Pular para o conteúdo principal

PIMENTEL BARBOSA - UM TRONCO

O Capitão Joaquim Pimentel Barbosa Júnior, nascido em 27/06/1817 e falecido em 07/09/1883, filho do segundo casamento do Comendador Joaquim Pimentel Barbosa com Francisca Inocência Roquete Franco, teve com Maria Benedita da Costa, mulher solteira, os filhos conhecidos: 
1 – Capitão Melchior Pimentel Barbosa, nascido em 1837 e falecido em 18/04/1906; foi casado com Júlia Lopes de Ulhoa, falecida em 04/03/1902, filha do alferes Isidoro Lopes de Ulhoa Cintra e de Luiza Rangel de Ulhoa, neta de Maria Bárbara de Ulhoa e bisneta do coronel Sancho Lopes de Ulhoa. Sem descendência;
Antes do casamento, o capitão Joaquim Pimentel Barbosa teve:
1 - Com Flávia Roquete Franco, filha de João Jaques Roquete Franco (Janjão) e de Flávia Augusta Pimentel Barbosa, filha do Comendador Joaquim Pimentel Barbosa e de Ana Maria de Melo Franco, os filhos naturais: 
1.1 José Ricardo Roquete Franco (Paracatu, 1869 - 1951), casado com sua parenta Amélia Pimentel Barbosa, falecida em 25/11/1910. Foi filha de Augusto Pimentel Barbosa e de Alzira Roquete Franco; filhos:
1.1.1 João Roquete Franco, nascido em 1902; foi casado com sua parenta Julieta Pimentel Barbosa;
 1.1.2 José Roquete Franco, nascido em 28/04/1904 e falecido em 29/06/1993 em Goiânia, Goiás, onde deixou descendência;
1.1.3 Flávia Roquete Franco;
1.1.4 Melchior Roquete Franco, nascido em 21/09/1898 e falecido em 05/08/1972 em Paracatu; foi casado com Idalina Roquete Franco;
1.1.5 Ana Roquete Franco; foi casada com João de Deus de Melo Franco; 
1.2 Josefina Roquete Franco;
Com Rosa  da Silva Carvalho, o filho:
1.3 Eduardo Roquete Franco;
2 - Odorico Valério Pimentel Babosa, nascido em 16/11/1848 e falecido em 02/02/1884, foi casado com professora Maria Tereza Rodrigues Barbosa, falecida em 26/12/1883 aos 25 anos, filha do coronel Maximiano Rodrigues Barbosa (1832 – 09/02/1899), farmacêutico e professor da escola Normal; filhos:
2.1 - Odorila Pimentel Barbosa casada com Francisco Rodrigues Cordeiro;
2.2 - Adolfido Pimentel Barbosa, falecido solteiro;
2.3 - Adalgisa Pimentel Barbosa, casada com seu primo Leão Rodrigues Barbosa. Filhos:
2.3.1 - Pedro Moacyr Rodrigues Pimentel Barbosa;
2.3.2 - Maximiano Rodrigues Barbosa;
2.3.3 - Dinorah Pimentel Barbosa, nascida em Araguari aos 26/06/1905 e foi batizada em 08/04/1906 na mesma cidade;
2.3.4 - Maria das Dores (Sinhá) Pimentel Barbosa;
2.3.5 – Celuta Pimentel Barbosa;
2.3.6 - Sarah Pimentel Barbosa;
2.3.7 - Geralda Pimentel Barbosa;
2.3.8 - José Rodrigues Barbosa;
2.3.9 - Rute Pimentel Barbosa;
2.3.10 - Zilá Pimentel Barbosa, nascida em 20/01/1920 em Catalão, Goiás;
2.3.11 - Gaudêncio Rodrigues Barbosa;
2.4 – Genésio Pimentel Barbosa, nascido em 1875. Engenheiro, e  indigenista. Faleceu massacrado pelos índios Xavantes em Mato Grosso, em 06/11/1941. Em sua homenagem, no local da tragédia, foi criada a reserva indígena Pimentel Barbosa; foi casado com Carolina Gonçalves de Ulhoa. Filhos:
2.4.1 – José Pimentel Barbosa;
2.4.2 – Eugênio Pimentel Barbosa;
2.4.3 – Cândida Pimentel Barbosa;
2.4.4 - Zélia Pimentel Barbosa, viúva na ocasião da morte do pai;
2.4.5 – Maria Pimentel Barbosa, casada que foi com Antônio Carneiro de Mendonça, moradores em Ipameri, Goiás;
3 - Joaquim Cornélio Pimentel Barbosa, o terceiro do nome, nascido em 19/09/1850; foi casado com Maria Jacinta de Sousa Machado ou Maria Pimentel Machado, falecida em 07/02/1907. Filhos:
3.1 – Eponina Pimentel Barbosa (1873 – 1955), mulher solteira, teve com Mário Campos Silva, filho de Francisco Alves de Sousa e Silva, natural de Morada Nova, e de Joana Cordeiro Valadares, natural de Paracatu, os filhos: 
3.1.1 - Geraldo Pimentel Barbosa, falecido em 1990; foi casado com Teresa/Teresinha Pimentel Barbosa, pais de:
3.1.1.1 Walkiria Pimentel Barbosa, casada com Ênio Rocha Faria;
3.1.1.2 Valéria Pimentel Barbosa, casada;
3.1.1.3 Geraldo Pimentel Barbosa Filho, casado com Helen Ulhoa;
