.4.8.6Ana Maria de Jesus, casada em 1863 com José Afonso da Silva, filho de José Afonso da Silva e de Ana Maria de Jesus;
4.4.8.7 Maria Rita da Conceição, casada em 12/02/1866 com José Joaquim Carneiro, filho do capitão José Vicente Carneiro e de Teresa Tomásia de Jesus, já falecida na ocasião do enlace;
4.4.8.8 Maria Perciliana da Glória, casada em 26/12/1870 com Balduíno José Carneiro, filho do capitão José Vicente Carneiro e de Teresa Carolina do Carmo;
4.4.8.9 José, batizado em 20/07/1861;
4-5 Cândida Afonso de Almeida;
4-6 Miguel Afonso de Almeida;
4-7 Jerônimo Afonso de Almeida;
4-8 Teresa Tomásia de Jesus;
4-9 Antônia Afonso de Almeida;
4-10 Antônio Afonso de Almeida;
4-11 Francisco Afonso de Almeida, casado com sua prima Teodora Amado de São Paulo, filha de José Machado de Moraes e Castro e de Placidina Ana de Jesus ;
4-12 Rita Cândida Afonso de Almeida;
4-13 Ana Joaquina de Almeida;
4-14 Evaristo Afonso de Almeida;
5 João Antônio da Silva, batizado em 18/04/1779; casado em 18/04/1799 com Violante Angélica da Silva, batizada aos 14/02/1773, filha de Manoel Afonso de Almeida e de Francisca Clara da Silva;
6 capitão Jerônimo José da Silva, batizado em 22/11/1781; casado em 05/10/1811 em Oliveira com Luíza Constância de Jesus, batizada em 03/07/1784, filha do capitão José Pereira Cardoso e de Josefa Teresa de Jesus; filhos descobertos:
6.1 Jerônimo José da Silva, casado com sucessão;
6.2 Gregório José da Silva;
7 Damaso José da Silva, batizado em02/09/1783; casado em 10/02/1807 em Santo Antônio do Amparo com Ana Silvéria de Jesus, filha de Mateus Vieira Machado e de Ana Rosa de Jesus; foram moradores em Patrocínio, então termo de Araxá;
Filhos: (nota: idades aproximadas)
7.1 tenente coronel Mateus José da Silva, nascido em 1809 em São João Del-Rei; foi casado com Joaquina Apolinária dos Santos, filha de Manoel Esteves dos Santos e de Ana Apolinária Gonçalves;
7.2 capitão Manoel José Damazo da Silva, nascido em 1810 em São João Del-Rei; foi casado em primeiras núpcias com N Machado, pais de:
7.2.1 Francisco Machado da Silva, nascido por volta de 1853; viúvo, casou em segundas núpcias com Maria Silvéria Leite, também viúva, sem descendência desse matrimônio;
7.3 Tereza, nascida em 1813 em São João Del-Rei;
7.4 Ana, nascida em 1815 em São João Del-Rei;
7.5 Francisco de Paula da Silva Damaso, nascido em 1818 em Patrocínio, MG; foi casado com sua prima Teresa de Castro; moradores em Estrela do Sul; filho descoberto:
7.5.1 Dr. Francisco da Silva Botelho;
7.6 Antônio José da Silva Damaso, nascido em 1819 em Patrocínio, MG; casado com sua prima Miquelina Jacinta de Castro, nascida em 1829, filha legítima do capitão José da Silva Botelho e de Teodora Jacinta de Castro; pais de pelo menos:
7.6.1 José da Silva Botelho, nascido em 1847 e  falecido em 1911, solteiro; fazendeiro em Serra do Salitre, deixou seus quase quatro mil hectares para Luíza, Joaquina e Rita Teodora de Oliveira, filhas de uma sua escrava, prováveis filhas naturais (?);
7.6.2 Fortunato da Silva Botelho, nascido em 1852; morador em Serra do Salitre, MG;
7.6.3 Antônio da Silva Botelho, nascido em 1853; morador em Serra do Salitre, MG; 
7.6.4 Ana Jacinta de Casto, casada com João Afonso da Silva; 
7.6.5 Joaquim Damaso Botelho, falecido em 27/12/1906;
7.7 José da Silva Damaso, nascido em 1822 em Patrocínio, MG;
7.8 Joaquim Gregório da Silva Damaso, nascido em 1823; ainda vivia em 1894; casado com Joaquina Cândida da Silva, pais da filha descoberta:
7.8.1 Ana Silvéria de Jesus, nascida em Patrocínio em 05/10/1861 e falecida em 11/01/1907 de parto laborioso; casada em 23/05/1887 (?) com o coronel Marciano H. Pires Ferreira, com quem teve 10 filhos:
7.8.1.1 Cecília Hercília Pires, nascida ca.1884 (antes do casamento dos pais?); foi casada com Antônio Pinto de Almeida; 
7.8.1.2 Orcelina Pires Salazar, nascida ca.1886(antes do casamento dos pais?); foi casada com o comerciante Antônio Monteiro Salazar;
7.8.1.3 Guiomar Georgeta Pires, nascida ca.1888;
7.8.1.4 Georgeta Guiomar Pires, nascida ca.1890;
7.8.1.5 Marciano Astrogildo Pires, nascido ca.1892, tendo falecido em 1918 quando cursava o último ano de medicina em Sã Paulo (notícia de jornal);
7.8.1.6 Astrogilda Natália Pires, nascida ca.1895; casada com Aristides Parreira Barbosa;
7.8.1.7 Aristóteles Marciano Pires ou Marciano Aristóteles Pires, médico, nascido ca.1897;
7.8.1.8 Natália Astrogilda Pires, nascida ca.1899; casou duas vezes: 1ªvez com Aristides Parreira Barbosa; 2ªvez com Eloy Martins Borges; filho primeiro leito:
7.8.1.8.1 Roberto Pires Barbosa, já falecido.
Filhos do segundo leito:
7.8.1.8.2 Maria do Carmo Pires Borges;
7.8.1.8.3 Maria Martha Pires Borges, casada com Francisco de Araújo Netto; pais de:
7.8.1.8.3.1 Guilherme Borges Netto;
7.8.1.8.3.2 Romero Borges Netto;
7.8.1.8.4 Maria Elza Pires Borges;
7.8.1.8.5 Maria Stel Pires Borges;
7.8.1.8.6 Maria Célia Pires Borges;
7.8.1.8.7 Aroldo Gaspar Pires Borges;
7.8.1.8.8 Maria Evânia Pires Borges;
7.8.1.9 Hercília Cecília Pires Ferreira, nascida ca. 1902;
7.8.1.10 Maria da Conceição Pires, nascida ca.1903;
7.9 Joaquim José da Silva Damaso, nascido em 1829 em Patrocínio, MG;
7.10 Maria Luísa da Silva, nascida ca. 1811; casada com Luiz Manoel da Silva Leite, moradores em Serra do Salitre; pais de:
7.10.1 Antônio Luiz da Silva Leite, nascido ca. 1829 (declara 65 anos em 1894);
7.10.2 Joaquim Luiz da Silva Leite, nascido ca.1842 (declara 42 anos em 1894);
7.10.3 André Luiz da Silva Leite, nascido ca. 1851 (declara 43 anos em 1894);
7.10.4 Francisco Luiz da Silva Leite;
7.10.5 Manoel Luiz da Silva Leite, nascido ca. 1844 (declara 50 anos em 1894);
7.10.6 José Luiz da Silva Leite;
7.10.7 Damaso Luiz da Silva Leite;
7.10.8 Luiz Manoel da Silva Leite;
7.10.9 Maria Luísa da Silva Leite;
7.10.10 Ana Luísa da Silva Leite;
7.10.11Luísa da Silva Leite;
7.10.12 Cândida Luísa da Silva Leite;
(Obs.: todos casados e com sucessão)

