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FAMÍLIAS PARACATUENSES E CATALANAS 1


Por José Aluísio Botelho

CÔNEGO LUIZ ANTONIO DA COSTA

 O padre Luiz Antônio da Costa nasceu em Paracatu por volta de 1830, filho legítimo do Alferes Luiz Antonio da Costa, morto em 1841 e de Angélica de Affonseca Souto Costa, falecida em 17/10/1879 aos 69 anos de idade; ordenou-se padre provavelmente no seminário de Goiás Velho no final de 1850, seguindo para Catalão, aonde se fixou; além de cuidar da paróquia, foi professor de primeiras letras e inspetor de ensino por vários anos, e se tornou politicamente influente naquela localidade goiana, sendo eleito deputado provincial em 1866; em 09/10/1872 obteve mercê de cônego da Catedral de Goiás, importante título honorífico eclesiástico. Como a maioria dos padres de seu tempo, constituiu família em união consensual com Maria Cristina Rodrigues da Cunha, com quem teve os filhos sacrílegos (hoje em direito da família, filhos naturais), abaixo nomeados, cuja descendência forjou importantes famílias catalanas com ramificações no estado de Goiás. Faleceu em 23/09/1895, vitimado pela tuberculose, em sua cidade natal, Paracatu. O padre Luiz Antonio da Costa era irmão de Dona Belisária Antônia da Costa Paranhos esposa do senador coronel Antonio da Silva Paranhos. Filhos:
1 - Maria Luíza da Costa, que foi casada com Augusto Netto Carneiro Leão, de ascendência paracatuense;
2 - Amazília Angélica da Costa, que foi casada com o coronel Augusto Pimentel Paranhos, natural de Paracatu, filho natural de Francisca Pimentel Barbosa, e de um Paranhos de Catalão (seria ele filho bastardo do senador Antonio da Silva Paranhos?);
3 - Antonio Ludovico da Costa, que foi casado com Georgina Pimentel Barbosa, natural de Paracatu, também filha natural de Francisca Pimentel Barbosa, portanto, irmã do coronel Augusto Pimentel Paranhos;
4 - Luiz Antonio da Costa, falecido solteiro.
Fontes:
1 – Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional – Periódicos goianos, século XIX;
 2 – Arquivo do autor.
3 – Blog – historiografiaparacatalao.blogspot.com, administrado por Marcial Campos Teixeira, historiador.

Esta é uma obra de genealogia, estando sujeita, portanto, a correções e acréscimos.




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Fonte: Afonso Arinos na intimidade, Biblioteca Nacional do Brasil, divisão de manuscritos.

A seguir, alguns destes textos:

1) Reclame.



2) Biografia do Dr. Afrânio de Melo Franco, seu protetor político, a quem professava profunda admiração. 

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