3.1.2 - Maria da Paixão Pimentel Barbosa, falecida em Belo Horizonte em 08/07/1982; casada com Raymundo de Castro, natural do Ceará e falecido em Belo Horizonte em 13/01/1961; filhos:
3.1.2.1 - João Pimentel de Castro, falecido em Belo Horizonte em 27/10/1983;
3.1.2.2 - Hugo Pimentel de Castro, natural de Paracatu; falecido em Belo Horizonte em 03/12/1995;
3.1.2.3 - Raymundo de Castro Filho, natural de Paracatu; falecido em Belo Horizonte em 21/11/2002;
3.1.2.4 -Tereza Pimentel de Castro, nascida em Paracatu em 01/01/1930; casada em 06/01/1954 com Marco Antonio Tavares Coelho, nascido em Belo Horizonte em 31/05/1926 e falecido em São Paulo em 21/11/2005 aos 89 anos de idade; Jornalista, escritor, professor universitário; velho militante do partido comunista brasileiro, o partidão, foi preso e torturado durante a ditadura militar; um intelectual brasileiro de estirpe;
3.1.2.5 - Décimo, Dedé, Pimentel de Castro; 
3.2 – Clarindo Pimentel Barbosa; sem mais notícias;
3.3 - Laurinda Pimentel Barbosa casada com Herculano de Melo Franco, filho do coronel Francisco de Melo Franco e de Ana Maria de Ulhoa. Filho:
3.3.1 - Miguel de Melo Franco;
3.3.2 Eduardo de Melo Franco, falecido em 19/07/1915;
3.4 -(?) Josefina Pimentel Barbosa casada com Antonio Tibúrcio Lopes, com descendência;
4 – João (Janjão) Pimentel Barbosa; casado que foi com Juventina Rodrigues Cordeiro;
5 – Francisca Elmira Pimentel Barbosa (Chixí de Inhá), nascida em 08/11/1845, mulher solteira; com José Augusto da Silva Paranhos já falecido em 1889, teve os filhos naturais:
5.1– Georgina Pimentel Barbosa casou em Catalão, Goiás, com Antonio Ludovico da Costa, com sucessão;
5.2 – Ester Pimentel Barbosa, separada, viveu no Rio de Janeiro;
5.3 – Coronel Augusto Pimentel Paranhos, casado com Amazília Angélica da Costa, com sucessão; farmacêutico, comerciante, e juiz municipal em Catalão; deputado estadual goiano por duas legislaturas;
 "Ao primeiro de Abril de 1889, nesta Matriz de Nossa Senhora Mãe de Deus do Catalão, observadas as formalidades do estylo, e procedendo dispensa do tempo quaresmal dada por Sua Excellência Reverendíssima o Senhor Bispo Diocesano, o Reverendo - Padre José Joaquim de Miranda Vigário da Freguesia do Termo de Bagagem, de licença Parochial recebêo em matrimônio os nubentes Augusto Pimentel Paranhos e Amasilia Angélica da Costa Paranhos, elle filho de José Augusto da Silva Paranhos, já fallecido, e de D. Francisca Elmira Pimentel Barbosa, e ella filha natural de Maria Christina do Nascimento; e logo lhes dei as bênçãos Nupciaes em prezença das testemunhas Coronel Antonio da Silva Paranhos e Augusto Netto Carneiro. Catalão 2 de Abril de 1889. Doque para constar fiz este assento. O Cônego Luis Ant_o da Costa"
5.4 – Tomé Pimentel Paranhos, que viveu em estado de casado em Corumbaíba, Goiás;
Com o padre Dr. Raimundo Des Genettes, teve as filhas (5.5, 5.6):
5.5 – Corália Pimentel Barbosa Des Genettes, casada que foi com João Batista de Sousa Rocha, nascido em 1877 e falecido em 13/10/1909; com sucessão;
5.6 – Joana Pimentel Barbosa Des Genettes, falecida solteira em Goiandira, Goiás;
5.7 – Henrique Pimentel Barbosa, falecido solteiro;
5.8 – Otília Pimentel Barbosa, casada que foi com Cecílio Rodrigues Barbosa, filho de Bernardo Rodrigues Barbosa e de Camila Pinto Brochado. Filhos:
5.8.1 – Leão Rodrigues Barbosa, casamento e sucessão em 2.3;
5.8.2 – Bernardo Rodrigues Barbosa, solteiro com sucessão;
5.8.3 – Camila e Clarina, solteiras;
5.8.4 – Cícero Rodrigues Barbosa, casado com sucessão;
5.8.5 –  Rodrigues Barbosa, casada que foi com Domingos Martins Ferreira;
5.8.6 – Desinha Rodrigues Barbosa, casada que foi com Júlio Martins Ferreira.
"Esta é uma obra de genealogia, estando, portanto, sujeita a correções e acréscimos."
Fontes:
1 – Arquivo do autor;
2 – A família Afonseca, Francisco da Afonseca e Silva, com atualização de Olímpio Gonzaga.
José Aluísio Botelho. Novembro de 2014. Atualizada em 31/12/2015.
Última atualização - setembro de 2019.