8 Joaquim José da Silva, batizado em 29/09/1785, sem mais notícias;
9 Coronel Carlos José da Silva, batizado em 27/08/1787. Aos 08/08/1808 casou com Francisca Cândida de Jesus, irmã germano de Ana Silvéria de Jesus, mulher de Damaso José da Silva; moradores no termo de Patrocínio, então distrito de Araxá.
Filhos descobertos: (idades aproximadas a partir de 9.2)
9.1 Antônio, batizado em 11/07/1809 em São João Del-Rei;
9.2 Maria, nascida em 1811 em São João Del-Rei;
9.3 Lucinda, nascida em 1813 em São João Del-Rei;
9.4 José Gregório da Silva, nascido em 1819 em Patrocínio, MG; foi casado com Maria Luíza da Paixão e Silva, filha de Francisco Luiz da Silva Alcobaça e de Maria Silvéria Leite. Pais de:
9.4.1 Ernesto José da Silva, nascido por volta de 1840;
9.4.2 Filomena Sebastiana da Silva, casada com Joaquim da Silva Leite;
9.4.3 Umbelina Olímpia da Silva, foi a primeira mulher de José Luiz da Silva Leite, pais de:
9.4.3.1 Maria Umbelina da Silva;
9.4.3.2 Manoel Luiz da Silva;
9.4.3.3 Rita Umbelina da Silva;
9.5 Lúcio José da Silva, nascido em 1821 em Patrocínio, MG;
9.6 Pedro José da Silva, nascido em 1823 em Patrocínio, MG;
9.7 Ana, nascida em 1825, Patrocínio MG;
9.8 Tereza, nascida em 1826, Patrocínio, MG;
9.9 Rita, nascida em 1827, Patrocínio, MG;
9.10 Placidina, nascida em 1828, Patrocínio, MG;
9.11 Luzia, nascida em 1830, Patrocínio, MG;
9.12 Beralda Cândida da Silva, casada em 1851 com José Luiz da Silva Alcobaça;

