Homenagem ao notável pesquisador e colaborador deste blog, Eduardo Rocha. (Reprodução/YouTube)
PELA TRANSCRIÇÃO JOSÉ ALUÍSIO BOTELHO DE ESCRAVAS À SINHÁS - JOSEFA MARIA E ROSA: NA ROTA DO DIVINO Texto de LUIZ MOTT, Antropólogo, professor da Universidade Federal da Bahia. JOSEFA MARIA ficou na história através de um sumário de culpas que localizei na Torre do Tombo intitulado: “Para se proceder contra as feiticeiras”. Esta negra fora acusada de ser a líder e a proprietária de uma casa de cultos nas Minas de Paracatu (hoje a 200 quilômetros de Brasília), onde se realizava a Dança de Tunda, também chamada Acotundá, um ritual de louvor ao Deus da nação Courá. Segundo depoimento de algumas testemunhas que participaram de tais cerimônias, o ídolo venerado era representado “por um boneco de barro com cabeça e nariz à imitação do Diabo, espetado em uma ponta de ferro, com uma capa de pano branco, colocado no meio da casa em um tapete, com umas frigideiras em roda, e dentro delas, umas ervas cozidas e cruas, búzios, dinheiro da Costa, uma galinha morta, uma panela com f...
Eduardo, essa ideia da Raposa merece toda homenagem. Parabéns pela dedicação!!
ResponderExcluirEduardo Rocha, meus bisavós são Firmo de Oliveira e Orcalina (Oscarlina) de Almeida e Silva, por isso cheguei aqui no seu blog. O seu trabalho é de valor inestimável. Muito bom ver a sua entrevista. Queria conseguir acesso a algumas provas primárias dos ascendentes do ramo de Oscarlina de Almeida e Silva. Vc poderia me ajudar? Meu contato é hugolousa@gmail.com e zap (61)981770082. Agradeço desde já, Hugo Lousa.
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