Comentários

  1. Boa noite! O sr. Clarindo Pimentel Barbosa, nunca se casou, mas teve um filho que no qual registrou, sendo meu avô materno Joaquim Pimentel Barbosa (falecido). Gostaria de saber mais detalhes. Obrigada. Elane

    ResponderExcluir
  2. Bom dia.
    Sou tetraneto de Padre Dr Francisco des Genettes, que teve duas filhas com sra. Francisca Pimentel Paranhos, Sras. Corália, que teve filhos, e Joana, sem filhos.
    Gostaria de saber da existência de algum descendente de Corália des Genettes.
    Obrigado!
    bragalima@hotmail.com

    ResponderExcluir
  3. Sou filha de Benedito de Melo
    sou Sônia de Melo Franco, nascida em Goiânia, 28/02/1962 casada com João Eurípedes de Melo de corumbaiba . Meus pais Benedito de Melo Franco com Edit Ferreira Franco; meus avós: Miguel de Melo Franco e Alzira Pimentel Barbosa. Irmãos: Tânia augusta de Melo Franco; Vânia Maria de Melo Franco e Benedito de Melo Franco Filho. Meus filhos: Fábio Augusto de Melo 09/08/1988: filho Filipe Augusto Gomes de Melo e minha filha Renata Franco de Melo; filhos João Gabriel Oliveira Franco de Melo e filha Isabel Oliveira Franco de Melo.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas

ULHOA - ESBOÇO GENEALÓGICO

Por José Aluísio Botelho FAMÍLIA ULHOA, DO VALE DO ULLA NA GALÍCIA ATÉ PARACATU EM  MINAS GERAIS Para saber mais, leia neste blog :  Coronel Sancho Lopes de Ulhoa e seus descendentes A) - Origem do apelido: do rio ULLA, na Galícia, que passou a ser Ulló (olho), depois Ulloa e hoje Ulhoa. Também provêm do hebraico hurscha (floresta) e/ou de uxna, forma adaptada ou corrompida de Yehoshua. 1) - Dom Férnan Sanches de Ulló, o primeiro Ulhoa de que se tem notícia e que viveu pelos anos de 756, visigodo, dono das terras n o vale do rio Ulla; 2) - Dom Lopo Ruiz de Ulló (1120);    Vale do Rio Ulla by Isidro Cea 3) - Dom Fernão Lopes de Ulló (1212), casado com Maria Martinez; 4) - Dom Lopo Sanches de Ulló, casado com Mayor Gomes de T rastamara; 5) - Dom Sancho Lopes de Ulloa, rico homem galego, primeiro Senhor de Vilamayor de Ulloa (barão), casado com Urraca Perez de Sotomayor; para saber mais: Clique na imagem abaixo para adquirir o livro na Amazon.com Clique aqui p...

DONA BEJA E AS DUAS MORTES DE MANOEL FERNANDES DE SAMPAIO

Por José Aluísio Botelho A história que contaremos é baseada em fatos, extraídos de um documento oficial relativo a um processo criminal que trata de um assassinato ocorrido na vila de Araxá em 1836. O crime repercutiu no parlamento do império no Rio de Janeiro, provocando debates acalorados entre os opositores do deputado e ex-ministro da justiça, cunhado do acusado, como se verá adiante. Muitos podem perguntar porque um blog especializado em genealogia paracatuense, está a publicar uma crônica fora do contexto? A publicação deste texto no blog se dá por dois motivos relevantes: primeiro, pela importância do documento, ora localizado, para a história de Araxá como contraponto a uma colossal obra de ficção sobre a personagem e o mito Dona Beja, que ultrapassou suas fronteiras se tornando de conhecimento nacional. Em segundo lugar, porque um dos protagonistas de toda a trama na vida real era natural de Paracatu, e, portanto, de interesse para a genealogia paracatuense, membr...