10 Antônio José da Silva, batizado em 12/11/1789. Morador em Araxá. Descendência ignorada.

11 Na dúvida,Tomé Francisco da Silva Botelho (a data de seu nascimento é incompatível com a idade fértil do casal tronco; seria um dos três filhos naturais do capitão José da Silva Botelho com Francisca de tal?), nascido por volta de 1802 em Oliveira, Mg; casado com Ana Teresa da Rocha. Filhos nascidos em Araxá:
11.1 padre Antônio Tomé da Silva Botelho, nascido em 1826 em Araxá e falecido em 1874 em desemboque, MG; afilhado de Dona Beja; estudou no seminário de Tiros, ordenado por Dom Francisco, bispo cego de Goiás em 1º de maio de 1854;
11.2 Joaquim Tomé da Silva Botelho, nascido em Araxá; casado com Maria Resende de Oliveira;
11.3 Balbina Teresa da Rocha, casada com Pedro Afonso de Almeida Sobrinho, filho de Joaquim Afonso de Almeida e de Ana Florinda de Jesus;
11.4 Firmina Teresa da Rocha; casou três vezes:
1ªvez com José Gregório de Tal (primo?);
2ªvez com Pedro Botelho;
3ªvez com Nicolau Garcia Rosa; filho descoberto:
11.4.1 Pedro Garcia Rosa;
11.5 Francisca Teresa da Rocha, casada com José Porfírio (Álvares Machado?);
11.6 Ana Teresa da Rocha, falecida em 09/07/1918 em Uberaba, casada com o coronel Severiano Raimundo da Cunha, nascido em Araxá em 1836 e falecido em Uberaba em 20/03/1906, filho de Domingos Raymundo da Cunha, falecido em 1890 aos 90 anos de idade em Sacramento, e de Maria Cândida de Jesus, falecida em 1867 em Sacramento, MG; a família Raymundo da Cunha foi proprietária da sesmaria das Perdizes; filhos:
11.6.1 Ana Severiana da Rocha, casada em Araxá aos 23/01/1891 com o Dr. Antonio Garcia Adjuto, de Paracatu;

11.6.2 Joaquim Raimundo Botelho, assassinado em Uberaba em 1910; foi casado com Rita Botelho;
11.6.3 Virgílio Raimundo Botelho;
11.6.4 Frederico Raimundo da Cunha;
11.6.5 José Raimundo Botelho;
11.6.6 Maria Severiana da Rocha da Silva, casada em 21/04/1884 em Santa Juliana, com Augusto Teixeira Álvares, viúvo do primeiro casamento;
11.6.7 Teodora Severiana da Rocha, casada com o coronel Antonio Moreira de Carvalho; moradores em Uberaba;
11.7 Vicente Tomé da Silva Botelho; casado em Sacramento com Amazília Maria de Jesus, filha do coronel José Afonso da Silva e de Ana Maria de Jesus; moradores em Sacramento, MG;
11.8 Tomé Francisco da Silva Botelho, nascido em 1837 em Araxá, MG; casado com sua sobrinha Ana Luísa da Rocha;
11.9 Maria Inácia de São José, casada com Antônio Afonso da Silva, filho do coronel José Afonso da Silva; moradores em Sacramento, MG;
11.10 José Tomé da Silva Botelho, nascido em 1842 em Araxá, MG;
11.11 Jerônimo da Silva Botelho, solteiro;
12 na dúvida (seria filho natural de Teresa Tomásia?), Manoel José da Silva. Casou com Maria Joaquina, batizada em 05/08/1780, filha de Antônio Alves Ferreira e Maria Clara de Jesus. Moradores em Araxá. Filhos descobertos:
12.1 Francisco, batizado em 20/04/1794 em Oliveira, MG;
12.2 Maria, batizada em 04/02/1798 em Oliveira, Mg.

OUTRO TRONCO

Ana Joaquina de Jesus e Tereza Tomásia de Jesus eram irmãos germanos, filhas, portanto, do capitão João Lobão Botelho e de Francisca Rosa de Bèttencourt ou Bittencourt (veja imagem abaixo).

Ana Joaquina nascida no Brasil colônia e seu marido José Pacheco de Carvalho, também rumaram para o oeste em 1815.
1-José Pacheco de Carvalho, batizado em Prados aos 05/07/1761, filho de Bernardo Pacheco de Carvalho, natural da freguesia de Agualva, Ilha de Angra, Açores e de Ana Joaquina de São José, filha de João Lourenço e Rosa Maria, açorianos da Ilha do Faial e do Pico, respectivamente. Casado com Ana Joaquina de Jesus, nascida em 1761 em São Pedro do Rio Grande (atual Rio Grande, RS), bispado do Rio de Janeiro, filha de João Lobão Botelho e Francisca Rosa de Bèttencourt, naturais da Ilha Graciosa, Açores. Em 1820 eram moradores do termo de Araxá.
Batismo Ana Joaquina
José Pacheco e Ana Joaquina tiveram os filhos abaixo, dentre outros:
1-1 Hipólita, batizada em Oliveira, MG em 03/08/1783;
1-2 José, batizado em 02/11/1784;
1-3 João, batizado em 11/04/1787;
1-4 Serafim, nascido em 12/01/1792 e batizado em 02/02/1792;
1-5 Bonifácio Pacheco de Carvalho, nascido em 15/081794 e batizado em 31/08/1794; em 1831/2 comparece ao censo do arraial de São Domingos do Araxá, onde declara ser lavrador, casado com Mariana, de 22 anos; filhos:
1.5.1 Vitória, 6 anos;
1.5.2 Tereza, 2 anos;
1-6 Claudino, batizada em 23/11/1795;
1-7 Januário, batizado em 06/06/1797;
1-8 Clemente Pacheco de Carvalho ou Silva, nascido por volta de 1800; em1831/2 era morador em Araxá, casado com Florentina, de 24 anos; o casal tinha uma filha: Ana, de 5 anos.

"Esta é uma obra de genealogia, estando, portanto, em constante atualização com correções e acréscimos".

Fontes:
1 Arquivo do autor:
1.1 inventários de Teodora Jacinta de Castro, 1832; Ana Jacinta de Moraes, 1791; padre Francisco José da Silva;
1.2 documentos diversos de fontes primárias e secundárias sobre a família.
2 Projeto Compartilhar – www.projetocompartilhar. org.
Nota relevante: não foi possível o contato para participar aos administradores do projeto, o uso de informações contidas nos textos fontes. Esperamos a compreensão em nome da genealogia, sem fins lucrativos.
Famílias:
2.1 Gregório José da silva, tenente, por Bartyra Sette;
2.2 André Ribeiro da Silva, por Bartyra Sette;
2.3 Antônio Machado Neto, por Bartyra Sette;
2.4 Bernardo Pacheco de Carvalho, por Regina de Moraes Junqueira;
3 Cedeplar – Poplin 1830 – lista nominativa (censo) dos julgados Patrocínio e Araxá;
4 Livros Paroquiais da Ilha Graciosa, Açores - Centro de Conhecimentos dos Açores;
5 FamilySearch - livros paroquiais de São Pedro do Rio Grande, RS; livros paroquiais de Prados e de Conselheiro Lafaiete, MG; livros paroquiais de Sacramento, MG;
6 Patrocínio online - blog de Adeílson Batista - Inventários e Testamentos e genealogia da família Silva Leite;
7 Teixeira, Tito - Bandeirantes e pioneiros do Brasil Central, 1970.