O CORONEL MANOEL FERREIRA ALBERNAZ E SEUS DESCENDENTES

Por Eduardo Rocha Mauro Cézar da Silva Neiva Colaborou José Aluísio Botelho (Última atualização em 23/09/2024: 1 A família inicial 2 Outros Albernazes, in fine). Família iniciada em Paracatu na era de 1830, quando lá se estabeleceu o alferes/capitão Manoel Ferreira Albernaz, vindo da região de Aiuruoca, sul de Minas, com esposa e filhos, adquirindo a fazenda da Capetinga. Manoel Ferreira Albernaz, o velho (vamos chamá-lo assim), era natural de Taubaté, São Paulo, onde nasceu em 1780, pouco mais (declarou 49 anos em 1832, branco, negociante em processo matrimonial no Porto do Turvo, onde era morador). Tem ascendência ainda ignorada, embora se possa afirmar ser ele descendente do mestre de campo Sebastião Ferreira Albernaz. Casou na capela de Santana do Garambéu, termo de Barbacena, porém ligado ao Turvo (30 km), com Mariana Victória de Jesus, por volta de 1810. Mariana Vitória de Jesus, nascida e batizada na capela de Santana do Garambéu,  filha de Vitoriano Moreira de Castil...

MESTRE DE CAMPO MANUEL NUNES VIANA - CONTRIBUTO À GENEALOGIA DO SERTÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

Por José Aluísio Botelho Manoel Nunes Viana foi um personagem lendário que viveu em Minas Gerais no período colonial, retratado em vasta literatura histórica, que estuda a trajetória deste português nos sertões mineiros, notadamente, no norte de Minas, às margens direita do Rio São Francisco em direção dos currais da Bahia e Pernambuco. Na Web, encontra-se uma profusão de narrativas a seu respeito e a seus feitos, sendo que algumas delas são eivadas de episódios épicos sem nenhuma comprovação documental, dando ao personagem epítetos mitológicos. Manoel Nunes Viana veio para o Brasil na última década do século dezessete, e parece ter inicialmente aportado em Salvador, de onde passou para os sertões mineiros, mais precisamente, para a freguesia de Barra do Rio das Velhas, termo de Serro do Frio, comarca de Sabará. Nesta região, amealhou bens de raiz, como por exemplo, a lendária fazenda Tábua ou Jequitaí, sempre em sociedade universal com seu parente Manoel Rodrigues Soares * , f...

GUARDA-MOR JOSÉ RODRIGUES FRÓES

Por José Aluísio Botelho             INTRODUÇÃO  Esse vulto que tamanho destaque merece na história de Paracatu e de  Minas Gerais, ainda precisa ser mais bem estudado. O que se sabe é que habilitou de genere em 1747 (o processo de Aplicação Sacerdotal se encontra arquivado na Arquidiocese de São Paulo), quando ainda era morador nas Minas do Paracatu, e embora fosse comum aos padres de seu tempo, aprece que não deixou descendentes*. Que ele foi o descobridor das minas do córrego Rico e fundador do primitivo arraial de São Luiz e Santana das Minas do Paracatu, não resta nenhuma dúvida. De suas narrativas deduz-se também, que decepcionado com a produtividade das datas minerais que ele escolheu, por direito, para explorar, abandonou sua criatura e acompanhou os irmãos Caldeira Brandt, que tinham assumido através de arrematação o 3º contrato de diamantes, rumo ao distrito diamantino. Documento de prova GENEALOGIA  Fróis/Fróes -...

SUBSÍDIOS GENEALÓGICOS: OS COSTA PINTO - UM TRONCO

Por José Aluísio Botelho Colaborou Eduardo Rocha Família pioneira no arraial do ouro, formadora da elite local e que floresceu durante o decorrer do século XIX. Iniciou-se com as uniões de João da Costa Pinto e D ona Domingas Rodrigues da Conceição, e do coronel Antônio José Pereira* e dona Maria Tereza de Castro Guimarães. Desses casais, nasceram dentre outros, Antônio da Costa Pinto e dona Francisca Maria Pereira de Castro, que se casaram no milésimo do século XVIII. *Nota: o coronel Antônio José Pereira, era natural da freguesia de Nossa Senhora da Vitória da cidade do Porto, Portugal, filho legítimo de João Francisco Pereira e de Quitéria Francisca; teve, antes de casado, com Josefa Rodrigues da Silva, uma filha de nome Mariana, que instituiu junto com sua filha legítima suas herdeiras universais; foi administrador dos Dízimos entre 1789 e 1807; faleceu em 1812. O coronel Antônio da Costa Pinto nasceu em Paracatu por volta de 1775 e aí faleceu a 06 de agosto de 1827. Na po...