Postagens mais visitadas

NETOS DE DONA BEJA - BATISMOS

Por José Aluísio Botelho

Disponibilizamos as imagens de assentos de batismos de três netos de Dona Beja, acrescidos dos outros netos, bem como parte da descendência, de acordo com os documentos localizados, filhos de Joana de Deus de São José e do coronel Clementino Martins Borges.
Batismo de Joana de Deus: "Aos 14 dias domes de Julho de 1838 o Rdo. Pe. José Ferreira Estrella Baptizou solenemente aingnocente Joanna, fa. natural de Anna Jacinta de Sam Jose forão P.P. o coronel João Jose Carneiro de Mendonça e o Alferes Joaquim Ribeira da Silva epara constar mandei fazer este acento eque assigno. Araxa era supra".  Fonte: Revista O Trem da História, edição 49.
Filhos:
1. Haideé (Dona Beja é a madrinha da neta predileta).Haideé Clementina do Amor Divino, que foi casada com José Gonçalves de Sousa, pais de:
1.1 Amazílis;
1.2 Joana Clementina de São José;
1.3 Alberto, batizado em 28/11/1884;
1.4 Maria, batizada em 07/04/1895; 
2. Amazílis. Amazílis Delascar; foi casada ( ?) com Alamy Del…

REZENDE COSTA: TRONCO PARACATUENSE

Por José Aluísio Botelho

O tronco dos Rezende Costa iniciou em Paracatu, a partir do casamento realizado na Matriz de Santo Antonio da Manga de Paracatu em 05/08/1834, entre o Major José de Rezende Costa, natural de Araxá, e sua prima dona Josefa Emília Carneiro de Rezende, natural de Paracatu, filha de Manoel Carneiro de Mendonça e de D. Victória Baptista Roquete Franco. O major José de Rezende Costa era filho de Antonio da Costa Pereira, natural do arraial da Lage, termo da Vila de São José, hoje Tiradentes, e de Anna Luisa de Jesus, natural de São José Del Rei, hoje Tiradentes. *Neto paterno de José de Rezende Costa, inconfidente (essa ascendência não é fidedigna, à falta de documentos probatórios e conflitos de datas, e pode ser um blefe genealógico), e trineto (sic) de outro José de Rezende Costa, natural de Prados, Mg, também inconfidente, e de Anna Alves Preto, natural dos Açores(* obs: esta ascendência foi transcrita da obra do genealogista Arthur Vieira de Rezende - Genealogi…

DONA BEJA E O TESTAMENTO DO PADRE

Por José Aluísio Botelho

O vigário Francisco José da Silva foi um padre típico do sertão mineiro: fazendeiro abastado, político influente, e mulherengo, como quase todos os padres de seu tempo. Teve participação decisiva na evolução político-administrativo e social da Araxá na época em que lá viveu, entre 1815 e 1845, ano de seu falecimento. Participou, mesmo que discretamente, da Revolução Liberal em Araxá, apoiando seus sobrinhos liberais, liderados pelo coronel Fortunato José da Silva Botelho, no embate político que se travava em Minas nos anos de 1842. Legitimou em cartório em 1831, três filhos, a saber: Pedro Amado de São Paulo, Placidina Maria de Jesus, e Teresa Thomásia de Jesus. Antes, em Dezembro de 1826, ele dita seu testamento escrito pelo advogado paracatuense João de Pina e Vasconcelos, onde declara não ter herdeiros descendentes (sic) e/ou ascendentes por serem falecidos seus pais, e que nomeava como seus herdeiros Antonio Machado de Morais, Pedro Amado de São Paulo, e Te…

DONA BEJA E AS DUAS MORTES DE MANOEL FERNANDES DE SAMPAIO

Por José Aluísio Botelho
A história que contaremos é baseada em fatos, extraídos de um documento oficial relativo a um processo criminal que trata de um assassinato ocorrido na vila de Araxá em 1836. O crime repercutiu no parlamento do império no Rio de Janeiro, provocando debates acalorados entre os opositores do deputado e ex-ministro da justiça, cunhado do acusado, como se verá adiante. Muitos podem perguntar porque um blog especializado em genealogia paracatuense, está a publicar uma crônica fora do contexto? A publicação deste texto no blog se dá por dois motivos relevantes: primeiro, pela importância do documento, ora localizado, para a história de Araxá como contraponto a uma colossal obra de ficção sobre a personagem e o mito Dona Beja, que ultrapassou suas fronteiras se tornando de conhecimento nacional. Em segundo lugar, porque um dos protagonistas de toda a trama na vida real era natural de Paracatu, e, portanto, de interesse para a genealogia paracatuense, membro que foi de t…